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sexta-feira, 6 de março de 2026

A Questão da Obediência

Há diversos comentaristas católicos que expressam seu desprezo pela "desobediência" da FSSPX, mas, ao mesmo tempo, se veem desobedecendo a certos mandamentos do Vaticano.

https://crisismagazinecom.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/Veldhoven_Archbishop_Lefebvre_giving_Communion_with_Franz_Schmidberger-e1772653981639.jpg 

 

Por Kennedy Hall

 

Nenhuma conversa sobre a FSSPX está completa sem que a palavra “obediência” seja jogada. E, com toda a justiça, a natureza da obediência está realmente no centro da questão, então isso faz sentido. No entanto, no contexto dessas conversas, a noção de obediência parece assumir frequentemente um caráter que exalta essa virtude particular acima de tudo o resto. Tem-se a impressão de que os católicos modernos foram formados com uma tradução da Bíblia que apresenta St. Os famosos tratados de Paulo sobre a caridade com a palavra “caridade” traduzido como “obediência”: “E agora restam fé, esperança e caridade, estes três”, escreve Paulo, “mas o maior deles é a obediência”.

Agora, pode parecer que estou caricaturando a posição de comentaristas que se opõem à Sociedade, mas acho que não. Os comentaristas eruditos que se opõem à Fraternidade, e o fazem de forma inteligente e de boa fé, geralmente não têm problemas em admitir que a crise na Igreja é única e universal – o que significa que ela é grave e não pode ser ignorada e que toca em todos os aspectos da vida da Igreja, assim prejudica a vida dos católicos. No entanto, não importa o quão ruim a crise, ou quão corrupta a hierarquia possa ser, e assim por diante, para aqueles que plantaram sua bandeira no campo da “obediência”, é simplesmente além do pálido que a Sociedade poderia ser justificada em suas ações.

sábado, 18 de janeiro de 2025

O demônio da falsa obediência

https://adelantelafe.com/wp-content/uploads/2025/01/falsa-obediencia-1.jpg 

 

Por Tom I. González através de Pondal Tradução

 

Ai dos príncipes da Igreja que se dedicaram a colocar sua autoridade com orgulho. Nossa Senhora de la Salette) (em inglês)

Vamos concordar que, se um general que enfrenta mil guerreiros guerreiros brilhantes coloca na frente de batalha um punhado de cem meninas bêbadas, é muito louco pegar os cabelos e exclamar: "Oh... o que aconteceu? Nós perdemos". Definitivamente, o general ou não estava em todas as suas mentes ou estar em siga com a mente queria deliberadamente perder a batalha, que equivale, em outras palavras, a querer que o inimigo vencesse. Se estes últimos são dados, várias são as consequências e qualificações que estão à frente da autoridade militar que traiu a deles.

Diante do acima, uma frase poderia ser cunhada: Diga-me quem você escolher e eu lhe direi o que você tira, porque se para o confronto selvagem os fracos e torcidos, o triunfo for removido.

Há alvoroço nos Estados Unidos e em algumas partes do mundo porque Francisco nomeou o mega-progressista, o cardeal Robert W. McElroy, como arcebispo de Washington. As posições públicas do eclesiástico são, como esperado, aplaudidas pelo mundo: apoia as diretrizes LGBT; apoia que os políticos do aborto (Biden) possam comunitar-se; apoie a ideia de que Biden é um homem de fé; ele apoia que a legislação do aborto é uma espécie de público; ele apoia a ideia de que o Islão não é uma religião violenta e apoia a ideia de que a estátua da liberdade é um sinal majestoso e cheio de esperança. É claro que o mencionado cardeal encontra seu caminho progressivo protegido por guias que foram capazes de defender algumas das posições acima mencionadas; seu escudo episcopal pode ser regalado para levar o nome desse documento que emanam do Vaticano II e da titulação escura, Dignitatis Humanae, e sua posição sobre os políticos do aborto admitidos à Comunhão, que ele expandiu em um ensaio de sua autoria - ele a endossa com exemplos de João Paulo II distribuindo a Eucaristia.

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Padres alemães desafiam Santa Sé e abençoam uniões homossexuais

Um serviço de bênção para homossexuais na Igreja da Juventude em Würzburg, Alemanha, 10 de maio. Foto: Gehrig / CNA Deutsch

 

Desafiando o "não" do Vaticano às bênçãos das uniões homossexuais na Igreja Católica, padres e agentes pastorais de toda a Alemanha conduziram cerimônias de bênção para casais do mesmo sexo neste 10 de maio.

Os organizadores da bênção, realizada em protesto contra um documento do Vaticano publicado no dia 15 de março que indica que a Igreja não tem poder de abençoar estas uniões, utilizaram a hashtag "#liebegewinnt" ("o amor vence") e chamaram o evento "Segnungsgottesdiensten für Liebende", ou "serviços de bênção para aqueles que se amam".

O evento teve basicamente conotação política. CNA Deutsch, agência em alemão do grupo ACI, relatou que algumas bênçãosforam feitas longe do  público. Em Würzburg, Aachen, Berlim, Frankfurt, Mainz e Colônia, vários serviços foram realizados ao mesmo tempo. Quase 130 participantes se reuniram na igreja de Santo Agostinho não muito longe da catedral de Würzburg, ao mesmo tempo em que cerca de 40 pessoas assistiam à missa. 

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Cardeais, bispos, padres pedem ao Papa que pare com o cisma da Igreja Católica na Alemanha

A Igreja na Alemanha 'tende diariamente' ao 'cisma declarado e à heresia'.  


 

Por Pete Baklinski

 

Um cardeal, dois bispos e uma dúzia de padres estão pedindo ao Papa Francisco que intervenha para impedir a Igreja Católica na Alemanha de entrar em “cisma”, continuando em seu herético Caminho Sinodal e, assim, separando-se do Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica fundada por Cristo.

“A Senda Sinodal Alemã, iniciada em 2019, tem sido, nos últimos dois anos, terreno fértil para o planejamento e posterior homogeneização de ideias e teorias que são flagrantemente contrárias ao imutável e perene Magistério da Santa Igreja Católica, fundada pela Divino Salvador sobre a sólida rocha dos Apóstolos”, declara o apelo.

“Preocupados com esta triste situação, nós, Pastores da Igreja Católica e fiéis leigos, empenhados na defesa da Verdade da Fé, pedimos ao Santo Padre que tome as medidas necessárias para pôr fim a estes desvios do Caminho Sinodal Alemão e, se necessário, aplicar as sanções canônicas apropriadas contra os promotores deste tremendo desvio tanto da doutrina quanto da comunhão com as Chaves de Pedro”, acrescenta.

O desafio para Roma está consumado

 

O desafio alemão à Tradição e ao Magistério da Igreja já é uma realidade. A iniciativa #liebegewinnt - o amor vence - anunciando bênçãos para casais gays em igrejas por toda a Alemanha começou ontem e tem bênçãos programadas para o dia inteiro de hoje.

Este movimento surgiu como uma resposta ao 'responsum' da Congregação para a Doutrina da Fé, que o Santo Padre aprovou, no qual estava claramente afirmado que as uniões homossexuais não podiam ser abençoadas.

Os setores mais progressistas da Igreja alemã rasgaram suas roupas pela resposta do Vaticano, que nada mais fez do que lembrar o óbvio, e a indignação canalizada para esta iniciativa que começou ontem em alguns templos.

sábado, 8 de maio de 2021

Desobedecendo a Roma: quais são as consequências?

(CWR) - Chamados subliminares ou abertos para desobedecer à recente proibição da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) levantam algumas questões sobre as possíveis consequências que tal conduta contra a unidade da Igreja poderia ter.


 

As reações rebeldes dos bispos e outros oficiais da Igreja nas regiões de língua alemã à responsum (decisão) da Congregação para a Doutrina da Fé contra a bênção de casais homossexuais levantam muitas questões: o que pode acontecer a um bispo que chama publicamente por desobediência a Roma ou a tolera? Um católico que não se sente representado por seu próprio bispo neste assunto pode ir diretamente a Roma? O padre Gero Weishaupt, canonista e juiz do tribunal da diocese de Colônia, respondeu a essas e outras perguntas em uma entrevista com kath.net.

Weishaupt*, o que pode acontecer canonicamente a um bispo que, ao contrário do Responsum, pessoalmente abençoa casais do mesmo sexo, explicitamente os convoca ou encoraja em sua diocese, ou tolera conscientemente tais bênçãos?

Se, apesar do responsum da Congregação para a Doutrina da Fé - que foi publicado por despacho do Papa Francisco, que assim deixou claro que a reivindica como sua - um bispo permite que tais bênçãos sejam realizadas em sua diocese, os encoraja ou simplesmente os tolera, o que é claramente um ato de desobediência do bispo ao papa, cujos oficiais da Cúria agem em seu nome em questões de fé e moral. A desobediência, portanto, afeta o papa diretamente, e a CDF indiretamente.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A santa desobediência

[revistahispanica]


Eu sinto a necessidade de dedicar um artigo ao assunto da obediência, devido aos recentes e não tão recentes eventos dolorosos que ocorreram no campo eclesiástico, tanto secular como regular. Mas este artigo não é apenas orientado para religiosos e sacerdotes, mas também para leigos. Pretendo abordar esta questão, não apenas do ponto de vista do superior (pai, abade ou bispo), mas do ponto de vista do sujeito (filho, monge e sacerdote). Sem pretender culpar os superiores depravados que agem com malícia e perversão óbvias, também é possível culpar parcialmente os sujeitos que não sabem obedecer.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Breves considerações em torno do mal


cristacatolica - É pelas linhas históricas, mas também cheias de simbolismos e significados do Gênesis, que vemos narrado as primeiras páginas da imensa crônica de nossa história. Páginas que possuem doutrinas fundamentais para nossa Fé. E, que de certo modo, servem de "pedestal" para a Teologia, sem as quais, muitas verdades se sentiriam abaladas ou simplesmente cairiam por terra.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Em 'afronta' ao papa, procissão desvia rota para homenagear mafioso

[bbc]
10 de julho, 2014

A procissão de 2 de julho que se desviou de seu curso (AP)
Procissão desviou-se de seu curso natural até a casa de mafioso detido em prisão domiciliar.

O bispo de uma pequena diocese no sul da Itália suspendeu por tempo indeterminado todas as procissões religiosas locais, depois que uma delas foi "desviada" para prestar homenagem a um líder mafioso cumprindo prisão perpétua domiciliar.
Na procissão pela cidade de Oppido Mamertina, em 2 de julho, o grupo que seguia a estátua da Virgem Maria incluía o prefeito local, padres e policiais. Mas a massa popular desviou-se de seu curso e foi à casa de Giuseppe Mazzagatti, 82, condenado por assassinatos e por sua associação à Máfia.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

É permitido partir a hóstia antes da Consagração?

jbpsverdade: No último fim de semana (sábado), eu participei de uma missa em que o celebrante partiu a hóstia no momento da consagração, ao que me parece, este procedimento é contrário o que diz a instrução Redemptionis Sacramentum no número 55 º. Eu não entendo porque muitos sacerdotes desobedecem as normas da Igreja, sendo que a desobediência segundo a Palavra de Deus é como o pecado da idolatria.
A rebelião é tão culpável quanto a superstição; a desobediência é como o pecado de idolatria. Pois que rejeitaste a palavra do Senhor, também ele te rejeita e te despoja da realeza! (I Samuel 15,23)
  
A ORAÇÃO EUCARÍSTICA (REDEMPTIONIS SACRAMENTUM).
[55.] Em alguns lugares se tem difundido o abuso de que o sacerdote parte a hóstia no momento da consagração, durante a celebração da santa Missa. Este abuso se realiza contra a tradição da Igreja. Seja reprovado e corrigido com urgência.
A matéria abaixo deixa bem claro o abuso feito por alguns sacerdotes que não obedecem o que determina a Madre Igreja de Cristo, veja:
xxx

sábado, 24 de novembro de 2012

Diocese de Bragança Paulista enfrenta autoridade do Papa e diz NÃO ao Summorum Pontificum.

avidasacerdotal

23 de novembro de 2012

Como bem explicado pelo Sentinela Católico, na Diocese de Bragança Paulista você pode ser socialista, racista, revolucionário, mas menos [...] CATÓLICO.

Summorum Pontificum? O que é isso? Nada! Os bispos do Brasil, como alguns por aí afora, vivem como se  a Sé de Pedro estivesse vacante.

Este bispo ditador faz o que quer e bem entender. Comunhão com o Papa? Sedevacantista prático?

É importante mostrar para o senhor epíscopo que a Igreja possui regras, e que mesmo sendo legislador, a Igreja é uma monarquia, não uma república, ou mesmo, uma ditadura.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cardeal Schönborn pede aos sacerdotes dissidentes que “renunciem à desobediência”

Cardeal Cristoph Schönborn

03 Jul. 12

WASHINGTON DC (ACI/EWTN Noticias) - O Arcebispo de Viena (Áustria), Cardeal Cristoph Schönborn, solicitou a um grupo de sacerdotes que renunciem a um manifesto denominado "Chamado à desobediência" ou do contrário abandonem seus cargos pastorais na Igreja Católica.


Os sacerdotes assinantes desse manifesto procuram, entre outras coisas, a abolição do celibato e a ordenação de mulheres. Os presbíteros são liderados pelo Pe. Helmut Schüller, Vigário Geral da Arquidiocese de Viena entre 1995 e 1999 e ex-diretor da Cáritas Áustria.


Conforme informou a agência Reuters, o Arcebispo de Viena indicou aos presbíteros que assinaram o manifesto, organizados em um grupo chamado “Iniciativa de Sacerdotes”, que estes não serão nomeados para o cargo de decano, nem serão re-nomeados para os postos que têm.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

''A desobediência também pode renovar a Igreja''. Entrevista com Vito Mancuso

25/04/2012

IHU - Uma entrevista com o teólogo mais famoso da Itália hoje. Apesar das críticas ao magistério, Vito Mancuso continua se considerando católico.

A reportagem é de Alessandro Speciale, publicada no sítio Vatican Insider, 21-04-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Há quem lhe chame de herege, quem diga simplesmente que ele deveria deixar de se dizer católico e trazer a Igreja Católica à baila em seus livros e em sua teologia, mas Vito Mancuso, apesar da discordância ao magistério e das duras críticas a Bento XVI e à linha do seu pontificado, continua se considerando um filho da Igreja.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A quem é devida a obediência religiosa

12/04/2012


IHU - "A coragem também é mostrada pelo mameluco, a obediência é o ornamento do cristão". A frase, tirada da balada de Schiller A luta contra o dragão, é sintomática de um modo de pensar que dominou por muito tempo as altas esferas da Igreja Católica. O que não é ordenado ou, pelo menos, aprovado do alto não deve ocorrer.

A reportagem é de Heiner Boberski, publicada no sítio Wienerzeitung.at, 06-04-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Padres austríacos se recusam a revogar seu apelo à desobediência




11/10/2011  
  
Membros da Iniciativa dos Párocos Austríacos, liderados pelo ex-vigário-geral de Viena, Mons. Helmut Schüller, disseram não poder revogar o Apelo à Desobediência emitido por eles no dia 19 de Junho. Em seu último boletim, os 407 sacerdotes e diáconos dizem: "Foi-nos pedido que nos retratemos do texto do 'Apelo à Desobediência', mas não podemos fazer isso em sã consciência porque continuamos convictos do seu conteúdo".
A reportagem é de Christa Pongratz-Lippitt e Sarah Mac Donald, publicada na revista católica britânica The Tablet, 08-10-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A revolta moral dos padres irlandeses


[IHU]


4/10/2011  

Contra os bispos que encobrem os abusos, a Associação dos Padres Católicos apela a Roma e pede um combate ao celibato.
A reportagem é de Giacomo Galeazzi, publicada no sítio Vatican Insider, 29-09-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Igreja da Áustria a um passo do cisma


[IHU]


21/9/2011  

Christoph Schönborn
O risco existe e foi denunciado pelo cardeal de Viena, Schönborn, em rota de colisão com o clero dissidente que quer o casamento dos padres e a comunhão aos divorciados.
A reportagem é de Giacomo Galeazzi, publicada no sítio Vatican Insider, 19-09-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Áustria infelix. Ainda há confrontos entre o cardeal Christoph Schönborn e os dissidentes. No último final de semana, o arcebispo de Viena denunciou publicamente o risco de cisma na Igreja austríaca. O líder do episcopado reiterou ao movimento de oposição interna do clero que violar a regra do celibato eclesiástico e admitir os divorciados em segunda união à comunhão coloca os sacerdotes dissidentes fora da Igreja.

sábado, 17 de setembro de 2011

''Apelo à desobediência'' sacode a Igreja austríaca


[IHU]


17/9/2011  

Pe. Helmut Schüller
Ele não tem a aparência de um Martinho Lutero, o monge rebelde que arrastou meia Europa na Reforma. Com seus olhos azuis e uma silhueta jovem, o Pe. Helmut Schüller (59 anos) poderia ser, ao contrário, o genro ideal da Áustria.
A reportagem é de Joëlle Stolz, publicada no jornal Le Monde, 14-09-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Padres austríacos tornam público a sua discordância


[IHU]


9/9/2011  

Eles não se reconhecem mais na sua Igreja e deixam isso claro. Párocos, vigários, diáconos, a maior parte com idade avançada, alguns aposentados, mas não menos determinados "a mover as águas" dentro da Igreja Católica. No total, 337 membros do clero austríaco – que contra com 4.000 padres – defendem um "convite à desobediência" promovido por uma associação de padres diocesanos, para os quais "a recusa de Roma de realizar reformas tão esperadas e a inércia dos bispos não apenas permite, mas também exige que se siga a própria consciência e se aja em consequência".
A reportagem é de Sébastien Maillard, publicada no jornal francês La Croix, 07-09-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Contradições no apelo à desobediência de padres austríacos


Expostas pelo cardeal Christoph Schönborn

VIENA, segunda-feira, 5 de setembro de 2011 (ZENIT.org) – O cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena, respondeu ao “apelo à desobediência” lançado por sacerdotes que não compartilham a teologia e a disciplina da Igreja com um “apelo à unidade”.
O purpurado e reconhecido teólogo respondeu de múltiplas maneiras diante da“Pfarrer-Iniciative”, um manifesto divulgado em 19 de junho, assinado por mais de 300 sacerdotes – dos 2 mil que estão na Áustria –, no qual fazem um “apelo à desobediência”, dado que o Papa e os bispos não acolheram suas reivindicações.
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