Uma das grandes discussões em torno da questão do aborto é a do sofrimento fetal. Um famoso documentário, lançado em 1984, intitulado “O Grito Silencioso” e dirigido por Bernard Nathanson, um abortista que se arrependeu diante das imagens que observou, foi objeto de acalorada controvérsia.
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| Maureen Condic, autora do estudo |
Alguns, como o professor Etienne-Emile Beaulieu, conhecido pelo desenvolvimento do RU 486, esse “pesticida humano” segundo o professor Lejeune, o descreveram como uma fraude científica. Ginecologistas famosos a defenderam fortemente. Mas hoje, com o conhecimento recente adquirido em vários campos, existe alguma certeza sobre a realidade do sofrimento fetal.
Aqui está um resumo de um artigo de Maureen Condic, PhD, Professora Associada de Neurobiologia da Universidade de Utah, que também trabalha para o Instituto Charlotte Lozier (pró-vida).
O progresso científico tornou possível esclarecer quais estruturas do cérebro são necessárias para o feto sentir dor.
Os cientistas há muito tempo e quase universalmente concordam que as conexões entre a medula espinhal fetal e o cérebro se formam entre 12 e 18 semanas. Mas evidências crescentes mostram que essas conexões, que se desenvolvem muito tarde, não são necessárias para sentir dor. É aceito que o feto pode e sente dor já no início do segundo trimestre, que é entre 12 a 14 semanas.







