Por Pe. Antônio Carlos Galhardo
“Uma epidemia de cólera atinge a cidade. Todos os membros da casa real fugiram, seguidos por muitos outros. Os mais cautelosos não saem de casa. O número de vítimas cresce a todo instante.
Um decreto municipal manda que todos os doentes sejam levados para os hospitais. Entretanto, não há mais vagas. Os médicos e enfermeiras fogem do local; há gente morrendo sem assistência.
