Por Plinio Maria Solimeo
Nos antigos tempos de fé, a população via nas
catástrofes, epidemias e outros fenômenos naturais descontrolados uma
punição divina para os desmandos da sociedade. A Igreja promovia então
procissões e orações públicas rogatórias de reparação, suplicando à
Majestade Divina que fizesse cessar o flagelo.
Hoje a Igreja fecha suas portas, privando os fiéis do Santo Sacrifício da Missa e da reconciliação com Deus através do sacramento da confissão. Por medo do vírus, nega-lhes toda assistência religiosa e, em muitos casos, até os deixa morrer sem os últimos sacramentos.
Hoje a Igreja fecha suas portas, privando os fiéis do Santo Sacrifício da Missa e da reconciliação com Deus através do sacramento da confissão. Por medo do vírus, nega-lhes toda assistência religiosa e, em muitos casos, até os deixa morrer sem os últimos sacramentos.