O jornal de maior prestígio do mundo, o norte-americano New York Times, juntou-se à batalha sobre a conveniência de oferecer ou negar a comunhão a governantes abertamente abortistas. Dê a comunhão a Biden, avisa 'Senhora Cinzenta', garantindo que é o que o Papa ordena.
Estranho quando a imprensa secular, neste caso um jornal pouco inclinado a concordar com a doutrina católica, o New York Times, pontifica sobre a necessidade de contradizer as disposições do Código de Direito Canônico e dar a comunhão ao 'devoto Biden', por mais entusiasmado que ele possa estar em promover a matança de nascituros.
É verdade que para a opinião "do progresso" o NYT tem muito mais autoridade do que o L'Osservatore Romano sobre os católicos, mas essa interferência teológica do jornal nova-iorquino ainda é desconcertante.
