Lutas de poder, maçons, seitas satânicas, homossexualidade, pedofilia e geopolítica se entrelaçam na trama de 'O Último Papa', tecida à margem da Igreja Católica resultante do Concílio Vaticano II.
Estamos em 1963, ano em que Satanás é entronizado na Capela Paulina do Vaticano, numa terrível cerimônia secreta da qual participam vários cardeais e bispos. Trinta anos depois, uma conspiração de eclesiásticos, políticos e empresários, unidos por sua filiação à Maçonaria, sua ilusão globalista e sua submissão ao diabo, tenta implantar um governo mundial, tentando fazer com que a Igreja Católica abandone seu papel de Noiva de Cristo para servir ao poder global.
Prestes a atingir seu objetivo, os integrantes dessa conspiração lutam para superar seu último obstáculo: 'o Papa eslavo', um homem profundamente espiritual que resiste na cátedra de São Pedro às aspirações dos conspiradores. Acossado dentro da própria estrutura do Vaticano e pressionado por seus inimigos a renunciar, o Papa confia em um jovem padre americano para jogar um jogo definitivo na guerra contra o mal.
