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quinta-feira, 13 de novembro de 2025

O Arcebispo de Medellín: "O espiritismo afasta as pessoas de Deus e cria confusão entre os fiéis."

O texto destaca que essas atividades exploram a tendência humana natural ao mistério para promover doutrinas incompatíveis com a fé cristã. Menciona também magnetismo, telepatia, sono hipnótico, levitação de objetos, movimentos do tabuleiro Ouija e escrita automática.

O Arcebispo de Medellín: "O espiritismo afasta as pessoas de Deus e cria confusão entre os fiéis."

Monsenhor Ricardo Tobón alerta sobre os perigos do espiritismo e da necromancia.

 

O Arcebispo Ricardo Tobón Restrepo publicou um alerta no site da Conferência Episcopal Colombiana sobre a disseminação de práticas espiritualistas na sociedade contemporânea. O Arcebispo de Medellín destaca que essas atividades exploram a tendência humana ao mistério para promover doutrinas incompatíveis com a fé cristã.

Uma atração natural pelo oculto.

Segundo o prelado, o ser humano experimenta naturalmente “uma tendência para o misterioso e uma atração por experiências estranhas e ocultas”. Esta realidade, que é percebida na própria natureza humana e demonstrada ao longo da história, é explorada por praticantes do espiritualismo moderno, que é inspirado por práticas antigas, mas adotou novas formas desde o século XIX.

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Os fiéis têm pleno direito de se defenderem de uma agressão litúrgica – mesmo quando esta provém do Papa

 


Por José Antonio Ureta

 

Com um golpe de caneta, no dia 16 de julho (festa de Nossa Senhora do Carmo), o Papa Francisco tomou medidas concretas para abolir na prática o rito latino da Santa Missa, que vigorou substancialmente desde São Dâmaso, no fim do século IV — com acréscimos de São Gregório Magno no fim do século VI —, até o missal de 1962, promulgado por João XXIII.

A intenção de restringir gradualmente, até a sua extinção, o uso desse rito imemorial, patenteia-se na carta que acompanha o ‘motu próprio’ Traditionis Custodes, na qual o pontífice reinante insta os bispos do mundo inteiro a “atuar para que se regresse a uma forma celebrativa unitária” com os missais de Paulo VI e João Paulo II, que passam a ser “a única expressão da lex orandi do Rito Romano”. Sua consequência prática é que os sacerdotes de rito latino não têm mais o direito de celebrar a missa tradicional, só podendo fazê-lo com permissão do bispo — e da Santa Sé, para os que doravante forem ordenados!

A pergunta óbvia que surge diante dessa drástica medida é a seguinte: um tem um Papa poder para derrogar um rito que vigorou na Igreja por 1400 anos e cujos elementos essenciais provêm dos tempos apostólicos? Porque, se de um lado o Vigário de Cristo tem a plena et suprema potestas nas matérias atinentes “à disciplina e ao governo da Igreja difundida pelo orbe”[1], conforme ensina o Concilio Vaticano I, de outro lado ele deve respeitar os costumes universais da Igreja em matéria litúrgica.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Como a aceitação do espírito do mundo afasta os fiéis

[abim]
Por Plinio Maria Solimeo


A crise pela qual passa a Igreja Católica atinge também as confissões protestantes e resulta em grande parte do desejo de estarem acordes com o espírito do mundo. Isso tem provocado o afastamento de muitos de seus fiéis. Um exemplo característico, na área protestante, é o da Igreja Anglicana do Canadá. Pelo fato de admitir mulheres como bispos e sacerdotes, o “casamento” homossexual, como também adotar uma posição dúbia em relação ao aborto, ela tem perdido tantos seguidores, que está fadada a desaparecer nos próximos 20 anos.
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