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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Rumo à espiritualidade católica tradicional

Oceanos de tinta são regularmente derramados sobre as guerras e aparições da liturgia, mas a oração contemplativa central para a espiritualidade tradicional é negligenciada.

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Por David Torkington 

 

Se você é um escritor católico, repórter, colunista ou apresentador de programa de bate-papo e deseja manter seus seguidores felizes, então você pode falar sobre os méritos ou deméritos da sinodalidade. Você pode falar sobre revelações privadas ou públicas. Você pode falar sobre a liturgia como a solução para todos os nossos problemas, uma vez que acertamos. Mas mesmo o melhor dos liturgistas não parece entender que é, na melhor das hipóteses, a expressão externa da verdadeira Espiritualidade Católica Tradicional que eles, como tantos outros, há muito esqueceram, se é que alguma vez o conheceram.

Você pode falar e louvar a Teologia Escolástica, que já foi a única teologia ensinada em nossos seminários, sem perceber que era a oração contemplativa pessoal de tão grandes Escolásticas como Santa. Alberto, o Grande, St. Tomás de Aquino, St. Boaventura, e o Beato John Duns Scotus que originalmente o inspirou; nem será entendido hoje sem a contemplação que originalmente o inspirou. Que isso foi esquecido há muito tempo, infelizmente, significa que essa oração contemplativa nunca foi ensinada nos seminários que ensinavam a teologia escolástica após o concílio de Trento.

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Contemplemos Deus, como se tudo o mais não existisse

  


Por D. Paulo Delatte, O.S.B.

 

As páginas que formam o presente fascículo da coleção ‘‘Temas espirituais”, apresentam o texto de um retiro pregado, em 1889, às monjas da Abadia Santa Cecília, de Solesmes, por Dom Paulo Delatte (1848-1937). Ele foi o terceiro abade beneditino de Solesmes.

“São precisamente essas verdades primeiras, fundamentais, que devem ser estudadas com a maior atenção, porque são as mais ricas em consequências práticas”. Ademais, não vemos ao nosso redor almas, cada vez mais numerosas, que compreenderam a seriedade de seu compromisso cristão e que querem voltar às fontes da vida espiritual para aprofundar suas realidades mais elevadas, para perscrutar os seus alicerces, a fim de corresponder ao Senhor com uma fidelidade a toda prova? Tais almas, assim que absorvidas nesta cativante leitura, reconhecerão ao primeiro relance que se movem, através destas páginas de admirável profundidade, numa atmosfera que raramente se encontra, em nossos dias, nos escritos relativos ao comportamento espiritual. Penetramos em um mundo de grandeza, de serenidade, de exigências também, pois nada é fácil quando se trata de realizar um ideal tão severo quanto o que se impõe ao cristão.
 
Leia em pdf aqui!
 
 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A via unitiva (Mística)

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Autor: Prof. VICTOR HUGO NASCIMENTO
Filósofo e Teólogo.



Vida mística é a experiência que a criatura humana faz de Deus presente no íntimo de sua alma. Este conhecimento se dá por dois modos: Modo de conhecer:
- Natural
Na base da razão apenas

Modo de conhecer:

segunda-feira, 25 de julho de 2016

A diferença entre viver sozinho e a vida contemplativa

[abim]
Por Jurandir Dias


Aristóteles dividia os homens em três categorias, de acordo com a vida que levavam: a vida de prazer, a vida de políticos e a vida contemplativa.[1] Excetuando a vida de políticos, que segundo ele era a classe de homens honrados e virtuosos — muito diferente de nossos dias! — podemos dizer que essa classificação pode ser aplicada hoje. “Os homens de tipo mais vulgar — diz o filósofo — parecem identificar o bem ou a felicidade com o prazer, e por isso amam a vida dos gozos.” [2]
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