O Evangelho do II Domingo do Tempo Comum é o episódio das
bodas de Caná. O que Jesus quis nos dizer ao aceitar participar de uma festa
nupcial? Sobretudo, desta maneira honrou, de fato, o casamento entre o homem e
a mulher, afirmando, implicitamente, que é algo belo, querido pelo Criador e
por Ele abençoado. Mas quis ensinar-nos também outra coisa. Com sua vinda, se
realizava no mundo esse noivado místico entre Deus e a humanidade que havia
sido prometido através dos profetas, sob o nome de «nova e eterna aliança». Em
Caná, símbolo e realidade se encontram: as bodas humanas de dois jovens são a
ocasião para falar-nos de outro noivado, aquele entre Cristo e a Igreja, que se
cumprirá em «sua hora», na cruz.
Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. (Ef 5, 8-11)
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sexta-feira, 2 de maio de 2014
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