O Papa Francisco espera que as iniciativas que estão surgindo em torno do Documento sobre a fraternidade humana sirvam para dar origem a mais modelos de pessoas que "encarnam o amor por meio de ações e sacrifícios pelo bem dos outros", independentemente de sua religião, etnia ou cultura
"Em nome de Deus, que criou todos os seres humanos iguais em direitos, deveres e dignidade, e os chamou para viver como irmãos";
em nome dos inocentes, dos pobres, dos despossuídos e exilados, em nome
das pessoas que perderam a paz e em nome da fraternidade humana, o
grande imã da Universidade de Al-Azhar, Ahmad al Tayeb e o Papa
Francisco "declaram assumir a cultura do diálogo como um caminho; colaboração comum como conduta; conhecimento recíproco como método e critério".
