Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. (Ef 5, 8-11)
REDAÇÃO CENTRAL, (ACI/EWTN Noticias).-
No próximo domingo 12 de maio, estima-se que mais de 15 mil pessoas se
congregarão nos subúrbios do histórico Coliseu de Roma (Itália) para
participar da terceira Marcia per la Vita (Marcha pela Vida)
que contará com a presença dos principais representantes das grandes
organizações pró-vida em todo o mundo, assim como membros do clero e da
realeza europeia.
"O Brasil não tem conseguido diminuir a incidência do HIV/Aids", diz George Gouvea, do Pela Vidda
Presidente do Grupo Pela Vidda, referência no Estado do Rio no
atendimento a pessoas com o HIV, o psicanalista George Gouvea vem
denunciando as falhas do programa DST/Aids do Ministério da Saúde. Para
ele, o Brasil vive uma “epidemia descontrolada”, ao contrário da palavra
oficial do Ministério que reafirma controle da doença.
Os números oficiais dão essa certeza ao presidente do Pela Vidda. Nos
últimos dez anos, pelo menos 102 mil soropositivos morreram no país e
311 mil novos casos foram notificados (dados consolidados até 2010).
Apesar de os números anuais não sofrerem grandes variações (média de 11
mil mortes e 34 mil novos casos por ano), Gouvea critica o uso do termo
"estabilidade" para classificar os números no Brasil. "Seria o mesmo que
considerar 10 mil mortes de judeus por ano no holocausto um número
estável", diz.
Em recente publicação, a Fiocruz, órgão do Governo Federal, pediu uma
"correção de rumo" para o programa DST/Aids no país. "Ao contrário do
que se tem observado em outros países que também instituíram programas
de acesso universal ao tratamento e têm observado queda na incidência de
novas infecções, o Brasil não tem conseguido diminuir a incidência do
HIV/Aids", aponta o documento.
Para o presidente da ONG, campanhas de prevenção a Aids devem contar
com a participação do público-alvo para a obtenção de resultados
positivos.“Não tem como eu ir para uma esquina falar com uma travesti
sobre prevenção, a travesti vai rir da minha cara e tem toda a razão de
fazer isso”. O Grupo Pela Vidda atende cerca de 300 pessoas por mês e
realiza assistência jurídica, reuniões de acolhimento e palestras, entre
outras atividades.