Mostrando postagens com marcador Paulo VI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paulo VI. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de março de 2022

Os autores da Missa Nova

 

 

Pe. François-Marie Chautard

 

1) Paulo VI

A chamada missa de Paulo VI leva seu nome. Apesar de todas as pressões possíveis, o NOM foi assinado por Paulo VI, e data do pontificado de Paulo VI. Ele é o primeiro responsável, ele é seu verdadeiro autor. Devemos também rejeitar a idéia de que Paulo VI teria assinado às cegas os textos sobre a reforma litúrgica. 

"Para mostrar que a reforma litúrgica foi conduzida em estreita colaboração com Paulo VI, Monsenhor Bugnini afirmou: 

"Quantas horas da noite passei com ele, estudando juntos os muitos e volumosos dossiês empilhados sobre sua mesa! Ele os lia e examinava, linha por linha, palavra por palavra, anotando tudo em preto, vermelho ou azul, criticando, se necessário, com sua dialética, capaz de formular dez perguntas sobre um mesmo ponto.

"Mas essa descrição vale sobretudo para os anos 1968-1969, depois da partida de Lercaro e durante a fase mais intensa da preparação do Novus Ordo Missæ.”1

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Paulo VI era um defensor da comunhão nas mãos?

Dom Nicola Bux, a quem trouxemos a estas páginas em mais de uma ocasião, é doutor em ciências eclesiásticas orientais pelo Pontifício Instituto Oriental de Roma, foi consultor da Congregação para a Doutrina da Fé (2002-2013), do Ofício das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice (2008-2013) da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (2010-2018) e da Congregação para as Causas dos Santos (1998-2019). Em questões litúrgicas, ele foi um colaborador próximo do Papa Bento XVI.

Mão de comunhão Paulo VI  

 

Num artigo que apareceu, em parte, em La Nuova Bussola Quotidiana, o padre italiano, analisando um livro de um bispo argentino falecido há poucos anos, lembra a história do famoso perdão de Paulo VI que introduziu esta prática que foi se espalhando rapidamente até que, em 2020, com a chegada do coronavírus, poderíamos dizer que é a forma mais difundida de receber o Corpo de Cristo.

Oferecemos-lhe o artigo completo:

Comunhão na mão:  uma desobediência autorizada.

In Memoriam SER Juan Rodolfo Laise no primeiro aniversário de sua morte ( 1 ).

Até 26 de abril de 1996, o episcopado argentino foi um dos poucos no mundo a continuar a rejeitar a prática introduzida no final da década de 1960 em oposição direta à vontade do Papa Paulo VI de distribuir a Sagrada Comunhão nas mãos dos fiéis . Nesse mesmo dia, foram obtidos votos suficientes na Assembleia da Conferência Episcopal Argentina para poder pedir a Roma o perdão que permitiria a introdução desta prática contrária ao direito universal da Igreja.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Conheça a “história secreta” da Humanae Vitae de Paulo VI


Os documentos guardados no Arquivo Secreto do Vaticano permitiram ao estudioso italiano Mons. Gilfredo Marengo contar a história não conhecida sobre a origem da encíclica ‘Humanae Vitae’ do Beato Papa Paulo VI, o texto profético que no dia 25 de julho completou 50 anos de publicação e que foi rechaçado inclusive por pessoas dentro da Igreja.


Em 25 de julho de 1968, o Beato Papa Paulo VI – que em outubro deste ano será canonizado pelo Papa Francisco junto com Dom Óscar Romero – publicou a encíclica ‘Humanae Vitae’ sobre a regulação da natalidade. O texto alertou sobre as consequências de usar métodos anticoncepcionais, tais como a degradação moral, a perda do respeito pela mulher e o uso desses métodos artificiais como políticas de Estado.

domingo, 10 de junho de 2018

“A fumaça de Satanás entrou na Igreja”: o que o Papa quis dizer com isso?

[aleteia]
Por Gelsomino Del Guercio

Os tormentos de um pontífice, manifestados numa carta que permaneceu inédita até há poucas semanas



Estamos no começo da década de 1970. São tempos agitados, no mundo e na Igreja. Vivemos a imediata época pós-Concílio Vaticano II. O Papa Paulo VI escreve uma carta que permanecerá inédita até 2018, quando o conteúdo é revelado no livro “La barca di Paolo” (“A barca de Paulo“), do pe. Leonardo Sapienza, regente da Casa Pontifícia.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

A conversa tensa e dramática entre Paulo VI e Marcel Lefebvre


Em 11 de setembro de 1976, onze anos depois do Concílio, realizou-se em Castel Gandolfo um encontro entre o Papa Paulo VI e um dos principais céticos, com as reformas que ocorreram na Igreja após o referido Concílio, o arcebispo francês. Marcel Lefebvre.



Naquela época, o fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X já tinha seu próprio seminário em Écône, na diocese suíça de Friburgo, que foi reconhecido pelo bispo François Charrière. Após a recusa desta comunidade a celebrar segundo o novo missal romano de 1974, o Bispo Pierre Mamie, sucessor de Charrière, de acordo com a Conferência Episcopal Helvética e o Vaticano, retirou o reconhecimento canônico e pediu o seu encerramento.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Francisco confirma que Paulo VI será canonizado em 2018

Por Aciprensa

"Há dois bispos de Roma (recentes) que já são santos. Paulo VI será santo este ano ", disse o Papa em uma reunião com os padres da paróquia de Roma.



(ACI Prensa) - Na quinta-feira passada, 15 de fevereiro, o Papa Francis celebrou o habitual encontro anual com os padres de Roma na Basílica de São João de Latrão. Uma reunião privada de que apenas hoje o conteúdo foi conhecido.

domingo, 2 de novembro de 2014

A amizade espiritual entre Paulo VI e Dom Helder Camara. Entrevista especial com Ivanir Rampon

“Para ambos, o Vaticano II não se reduziu apenas a um evento pontual, mas era um ‘espírito’, uma ‘nova forma de ser Igreja’”, constata o teólogo.

Foto: nucleodememoria.vrac.puc-rio.br
IHU - A amizade entre Dom Helder Camara e Paulo VI teve reflexos para além da relação que ambos mantiveram ao longo de quase 30 anos. “Para ambos, o Concílio Vaticano II tornou-se uma missão”, e suas preocupações sociais repercutiram posteriormente no papado de Paulo VI, na encíclica Populorum Progresso e no desenvolvimento da Igreja brasileira durante o regime militar.
De acordo com Ivanir Rampon, autor do livro Paulo VI e Dom Helder Camara - Exemplo de uma amizade espiritual, recém lançado pela Editora Paulinas, “Dom Helder e Paulo VI eram abertos à ação do Espírito Santo em suas vidas, na Igreja, no mundo... E isto não era um discurso formal, mas um modo de ser, uma espiritualidade”.
Publicado como “uma homenagem ao novo beato e a Dom Helder (tendo em vista o pedido de abertura do processo de beatificação)”, o livro de Rampon assinala, entre outras questões, como o Concílio Vaticano II deu aos amigos “fundamentos consistentes para propagar um ‘cristianismo libertador, promotor da paz e da justiça’”, e como ambos “entendiam que a ‘religião’ não poderia ser tida como ópio do povo porque ‘esquecia a vida terrena’ e defendia a ordem social que, não raro, era injusta, usava do freio da prudência para evitar mudanças sociais. Ora, a Igreja Católica estava no propósito de tornar-se servidora e pobre e de engajar-se, decididamente, na luta por uma sociedade fraterna”.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Paulo VI soube «dar a Deus o que é de Deus»

Homilia do Papa Francisco na Santa Missa de encerramento do Sínodo Extraordinário sobre a Família e beatificação do Servo de Deus Papa Paulo VI.

 

Cidade do Vaticano, (Zenit.org 
Por Redacao


Apresentamos a homilia do Papa Francisco na Santa Missa de encerramento do Sínodo Extraordinário sobre a Família e beatificação do Servo de Deus Papa Paulo VI realizada neste domingo, 19 de Outubro de 2014, na Praça de São Pedro.
Acabámos de ouvir uma das frases mais célebres de todo o Evangelho: «Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus» (Mt 22, 21).

domingo, 19 de outubro de 2014

Homilia do Papa Francisco na cerimônia de beatificação de Paulo VI



19 Out. 14

VATICANO, (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco presidiu neste domingo a cerimônia de beatificação de Paulo VI e encerramento do Sínodo da Família 2014, na qual destacou o trabalho evangelizador de seu predecessor e agradeceu pelo dom do Sínodo.
À continuação, apresentamos a íntegra da homilia pronunciada pelo Santo Padre:

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Que surpresa a ''Ecclesiam suam''!

ihu - A releitura da Ecclesiam suam de Paulo VI reserva algumas surpresas, mesmo para aqueles que viveram, em estreita proximidade, o desenvolvimento da perspectiva que ela introduziu na mente católica na metade do século que nos separa da sua publicação. Tal perspectiva é comumente resumida no forte impulso conferido ao estilo do diálogo, indicado como a atitude mais idônea para caracterizar a forma da comunicação cristã da fé e na fé.
A opinião é do teólogo Pierangelo Sequeri, reitor da Facoltà Teologica dell'Italia Settentrionale, em artigo publicado no jornal L'Osservatore Romano, 10-08-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Eis o texto.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Paulo VI na Terra Santa. Há 50 anos, o início das viagens papais

ihu - Foi a primeira das nove viagens ao estrangeiro de Paulo VI (desde 1812, quando Pio VII foi levado por Napoleão ao exílio forçado de Fontainebleau, nenhum dos Pontífices havia saído da Itália). O Papa Montini, em janeiro de 1964, com o Concílio em andamento, fez uma breve, mas intensa peregrinação de três dias à Terra Santa, onde visitou 11 locais de dois países diferentes. Em maio de 2014, para comemorar o 50º aniversário daquela visita, o Papa Francisco visitará a Terra Santa e abraçará ao Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I.
Fonte: http://goo.gl/3CtW5L
A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada por Vatican Insider, 20-05-2014. A tradução é do Cepat.
Ao concluir os trabalhos da segunda sessão do Vaticano II, no dia 4 de dezembro de 1963, o Papa Montini anunciou supreendentemente aos padres conciliares: “Estamos convencidos de que para obter um bom resultado do Concílio, devemos elevar pias súplicas, multiplicar as obras e, após maduras reflexões e muitas orações dirigidas a Deus, decidimos nos dirigir como peregrinos àquela terra, pátria do Senhor nosso Jesus Cristo... com a intenção de reevocar, pessoalmente, os principais mistérios de nossa salvação, ou seja, a encarnação e a redenção”.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Milagre atribuído a Paulo VI mostra que Deus ama a vida desde a concepção, assegura postulador

Paulo VI

08 Mai 14

Vaticano, (ACI/EWTN Noticias).- “Um milagre acontecido na vida de uma criança dentro do seio materno é algo extraordinário que nos diz que há uma vida aí e que Deus quer protege-la desde a concepção”, explicou o Padre Antonio Marrazzo, postulador da Causa de Canonização do Papa Paulo VI, ao confirmar que só falta a aprovação do Papa Francisco para definir a data da beatificação do Papa Montini.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Paulo VI vai ser beatificado



O Papa Paulo VI vai ser beatificado no final do Sínodo dos Bispos, em outubro, segundo uma fonte próxima ao caso.


sábado, 21 de dezembro de 2013

PAULO VI - Um Papa em meio à tempestade

O século XX foi tumultuada, vendo o mundo arrancado de um extremo ao outro, do Estado de monarquia para as ditaduras fascistas e comunistas que surgiram na esteira da Primeira Guerra Mundial, a partir da violenta perseguição de inocentes sob regimes repressivos a violência anti-establishment do terrorismo e da guerra de guerrilha. Mortes disparou como as taxas de natalidade despencaram. E, como a tempestade de ideologia, confusão, ódio e atingiu o seu pico, um líder gentil e sábio assumiu o comando para dirigir a Igreja Católica por esta tempestade.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Os médicos aprovam o “milagre” de Paulo VI

ihu - A junta médica da Congregação para a Causa dos Santos, presidida pelo doutor Patrizio Polisca – médico pessoal de Bento XVI e agora de Francisco –, declarou, nesta quinta-feira, “inexplicável” a cura ocorrida graças à intercessão de João Batista Montini, o Papa Paulo VI. Agora o suposto milagre deverá ser validado por teólogos e cardeais, antes da aprovação do Pontífice, mas a parte mais difícil foi superada; pode-se com facilidade prever que a beatificação de Montini será um fato nos próximos meses.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paulo VI beato: os cardeais dizem ''sim'' por unanimidade

17/12/2012

unisinos - Depois dos teólogos, os cardeais e bispos da Congregação para as Causas dos Santos deram a sua luz verde para a beatificação de Paulo VI, o papa que concluiu o Concílio Ecumênico Vaticano II e que liderou a Igreja nos anos difíceis do pós-Concílio. A reunião da consulta ocorreu no dia 10 de dezembro, na sede da Congregação. O resultado da votação foi positivo. Todos os presentes por unanimidade, aprovaram a Positio, ou seja, a documentação do processo, expressando-se favoravelmente à "heroicidade das virtudes" de Giovanni Battista Montini, eleito papa com o nome de Paulo VI em 1963 e que morreu em 1978. A reunião anterior dos teólogos também teve um resultado unanimemente positivo.

A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 14-12-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Indulgências?

[reporterdecristo]

12 de novembro de 2012

Por amancot 

Sempre fomos muito questionados a respeito da doutrina das indulgências. Mas, o que, de fato, são indulgências? Existe algum fundamento bíblico para essa doutrina? Quem pode consegui-las? O que se ganha com elas? Com a palavra Sua Santidade o Papa Paulo VI.

CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA*
INDULGENTIARUM DOCTRINA

DE SUA SANTIDADE
O PAPA PAULO VI
SOBRE A DOUTRINA DAS INDULGÊNCIAS
PAULO BISPO,
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
PARA PERPÉTUA MEMÓRIA
I
 
1. A doutrina e o uso das indulgências vigentes na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na revelação divina, (1) a qual vindo dos Apóstolos “se desenvolve na Igreja sob a assistência do Espírito Santo”, enquanto “a Igreja, no decorrer dos séculos, tende continuamente para a plenitude da verdade divina, até que se cumpram nela as palavras de Deus”. (2)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Paulo VI pode estar próximo de ser beatificado

16/10/2012

ihu - Paulo VI (João Batista Montini) (foto), o Papa que conduziu três das quatro sessões do Concílio Vaticano II e que dirigiu a Igreja no difícil período pós-conciliar, poderá ser proclamado beato em 2013.

A reportagem é de Andrea Tornielli, publicado no sítio Vatican Insider, 12-10-2012. A tradução é do Cepat.

Nas últimas semanas, o congresso de teólogos da Congregação para as Causas dos Santos, depois de ter examinado a “Positio”, com os documentos do processo canônico, expressou seu voto favorável, sem nenhuma objeção. No próximo dia 11 de dezembro, os cardeais e os bispos, que fazem parte desta Congregação, vão se expressar a esse respeito. Considerada a posição favorável dos teólogos, o sinal verde dos cardeais é considerado altamente provável.

Desta forma, durante o próximo consistório para os decretos sobre as beatificações e as canonizações (previsto para antes do Natal), Bento XVI poderá promulgar o decreto que reconhece as “virtudes heroicas” do Papa Montini, para marcar o final do processo. Para a cerimônia de beatificação, faltaria apenas o reconhecimento de um milagre por intercessão do candidato aos altares.

terça-feira, 10 de julho de 2012

João Paulo I e Paulo VI poderiam subir aos altares durante o Ano da Fé

                                      João Paulo I e Paulo VI.
10 Jul. 12 

ROMA (ACI) - No próximo Ano da Fé que comemora o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, o Papa Bento XVI poderia elevar aos altares dois Papas que participaram do Concílio e foram seus predecessores na Cátedra de Pedro: João Paulo I e Paulo VI.

No dia 1º de maio de 2011, Bento XVI beatificou João Paulo II e com as duas possíveis beatificações, seria a primeira vez na história que um Papa beatificará três de seus antecessores.

O Corriere delle Alpi, jornal que segue de perto as notícias sobre João Paulo I, por ser do lugar onde o Pontífice desempenhou seu trabalho como pároco, publicou no último 25 de junho umas declarações do Prefeito Emérito para as Causas dos Santos, Cardeal José Saraiva Martins, quem assinalou que seria possível a beatificação dos dois pontífices durante o Ano da Fé.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Paulo VI e a “fumaça de Satanás”, presente na Igreja há quarenta anos‏

Imagem da Diocesi Porto-Santa Rufina

20/06/2012

padremarcelotenorio - Como bem notou um vaticanista recentemente, Paulo VI fez notar a entrada da “fumaça de Satanás” na Igreja, mas ninguém a viu sair… De fato, a dúvida, a inquietação, os confrontosque caracterizam uma terrível crise de fé, têm sua causa em buscar a luz fora da Igreja, através das janelas imprudentemente abertas para o mundo no Concílio Vaticano II. É essa mesma crise de fé que penetrou hoje até o fundo no povo católico, expondo-o à influência da modernidade sem nenhum princípio moral. Pois, embora notada e lastimada por Paulo VI em 1972, a crise não foi combatida em suas causas.
 
Artigo Michelangelo Nasca 
Publicado em  Vatican Insider 
Comentário Lucia Zucchi

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...