O "não" de Cristo a Satanás nos mostra como enfrentar nossas tentações, escolher Deus e alcançar alegria duradoura em vez das tentações mundanas.
Por Régis Martin
Ao olhar os relatos sinóticos de Jesus indo para o deserto para lutar contra Satanás e as tentações que O aguardam, vemos que há um acordo completo entre os três evangelistas a respeito tanto da duração de Sua luta quanto do que exatamente Ele estava fazendo antes e depois. Quarenta dias é o número que cada um relata; e todos concordam que de um lado havia um batismo a ser realizado, enquanto do outro haveria um ministério público a ser iniciado.
Mas é esse longo intervalo entre eles que prende a atenção. É o tema perfeito, a propósito, para a longa labuta quaresmal que se avizinha diante de nós. E certamente, por qualquer medida humana, quarenta dias é um tempo muito longo. Sim, mesmo se você for o Filho de Deus. Não pode haver dúvida, portanto, de que Jesus vai estar com fome. Muita fome. E não muito tempo depois de pisar no deserto, também, apesar do Espírito divino instigá-lo a ir para lá.











