Em resposta às dúvidas de um leitor, o jornal dos bispos falsifica os pronunciamentos finais da Igreja sobre o tema da homossexualidade e até Amoris Laetitia. Objetivo: legitimar a homossexualidade e a transexualidade sob o pretexto de acolher as pessoas. Tommaso Scandroglio explica isso em La Nuova Bussola Quotidiana.
Francesca Abbona escreve ao jornal episcopal Avvenire, apontando uma distinção que o jornal da CEI parece nunca fazer: é bom acolher gays e transexuais, mas não esqueçamos de lembrar a verdade da Igreja sobre homossexualidade e transexualidade.
Responde Luciano Moia, defensor oficial das questões LGBT da Avvenire. “Este é um problema delicado e complexo que ainda espera um estudo mais ponderado e sereno por parte da Igreja”. Falso. Não é necessário esperar por nenhuma resposta, porque a Igreja já se pronunciou várias vezes de forma definitiva sobre o tema da homossexualidade, como atestam os seguintes documentos: «Apoiando-se na Sagrada Escritura, que apresenta as relações homossexuais como uma depravação grave, a Tradição sempre declarou que 'os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados'” (Congregação para a Doutrina da Fé, Persona humana, n. 8).