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quarta-feira, 30 de julho de 2025

O budismo é ateu

 Pelo Padre Federico Highton, SE

 

Missionário no Himalaia

O budismo tibetano nega tudo; isto é, nega Deus, nega a realidade e nega o próximo. Essa tripla negação é uma negação universal.

O budismo tibetano nega Deus; isto é, é metafisicamente ateu. Agora, se o budismo é ateu, o que é? Uma religião? Uma filosofia? Uma ciência? A resposta é complexa. Vejamos.

O budismo não pode ser considerado uma religião (visto que é ateu), mas pode ser classificado como uma filosofia? Acreditamos que não, visto que a filosofia é o "amor (ou philia) à sabedoria", mas para o budismo, toda philia (ou amor ou desejo) deve ser extirpada. Há outra razão para negar o caráter filosófico do budismo: todo filósofo aspira à verdade (a verdade é a conformidade da inteligência com a realidade), mas para o budismo não há inteligência nem realidade (visto que nada existe); portanto, o budismo não é uma filosofia.

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

Advertências sobre os riscos do “Mindfulness”

Meditação Oriental e Ocidental, a primeira é um exercício mental e a segunda é um Diálogo com Deus, a combinação de ambas pode resultar em um desastre espiritual.

Advertências sobre os riscos do “Mindfulness”

Uma moda que promove o Budismo

 

“Mindfulness” ou “atenção plena” é a última grande moda da “meditação oriental” e da Nova Era que está na moda no Ocidente. Esta técnica é budista, embora tente esconder a sua conotação religiosa. Com uma estratégia comercial que penetrou nos ambientes académicos, tem captado o interesse de altos executivos, estrelas de Hollywood, professores, psicólogos e até médicos que o recomendam ou utilizam regularmente, conferindo-lhes grande visibilidade.

Centenas de manuais e livros sobre o assunto foram publicados nos últimos anos, enquanto conferências, retiros e palestras sobre mindfulness se multiplicaram, seja como complemento à oração ou como forma de lidar com a ansiedade ou o estresse. Também dentro da Igreja se difundiu e pode ser encontrado oferecido em casas de retiro ou como oficina em escolas católicas.

Um livro que denuncia danos

Mas o que realmente é “atenção plena”? É compatível com o catolicismo ou pode ser prejudicial para qualquer pessoa, especialmente para os católicos? Para responder a estas perguntas e esclarecer a confusão que pode surgir entre os fiéis, Susan Brinkmann publicou um livro sobre o assunto, A Catholic Guide to Mindfulness, no qual alerta para os riscos desta última moda da meditação oriental, ao mesmo tempo que oferece aos católicos a oração e o culto como alternativa profunda enraizada na tradição da Igreja.

sábado, 27 de maio de 2017

De budista a tomista

[aleteia]



O inspirador - e esclarecedor - relato de uma conversão


Paul Williams, catedrático de filosofia budista e professor de religiões da Índia na Universidade de Bristol, foi durante mais de 30 anos uma das principais autoridades acadêmicas sobre budismo no Reino Unido. Também era um budista convencido, intelectual e praticante. Porém em 1999 surpreendeu os seus alunos, companheiros e familiares quando anunciou que se convertia ao cristianismo, mais ainda ao catolicismo mais ortodoxo. Em 2002 publicou um livro com o seu testemunho de conversão e as suas reflexões.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O Cristo cósmico: uma espiritualidade do universo

[ihu]


"No budismo se faz semelhante raciocínio. Existe a budeidade (a capacidade de iluminação) que vem se forjando ao longo do processo da evolução, até que ela irrompe em Sidarta Gautama que virou Buda (o iluminado). Esta só pôde se manifestar na pessoa de Gautama porque antes, a budeidade, estava lá no processo evolucionário. Então virou o Buda, como Jesus virou o Cristo", escreve Leonardo Boff, filósofo, teólogo e escritor.
Eis o artigo.

domingo, 18 de setembro de 2016

Budismo se espalha pela França

afpbr






Enquanto o Dalai Lama prepara sua primeira visita à França em cinco anos, a filosofia budista ganha adeptos em um país que se orgulha de suas tradições seculares. Até o momento, são cerca de 5 milhões de praticantes em território francês.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Rowan Williams: como o budismo me ajuda a rezar

ihu - Rowan Williams (foto), ex-arcebispo anglicano de Canterbury, revelou que passa até 40 minutos diários agachado e repetindo uma oração ortodoxa oriental enquanto realiza exercícios de meditação como parte de uma rotina influenciada pelo budismo.
A reportagem é de John Bingham, publicada pelo jornal The Telegraph, 02-07-2014. 
A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Ele passa também um tempo caminhando devagar e prostrando-se, repetidamente, como parte de um ritual intenso no início do dia que envolve meditação silenciosa e oração.

sábado, 4 de maio de 2013

Desabafo de um cristão


Por João Batista

Jamais poderá haver unidade entre a luz e as trevas, jamais poderá haver vida verdadeira, paz verdadeira, união verdadeira se não for em Cristo por meio do Espírito Santo, pois Ele (Espírito), é quem nos testifica toda a verdade provinda de Deus. Jesus Cristo afirma, Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. (Jo 14, 6b)
Pois bem, o meu desabafo se dar por conta de uma matéria publicada ontem (03) no site ACI e postada aqui por mim, onde no final da matéria eu coloco uma observação.
Como definir o budismo?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vaticano exorta cristãos e budistas a unir-se em defesa da vida

03 Mai. 13

Vaticano, (ACI).- O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso enviou uma mensagem aos seguidores do budismo com ocasião da festa do Vesakh –sua principal festividade-, para convidá-los a unir-se aos cristãos na defesa da vida "sobre a base do patrimônio autêntico das nossas tradições religiosas".
"Unamos nossas forças para desmascarar as ameaças à vida humana e despertar a consciência ética dos nossos respectivos seguidores para despertar um renascimento moral e espiritual dos indivíduos e da sociedade a fim de sermos verdadeiros construtores da paz, amando, defendendo e promovendo a vida humana em todas as suas dimensões", alenta a mensagem assinada pelo Cardeal Jean-Louis Tauran e pelo Pe. Miguel Angel Ayuso Guixot, presidente e secretário deste dicastério respectivamente.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Primeiro casamento gay budista em Taiwan, na China

You Ya-ting (esquerda) e Huang Mei-yu deixam salão de oração de templo onde foi celebrado neste sábado (11) o primeiro casamento gay budista de Taiwan. Elas se casaram depois de sete anos de namoro Wally Santana/AP Photo
Para ver mais fotos do "casamento", clique aqui!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Nova lei inclui Dia do Buda no calendário oficial


  Por: DanieleRodrigues

reporterdecristo - Esta semana a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.623 que marca o segundo domingo do mês de maio como o Dia do Buda, em comemoração ao aniversário de Buda Shakyamuni, que é a figura chave do budismo. A lei foi proposta pelo deputado budista William Woo (PPS-SP) que conseguiu colocar essa mesma data no calendário oficial do Estado de São Paulo quando ele cumpriu o mandato como deputado estadual.

Com esse decreto assinado por Dilma a data passa a fazer parte do calendário oficial do Brasil sendo comemorado junto com o Dia das Mães. O decreto também permite que o Poder Executivo ceda espaço público para eventos relacionados a essa comemoração prestando todo apoio necessário.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

“Os cristãos estão perto do espírito budista”, afirma Dalai Lama

12/04/2012


IHU - O líder religioso afirma: “Os cristãos estão muito perto do espírito budista. Penso, por exemplo, na vida monástica, na atenção e no tempo que dedicam à meditação”. Recorda a atitude do “papa bom”, João XXIII. Mas é o Dalai Lama quem fala, a 14ª encarnação de Buda: “As principais tradições religiosas, embora difiram nas interpretações teológicas, têm em comum a prática do amor, da compaixão, da tolerância, do perdão”. Tenzin Gyatzo não se limita a responder às perguntas, pelo contrário: aventura-se em afirmações contundentes. Mas sempre com seu proverbial sorriso nos lábios.

A reportagem é de Davide Demichelis e está publicada no sítio Vatican Insider, 11-04-2012. A tradução é do Cepat.
Não é fácil conseguir uma audiência privada com ele. E não apenas devido aos muitos encontros, audiências e eventos oficiais nos quais deve participar, mas também porque dedica seis horas do dia à meditação e, às 18h, seu dia termina: alguma leitura, uma refeição frugal e vai dormir, para levantar-se às 3h da manhã.

sábado, 2 de abril de 2011

Vaticano reitera que cristãos e budistas devem viver em paz

31/03/2011
Fonte: CN Notícias com Rádio Vaticano
O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso publicou na manhã desta quinta-feira, 31 a mensagem enviada à comunidade budista felicitando-a pela tradicional festividade do “Vesakh/hanamatsuri”.
Este ano, o dia será celebrado segundo as diferentes tradições das comunidades: 8 de abril no Japão, 10 de maio na Coreia, China, Taiwan, Vietnã e Cingapura, que fazem parte da corrente budista “mahayana”; e 17 de maio em outros países como Tailândia, Sri Lanka, Camboja, Mianmar, Laos e pelos outros budistas da escola “theravada”. O “Vesakh/hanamatsuri” celebra o nascimento, a “iluminação” e o definitivo ingresso de Buda no Nirvana.

domingo, 20 de março de 2011

O católico deve buscar a cura no Reiki?


O cristão que deseja a cura de seus males há de buscar recursos na medicina e na fé cristã.

Reiki é o nome dado a "Energia universal de vida" - algo não bem definido - que, segundo seus adeptos, é uma energia que passa pelas mãos de todo ser humano e pode ser aplicada a pessoas doentes ou aflitas para aliviá-las, segundo Earlene Gleisner, monitora de Reiki ("Reiki na Vida Diária" - Ed. Nova Era, Rio de Janeiro,1999). O que escrevemos nesta artigo está baseado no livro citado acima.

A base do Reiki é budista, é uma corrente de pensamento panteísta (tudo é parte de Deus, tudo é Deus) e tem traços de monismo, filosofia que ensina que a pessoa pode "fundir-se com tudo a sua volta" (p.45). O ser humano seria parte integrante do universo no sentido físico; tudo o que existe seria apenas uma grande substância ou a substância universal. O monismo leva ao panteísmo.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Não da para conciliar Budismo com Cristianismo

Para o cientista das religiões Frank Usarski*, deve-se evitar a “ideia ingênua” de que todas as religiões compartilham uma essência comum. Por isso, é preciso reconhecer as diferenças e os pontos inconciliáveis entre elas Em uma entrevista, concedida à IHU On-Line, Usarki afirma que o Budismo, em termos de diálogo inter-religioso, “demonstra uma tendência de evitar brigas sobre formulações dogmáticas ’secundárias’. Ao mesmo tempo, olha geralmente com simpatia para qualquer método – de origem budista ou não – que supostamente contribuiu para a evolução espiritual na direção do nirvana”. Porém, afirma, “nenhuma religião nasce e se desenvolve em um vácuo, e poucos dos seus representantes são santos, mas sim sujeitos a tentações ‘mundanas’. Há momentos na história que demonstram que o Budismo também é vulnerável nesse sentido”.
O budismo evita formulações dogmáticas secundárias porque não quer desagradar aos homens, baseado no dogma do não reconhecimento de seus pecados. É preferível desagradar a Deus que aos homens. E ver qualquer método inventado pelo homem como bom para a suposta evolução espiritual.
"Pedro e os apóstolos replicaram: Importa obedecer antes a Deus do que aos homens." (At 5,29)
Esses apóstolos faziam milagres e sinais de Deus, eram ignorantes em conhecimento religioso por serem antigos e de pouca instrução? E o que fazem os sabios de nosso tempo senão teorias impraticáveis.
Os ecumenistas hoje falam que as religiões todas são boas tendo pontos em comum, tentam conciliar o que não conseguem explicar para dizer que a verdade foi alcançada e não precisamos evangelizar ninguém ou ensinar sobre a Bíblia.
Um trecho da entrevista:
“IHU On-Line – O senhor afirma que há “um preconceito fortemente enraizado no senso comum [de] que ‘bem lá no fundo’, no âmago, todas as religiões partem dos mesmos princípios, têm objetivos semelhantes e se unem no desejo de harmonia e de paz no mundo”. Nesse sentido, é possível uma ética mundial?
Frank Usarski – Como cientista da religião interessado na comparação das religiões, tenho problemas com a ideia ingênua de que todas as religiões querem a mesma coisa e compartilham uma essência comum. Ao mesmo tempo, concordo com a busca  para uma ética mundial. Mas esta só pode der construída a partir do reconhecimento das particularidades, da integridade e da dignidade de cada um dos interlocutores envolvidos.”
*Frank Usarski é professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. É pós-doutor em Ciências da Religião pela Universidade de Hannover, na Alemanha. É fundador e coordenador da Revista de Estudos da Religião – Rever – e também é líder do grupo de pesquisa Centro de Estudos de Religiões Alternativas de Origem Oriental no Brasil – Ceral. De suas obras, além de O Budismo e as outras, citamos Constituintes da Ciência da Religião. Cinco ensaios em prol de uma disciplina autônoma (Paulinas, 2006).

Lembrando que o Budismo acredita na reencarnação, negam a divindade de Jesus, visto apenas como um “mestre”, são politeístas, dentre outros pontos que nos definem e delimitam fronteiras claras entre o Cristianismo e o Budismo.

http://www.sinaisdostempos.org/perguntas/budismo_cristianismo
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