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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

“Grito dos Excluídos” da CNBB inclui transexuais, travestis e religão indígena

Logomarca Grito dos Excluídos 2021

 

O grito dos excluídos, manifestação de protesto da CNBB que há 27 anos se contrapõe à celebração do Dia da Pátria no dia 7 de setembro, propõe este ano do juntar-se "ao grito das pessoas transexuais e travestis" e equipara o Reino de Deus à Terra sem males, conceito da religião dos guaranis.

“A proposta do Grito dos Excluídos e Excluídas surgiu em 1994, a partir do processo da 2ª Semana Social Brasileira, da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), cujo tema era Brasil, alternativas e protagonistas, inspirada na Campanha da Fraternidade de 1995, com o lema: A fraternidade e os excluídos. Entre as motivações que levaram à escolha do dia 7 de setembro para a realização do Grito dos/as Excluídos/as estão a de fazer um contraponto ao Grito da Independência”, diz o site oficial do evento.

“O primeiro Grito dos Excluídos/as foi realizado em 7 de setembro de 1995, tendo como lema A vida em primeiro lugar”. “A partir de 1996, o Grito foi assumido pela CNBB que o aprovou em sua Assembleia Geral, como parte do PRNM (Projeto Rumo ao Novo Milênio -doc.  56nº129). A cada ano, se efetiva como uma imensa construção coletiva, antes, durante e após o Sete de Setembro. Mais do que uma articulação, o Grito é um processo, é uma manifestação popular”, prossegue o site.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Cardeal mexicano designado creditado por construir uma igreja indígena


 

Por David Agren 

 

Cidade do México - Vários meses após a eleição do Papa Francisco em 2013, o bispo Felipe Arizmendi Esquivel, de San Cristóbal de Las Casas, enviou uma carta pedindo ao novo papa que revisitasse o tema da ordenação de diáconos indígenas.

O Papa Francisco respondeu imediatamente e propôs um encontro com o bispo mexicano para 12 de dezembro de 2013. As ordenações de diáconos indígenas - proibidas pelo Vaticano por mais de uma década - foram retomadas logo depois.

O cardeal indicado Arizmendi, de 80 anos, estava entre os 13 religiosos nomeados para o Colégio Cardinalício em 25 de outubro. Devido à sua idade, ele não participará de nenhum conclaves para futuros papas eleitos.

domingo, 26 de abril de 2020

Rosto Amazônico: diocese de Alto Solimões ordena o primeiro diácono permanente indígena


Uma diocese de Alto Solimões (AM) conta, desde o último domingo, dia 15 de março, com um diácono permanente indígena. Antelmo Pereira Ângelo, do povo Ticuna, é o primeiro de sua etnia a receber o primeiro grau de Sacramento da Ordem. O bispo diocesano, dom Aldofo Zon Pereira, presidiu a celebração eucarística na Igreja Matriz da Paróquia São Francisco de Assis, em Belém do Solimões (AM), quando foi realizada uma ordenação diaconal.
A investidura de membros de comunidades e etnias amazônicas nos ministérios leigos e ordenados é o que ficou conhecido pelo desejo de Papa Francisco de uma Igreja com rosto amazônico e também que não tem sonho eclesial de pontifício na exortação apostólica pós-sinodal Querida Amazônia.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Tribalismo indígena, ideal da neomissiologia

[abim]
Por Carlos Sodré Lanna

Igreja de Na. Sra. da Assunção (Reritiba, ES), construída pelo Padre Anchieta em 1564 — Afresco de Giuseppe Irlandini, Palácio Anchieta (Vitória, ES). Edifício religioso, símbolo arquitetônico da autêntica missiologia, que foi empreendida pelo Apóstolo do Brasil e abnegados religiosos nos primórdios de nossa História.

Uma nova ordem para a sociedade, baseada na organização tribal, porque índio vive em comunidade de bens, numa ausência completa de salários, patrões etc. Somente a tribo prevalece, absorvendo quase todas as liberdades individuais.

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