À medida que os bispos do país emitem um novo documento incentivando a diversidade de identidades sexuais nas escolas católicas, o sociólogo católico alemão Gabriele Kuby explica toda a extensão da crise.
![]() |
| Dom Georg Baetzing, presidente da Conferência Episcopal Alemã |
Por Eduardo Pentin
Um documento recentemente publicado dos bispos alemães encorajando os alunos da escola católica a se auto-identificarem de acordo com sua “identidade sexual” é o mais recente desvio significativo da conferência dos bispos do ensinamento da Igreja, re-acendendo a conversa de um possível novo cisma nascido na Alemanha.
A “ajuda de orientação”, publicada em 30 de outubro, afirma que as escolas católicas devem considerar “a diversidade de identidades sexuais é um fato”, efetivamente normalizando qualquer aluno para se auto-identificar como lésbica, gay, bissexual, transgênero, intersexual e não-binário.
Os professores são ainda encorajados a usar uma linguagem que reflita “a diversidade de identidades sexuais” e são aconselhados a apresentar questões de moralidade sexual como “disputadas”, permitindo que os alunos formem seus próprios julgamentos.
Apenas três bispos alemães expressaram publicamente sua oposição ao documento: os bispos Stefan Oster, de Passau, e Rudolf Voderholzer, de Regensburg, e o cardeal Rainer Maria Woelki, arcebispo de Colônia.










