Mostrando postagens com marcador Cruz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cruz. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

O orgulho gay mostra seu verdadeiro rosto: ódio anticatólico

O Pride Brianzolo encena uma paródia blasfema da Via Sacra após as palavras do Cardeal Muller sobre o "juípulo do arco-íris". Uma violação do Código Penal que mostra a verdadeira face da causa LGBT: o ódio à Igreja. 

 

 

Nosso Senhor continua a ser crucificado e a ser insultado aos pés da cruz. A mesma cruz e o caminho do sofrimento que o levaram ao Gólgota são objeto de zombaria. Jesus e sua cruz são insultados por nossos pecados e os da comunidade gay. Em particular, da comunidade arco-íris de Brianza, que se organizou para o próximo sábado o Brianza Pride em Arcore.

Dado que os Orgulhos não são mais notícias e dado que os católicos são vítimas privilegiadas de qualquer zombaria porque agora estão desprovidos de espinha dorsal, aqui veio a ideia ofensiva de estruturar a procissão de acordo com o esquema da Via-Sacra que, para a ocasião, será chamada Via frocis. Dez estações, em vez de quatorze, para declamar os estereótipos do pensamento LGBT e progressista, imitando os títulos das estações da Via Sacra: Gaza sentenciada à morte e, em seguida, como os organizadores explicam, “as famílias arco-íris carregam a cruz do ddl Varchi [que qualifica o útero para alugar ofensa universal, n.d.r.]”; ?a comunidade LGBT encontra os pais Agedo [Na décima primeira estação, Jesus é pregado na cruz e, em vez disso, na blasfema da oitava estação “Itália [é] pregada na cruz da interferência do Vaticano”, apenas para espalhar a lama do ódio sobre a Igreja Católica. A nona estação da Via frocis é dedicada ao encontro com os alunos e, finalmente, no décimo, falaremos sobre direitos para todos (exceto para os católicos).

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

O Papa: a sede de Jesus na cruz é a nossa também. Clamor de uma humanidade ferida

A catequese de Leão XIV na Audiência Geral foi marcada pelas palavras finais de Jesus na cruz: "Tenho sede" e "Tudo está consumado". "Se até o Filho de Deus escolheu não ser autossuficiente, então a nossa sede, de amor, de sentido, de justiça, não é um sinal de fracasso, mas de verdade", disse o Papa, ressaltando que "esta verdade, aparentemente tão simples, é difícil de aceitar", pois "vivemos numa época que preza a autossuficiência, a eficiência e o desempenho". 


Mariangela Jaguraba - Vatican News

 

A Praça São Pedro acolheu milhares de fiéis para a Audiência Geral desta quarta-feira, 03 de setembro, em que o Papa Leão XIV deu continuidade ao ciclo de catequeses dedicado ao tema “Jesus Cristo nossa Esperança”.

As palavras de Jesus "Tenho sede" e logo depois "Tudo está consumado", proferidas na cruz, foram o centro da catequese deste encontro semanal com os fiéis.

"São palavras finais, mas carregadas de uma vida inteira, que revelam o sentido de toda a existência do Filho de Deus. Na cruz, Jesus não aparece como um herói vitorioso, mas como um mendigo de amor. Não proclama, não condena, não se defende. Pede humildemente o que não pode dar a si mesmo", frisou o Pontífice, acrescentando:

sábado, 19 de abril de 2025

Todos nós o matamos

A cadeia de culpa que começou com a queda da humanidade termina no mea culpa e é substituída pelo "ideo precor" - a súplica de Maria, dos anjos, de todos os santos.




Por Salão Kennedy


Você já ouviu? O mundo está indo para o inferno em uma cesta de mão. Nossos políticos são demônios, nossos hierarcas são muitas vezes demônios, e os católicos estão deixando a Igreja em massa. A mídia mente para nós, e nossas instituições transformam nossos filhos em zumbis pós-modernos viciados em pílulas que não podem ser felizes em uma sociedade onde não têm conforto.

Os casamentos estão fracassando, e muitos homens são viciados em imagens vis de perversão que assistem sorrateiramente em seus telefones enquanto estão em um canto do metrô a caminho de casa para suas famílias.

E quem é o culpado?

Ora, é a mídia, são os banqueiros, a elite de Hollywood e os democratas; as escolas públicas são as culpadas, e os maus padres e bispos; se olharmos um pouco mais fundo, são também os maçons e os sionistas; e, de alguma forma, também é Jeffrey Epstein e Diddy. As forças do mal foram desencadeadas contra nós e a verdadeira razão pela qual o mundo está à beira da implosão é porque os bandidos fizeram coisas ruins e precisam ser expostos!

segunda-feira, 3 de março de 2025

Rafael Martínez: “Nenhuma criança deficiente é um erro, é um canto à vida e à aceitação da cruz”

   


Por

Rafael Martínez Echevarría Castillo. Pai de família, tem dois meninos e uma menina. Ele estudou direito e administração de empresas e, após uma breve passagem pelo mundo dos negócios, decidiu se dedicar ao ensino. Ele estudou educação primária e é professor na escola Retamar. Escreveu As Crônicas de Iñigo, O senhor em busca da última carta, O senhor e as Tuercebotas, A telefonista de Miralpino e Colônia Pitus: confinada à escola.

Como ter um filho deficiente afetou sua vida?

Bem, honestamente, isso muda sua vida, mas para melhor. Muitas pessoas nos dizem: “Eu não conseguiria”. Cara, eu também não imaginava que conseguiria. Deus não escolhe seus melhores soldados, como muitos dizem, mas ele transforma peões em soldados. Em muitas ocasiões, maus soldados, mas Ele cuida de tudo. Ele só pede que confiemos que Seu plano é melhor que o nosso.

segunda-feira, 22 de abril de 2024

O Nascimento sob o signo da Cruz

Descobrimento do Brasil – como tudo realmente aconteceu? - VouPassar

 

Por Gabriel Mesquita

 

Hoje se completam 525 anos da oficialização do descobrimento da Terra de Santa Cruz, ou melhor, de sua fundação. E lá estava a Cruz no nome dado a esta terra, nos mastros das naus assinalados com a Cruz da Ordem de Cristo, nos terços dos navegantes, na Cruz processional, nos crucifixos, nas insígnias dos membros das ordens militares portuguesas, na primeira missa (renovação do sacrifício do Calvário), nos numerosos sinais da Cruz realizados no rito romano tradicional. Mais importante, foi para alcançar a redenção adquirida na Cruz pelo Divino Redentor que seria realizado o povoamento com a intenção de levar o evangelho e a salvação pelo batismo para os que aqui moravam e nasceriam ao longo dos séculos seguintes.

Entretanto, tal augusto acontecimento ao invés de ser exaltado como sempre foi há até algumas décadas, é escarnecido em nossos dias. Mais ainda, é mal visto inclusive pelos religiosos não só do país como até do Vaticano (vide a declaração da Santa Sé sobre a “doutrina dos descobrimentos”). Então, resta a nós, pequeno rebanho, lembrar aos demais o que até os índios naquele dia perceberam ao assistir à Santa Missa: que nossa Sagrada Religião é para o alto, em outras palavras, é para nos fazer voltar para as coisas de Céu. Iremos, pois, a Cristo Crucificado, o Único que traz a Paz, a Felicidade e ao Amor verdadeiros, que o mundo finge dar, especialmente nesses últimos 60 anos.

segunda-feira, 1 de abril de 2024

As sete palavras de Jesus na cruz

 Jesus atravessou a Paixão 


Por Antonio Lerma Salazar, SdJ

 

Amado Jesus: na cruz o Senhor nos dá suas sete palavras. Nós os valorizamos em tudo o que são. Fazemos isso porque cada uma vem do Senhor e, portanto, são “palavras de vida eterna”. Fazemo-lo também porque são as últimas palavras da sua vida terrena: expressam e condensam a sua existência e as outras palavras que pronunciou até agora. Nelas contemplamos a substância da sua vida. Nós os valorizamos pelo quanto é fisicamente difícil para o Senhor pronunciar cada um deles. 

Os cientistas nos contaram sobre a dor que o Senhor sofreu na sua crucificação, que foi um ato de tortura. Tais descrições nos ajudam a entender o que o Senhor sofreu em seu corpo; Portanto, percebemos o que significava pronunciar cada uma dessas palavras. Obrigado, Senhor, por nos dar suas palavras. 

«Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem» (Lucas 23:34)

Pai. Jesus é “a imagem do Pai e a marca do seu ser” (Hb 1,3). No entanto, ele assumiu a deformidade dos nossos pecados e até foi “feito pecado” por Deus (cf. 2 Cor 5, 21). Contudo, ele invoca o Pai, confiante de que a sua oração será ouvida. Jesus está em oração. O pecado do mundo não conseguiu abafar a oração. A relação deles sofre pela presença do pecado, que é o mais oposto ao ser do Filho. Mas confia que o Pai saberá reconhecê-lo e que não perdeu o favor desfrutado na sua presença. 

segunda-feira, 29 de maio de 2023

A Missa e o Sacrifício da Cruz

A Missa e o Sacrifício da Cruz 

 

1) Não há dúvida, a epístola aos Hebreus inculca solenemente a unicidade do sacrifício de Cristo oferecido outrora no Calvário: nesse documento Cristo aparece como o Sacerdote Único (cf. 4,14; 6,20; 7,21, 23s) a se oferecer como Vítima Única e Perfeita (cf. 7,28) numa oblação definitiva (cf. 9,11-14; 25-28; 10,10.14). O Senhor Jesus não precisa de se oferecer muitas vezes, mas sua oblação foi feita uma vez por todas, porque, à diferença do que se dava com os sacrifícios de animais irracionais do Antigo Testamento, a oferta de Cristo possui valor infinito, capaz de expiar todos os pecados, passados, presentes e futuros, do gênero humano; cf. 4,14; 7,27; 9,12.25s28; 10,12.14.

2) Junto, porém, com a epístola aos Hebreus, devem-se considerar os textos do Novo Testamento que referem a última ceia do Senhor. Nesta, dois traços chamam a nossa atenção:

a) Jesus se apresentou na última ceia como Sacerdote e Vítima. Deve-se mesmo dizer: colocou-se em estado de Vítima que se oferecia ao Pai pelos pecados do mundo;

b) mandou aos discípulos reiterassem tal rito.

Com efeito, Jesus, ao dar aos Apóstolos o pão e o vinho consagrados, apresentava-lhes o seu corpo entregue (didómenon, em grego; cf. Lc 22,19) e o seu sangue derramado, ekchunnómenon, pela remissão dos pecados (cf. Mt 26,28: Mc 14,24; Lc 22,20). Ora no estilo bíblico as duas expressões «entregar, dar o corpo (ou a alma)» e «derramar o sangue (pelos pecados)» indicam a imolação de um sacrifício propriamente dito. Quanto a «dar o corpo, a alma», veja-se Is 53,12; Mt 20,20; Rom 8,32; Gál 1,4; 2,20; Ef 5,25; 1 Tim 2,6; Tit 2,14; Hebr 10,10. O sentido sacrifical e expiatório de «derramar o sangue (pelos pecados)» depreende-se de Rom 3,25; 5,9; Ef 1,7; Hebr 9,7; 1 Pdr 1,19; 1 Jo 1,7. 

domingo, 26 de junho de 2022

Malta: por que não havia cruz na tribuna de onde o Papa Francisco falou aos imigrantes?

 

 

Por Luiz Sérgio Solimeo

 

Como era de esperar, em sua recente viagem de 2 a 3 de abril a Malta, o Papa Francisco falou aos imigrantes africanos, que veem essa ilha como uma porta de entrada na União Europeia.

O Papa argentino é um dos mais ardentes defensores das contínuas ondas de imigrantes, na sua maioria muçulmanos, que estão conquistando a Europa em uma invasão pacífica.

De fato, em vez de assimilar a cultura e a religião do Velho Continente, eles se fecham em guetos, em muitos dos quais a polícia não ousa entrar, e se comportam como em terra conquistada. O número de mesquitas está aumentando, enquanto igrejas católicas são fechadas ou vendidas para vários propósitos profanos. [1]

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

QUINTA PALAVRA DE JESUS CRISTO NA CRUZ

cruz

 

Sciens Jesus quia omnia consummata sunt, ut consummaretur Scriptura, dixit: Sitio — “Sabendo Jesus que tudo estava cumprido, para se cumprir ainda a escritura, disse: Tenho sede”. (Io. 19, 28).

Sumário. É dupla a sede que sofre Jesus moribundo: a sede corporal, causada pelo cansaço das caminhadas, pela tristeza interior e pelo muito sangue derramado. Outra sede espiritual, isso é, o desejo da salvação eterna de todos os homens, que O faz anelar maiores tormentos, se for preciso. Ah! Se nos lembrássemos sempre desta dúplice sede do Senhor, não procuraríamos delicadezas supérfluas e esforçar-nos-íamos por reconduzir as almas a Deus. Longe de nos queixarmos das tribulações, desejá-las-íamos maiores por amor de Jesus Cristo.

***************************

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Na fragilidade o poder de Deus

[osservatoreromano]
Por José Tolentino Mendonça


O excerto de 1 Coríntios 1, 25 — «Pois a loucura de Deus é mais sábia do que os homens, e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens» — provoca desde sempre, tanto ao longo dos séculos como no tempo presente, a mesma inesgotável admiração. Nele o apóstolo trata nada menos que o desconcertante tema da fragilidade de Deus, fazendo-o de maneira inesquecível.
Não faltam as traduções que tentam ocultar a dificuldade, procurando mascarar o seu desconforto com perífrases e sintaxes forjadas justamente para evitar a linguagem da «loucura de Deus» ou da «fraqueza de Deus», preferindo um dispositivo moderador: «o que os homens acreditam ser loucura», «o que é considerado fraqueza».

quinta-feira, 11 de julho de 2019

7 coisas que você deve saber sobre a medalha e a cruz de São Bento

[infovaticana]




Aqui apresentamos 7 fatos importantes sobre esses objetos que têm muita tradição e história, ligados ao grande santo que viveu entre 480 e 547.

1. A origem da medalha é incerta

No século XVII, durante um julgamento de feitiçaria na Alemanha, mulheres acusadas testemunharam que não tinham poder sobre a Abadia de Metten porque estava sob a proteção da cruz.

Quando foi investigado, várias cruzes pintadas cercadas pelas letras que estão agora nas medalhas foram encontradas nas paredes do recinto. Mais tarde, um pergaminho com a imagem de San Benito e as frases completas que foram usadas para escrever essas abreviaturas foram encontradas.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Clinicamente morto, homem de 74 anos acorda e diz ter visto a Cruz de Cristo

[aleteia]
Por Gelsomino Del Guercio

Caso ocorrido em fevereiro continua impactando as redes sociais, com milagre atribuído ao Padre Pio e reflexões sobre o mistério da morte humana



O funeral já estava sendo organizado para Mario Lo Conte, aposentado de 74 anos da pequena cidade italiana de Montecalvo Irpino, quando, contrariando os médicos que o tinham declarado clinicamente morto, ele repentinamente acordou, surpreendendo a todos e protagonizando o que foi descrito como um “milagre intermediado pelo Padre Pio“.

domingo, 14 de abril de 2019

É verdade que a dor de Cristo na cruz foi a maior que existiu?

[aleteia]
Por Padre Paulo Ricardo

Santo Tomás de Aquino aborda esta questão 



Algumas pessoas argumentam que, cientificamente falando, não se pode dizer que a dor de Cristo foi a maior dor que já existiu, uma vez que existem gêneros muito piores de morte que a crucificação, como pessoas que morrem lentamente, corroídas por ácidos etc. Mas em que sentido se pode entender essa afirmação da Igreja, contida inclusive na doutrina de Santo Tomás de Aquino?
É o próprio Doutor Angélico que o responde, em sua Summa Theologiae:

sexta-feira, 29 de março de 2019

O que é tomar a cruz a cada dia?

[cancaonova]
Por Prof. Felipe Aquino

De modo especial “a cruz de cada dia”, aceita e assumida, “com galhardia”, sem revolta, na fé, ainda que com muitas lágrimas – elas nunca deixam de existir – nos santifica.



Jesus mandou tomar a nossa cruz a cada dia e segui-lo (Lc 9,23). O que significa isso? Qual é a cruz de cada dia? São todos os sofrimentos que nos atingem a cada dia, e que devem ser enfrentados dia a dia. “O dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). É uma cruz para cada dia. A sabedoria é viver um dia de cada vez.
Em primeiro lugar é preciso entender que se Jesus manda tomar a nossa cruz a cada dia, é então, porque isso é necessário e bom para nós, embora possa ser sofrido. Não é masoquismo. Por quê? Há várias razões.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Por que a morte de Cristo na Cruz?

[cleofas]
Por Prof. Felipe Aquino

Jamais o mundo viu ou verá um acontecimento como este: o Filho de Deus humanado é crucificado e agoniza durante três horas numa cruz. Três longas horas de dores indizíveis, sofrimentos inenarráveis na pior forma de suplício que o império romano impunha a seus opositores, bandidos, malfeitores…



Foi o drama de um Deus crucificado por amor ao homem, criatura moldada à sua “imagem e semelhança” (Gen 1,26). “Deus amou a tal ponto o mundo que deu o Seu Filho único para que todo o que Nele crer tenha a vida eterna” (Jo 3,16). “Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele quem nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados” (1Jo 4,10). “Deus demonstra seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando éramos ainda pecadores” (Rm 5,8).

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Autoridades da China ordenam retirada de cruzes em três dioceses católicas




23 Out. 18
Por Walter Sánchez Silva


PEQUIM, (ACI).- As autoridades da China lançaram uma ofensiva contra as cruzes e outras estruturas da Igreja em três dioceses do país neste mês de outubro, apenas dois dias depois do Acordo Provisório assinado com o Vaticano para a nomeação de bispos.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

S. Tomás de Aquino fala das virtudes presentes na Cruz

[aleteia]

Que necessidade havia para que o Filho de Deus sofresse por nós? Uma necessidade grande - e dupla!




Que necessidade havia para que o Filho de Deus sofresse por nós? Uma necessidade grande e, por assim dizer, dupla: para remédio contra o pecado e para exemplo do que devemos fazer.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A pedagogia da cruz

[domtotal]
Por Rodrigo Ferreira da Costa,SDN*

Só pode ser realmente seguidor de Jesus, o Messias servo sofredor, aquele que aprende da cruz a doação e o serviço gratuito aos outros.



Jesus não quis ser um missionário solitário. Desde o início do seu ministério público, ele escolheu homens e mulheres para que ficassem com Ele, experimentassem o seu jeito de ser, compartilhassem de sua ação missionária, a fim de que os mesmos fossem por Ele enviados a pregar a novidade do Reino de Deus (cf. Mc 3, 13-14).

quinta-feira, 6 de abril de 2017

O que é tomar a cruz a cada dia?

[cancaonova]
Por Prof. Felipe Aquino


De modo especial “a cruz de cada dia”, aceita e assumida, “com galhardia”, sem revolta, na fé, ainda que com muitas lágrimas – elas nunca deixam de existir – nos santifica.

 


Jesus mandou tomar a nossa cruz a cada dia e segui-lo (Lc 9,23). O que significa isso? Qual é a cruz de cada dia? São todos os sofrimentos que nos atingem a cada dia, e que devem ser enfrentados dia a dia. “O dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). É uma cruz para cada dia. A sabedoria é viver um dia de cada vez.

domingo, 12 de março de 2017

Papa: a Cruz não é um ornamento, mas um símbolo de fé

[radiovaticana]



Cidade do Vaticano (RV) – “A cruz cristã não é uma mobília da casa ou um ornamento para vestir”. O Papa Francisco quis deixar bem claro na alocução que precedeu neste domingo na Praça São Pedro a oração mariana do Angelus que a Cruz, “é um chamado ao amor com o qual Jesus se sacrificou para salvar a humanidade do mal e do pecado”.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...