O ano que termina agora termina marcado por essa figura, esse nome e aquela escultura em madeira crua que foi colocada no centro de uma batalha pela alma da Igreja. 2019 foi, sem dúvida, o Ano de Pachamama.
Há uma facção de católicos, abundante na guilda clerical e atividades
adjacentes, que esperavam a 'renovação eclesial' como a água de maio.
São aqueles que vêem no Vaticano II um concílio 'traído', frustrado, ao
qual o longo pontificado de João Paulo II e depois o mais curto mas
intenso de Bento se afogaram em seu desenvolvimento, em seu encontro com
'o mundo'.
São aqueles que vêem o futuro da Igreja em uma constante 'abertura'
doutrinária e, curiosamente, coincidindo com as opiniões populares nas
universidades seculares; uma espécie de diluição da fé no pensamento progressivo como o ponto culminante da mensagem cristã e não como sua destruição.
