A controvérsia em torno da morte encefálica atinge um novo patamar com as reflexões apresentadas pela Igreja Católica e pela comunidade médica, que questionam critérios estabelecidos e levantam questões éticas fundamentais.
Quando o cérebro morre? Embora o conceito de morte cerebral tenha sido amplamente aceito pelos profissionais médicos desde o final da década de 1960, permanecem questões importantes sobre a sua natureza exata.
O Centro Nacional Católico de Bioética (NCBC) divulgou um relatório, “Integridade na Determinação da Morte Cerebral: Desafios Recentes e Próximos Passos”, para chamar a atenção para os desenvolvimentos recentes que devem levantar sérias preocupações e que exortam os líderes católicos nos setores médico e de saúde para fornecer coerência e clareza sobre a questão.
Existem duas maneiras pelas quais a equipe médica pode declarar alguém morto. O mais comum é conhecido como “morte circulatória”, na qual o coração de uma pessoa para de bater e não consegue recomeçar.
O segundo método é a morte cerebral. É declarado quando uma pessoa sofre uma lesão cerebral catastrófica que causa a cessação permanente de todas as funções cerebrais.