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sábado, 27 de dezembro de 2025

A primeira mensagem de Cristo para nós é que Ele deseja ser o pão nosso de cada dia

No final de nossas vidas, lamentaremos ter perdido a chance de receber nosso Senhor na Eucaristia.

Imagem em destaque 

 

Talvez a coisa mais bonita sobre a cena da Natividade seja a sua expressão do desejo de Cristo de se entregar a nós como alimento divino. Lembro-me de ficar surpreso ao saber, não até depois da escola católica, que as manjedouras são onde os animais se alimentavam, e que Cristo intencionalmente escolheu este lugar de descanso para prenunciar a Eucaristia.

Simplificando, Cristo foi colocado em uma manjedoura – uma palavra derivada do francês antigo “mangier”, que significa “comer” – para mostrar que Ele queria ser nosso próprio alimento na Eucaristia!

Para enfatizar que Ele desejava ser o nosso “pão diário” depois de se encarnar, Cristo escolheu nascer em Belém, que significa “Casa de Pão”.

Eu já estava gravitando para escrever sobre este assunto para o Natal, e a importância de receber a Eucaristia muitas vezes, quando um amigo meu me escreveu do nada, apontando que Jesus Cristo nos disse no Pai Nosso para receber diariamente a Sagrada Comunhão.

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Monsenhor Schneider: A Igreja se alimenta da perene liturgia católica

A partir do momento em que entramos em um templo para participar da Santa Missa devemos nos esforçar para elevar nossa mente e coração ao Gólgota e à liturgia do Céu.

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Continuação da palestra proferida por Monsenhor Athanasius Schneider, cuja primeira parte foi publicada aqui.

A luz da Fé Católica (parte 2)

 

Monsenhor Schneider

Muitos protestantes e católicos modernistas pensam que a verdadeira adoração a Deus não pode ser dada no meio de tantas belas cerimónias litúrgicas. Mas na realidade é exatamente o oposto: “O culto católico é o centro do culto, oferecido a Deus da maneira mais bela e perfeita que se possa imaginar” (Monsenhor Henry Gray Graham, From the Kirk to the Catholic Church, Glasgow 1960, p. 58).

O rito católico é fixo. O católico não precisa se preocupar com isso. Ele voluntariamente concentra toda a sua atenção no culto interno “em espírito e em verdade”, independentemente de ser sacerdote ou leigo.

Há certamente unidade de culto, uma vez que o mesmo Sacrifício divino e a mesma liturgia são celebrados em todo o mundo. No entanto, tem uma diversidade extraordinária, porque cada alma tem as suas necessidades, desejos e aspirações particulares e apresenta-os a Deus nas suas próprias palavras. O humilde mendigo que se ajoelha num canto perdido da imensa catedral e reza em união com o nobre e a senhora nobre. E se for o Santo Sacrifício, ele também está unido ao bispo e ao próprio Papa, é um adorador individual e tão amado aos olhos e ao coração de Deus como se não houvesse mais ninguém no mundo.

sábado, 31 de julho de 2021

Jesus Cristo não poderia ter sido mais claro!

Se você ler o capítulo 6 de João, usar uma ferramenta tão básica como o “Google Tradutor” e estudar qualquer escrito dos primeiros cristãos, perceberá que a doutrina da presença real de Cristo na Eucaristia é inegável. E vem diretamente das Escrituras.


 

Por Jacob Tate 
Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

 

O capítulo 6 do Evangelho de São João é, geralmente, a principal fonte citada para sustentar o ensinamento católico sobre a Eucaristia: no sacrifício da Missa, pão e vinho são transubstanciados e se tornam o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade reais de Jesus Cristo, a fim de serem consumidos pelos fiéis. Esta é a fonte e o ápice de nossa fé e, sem dúvida, a principal coisa que nos separa de quase todas as outras religiões do planeta. Por isso, é extremamente importante entender essa passagem (bem como outras referências bíblicas à Eucaristia).

Os 15 primeiros versículos de Jo 6 detalham o milagre da multiplicação dos cinco pães e dois peixes, para alimentar a multidão. Este é um pano de fundo importante para o que está prestes a acontecer, pois Jesus usa este milagre recém realizado no dia seguinte, quando diz à multidão: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que dura até a vida eterna, que o Filho do Homem vos dará. Pois nela Deus Pai imprimiu o seu sinal” (v. 27).

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O pão e o vinho têm significados particulares?

[cancaonova]



O pão e o vinho têm, certamente, significados especiais. De fato:

O pão e o vinho são alimento, comida, sustento: isto nos faz compreender que, assim como a nossa vida física tem necessidades de ser constantemente alimentada, assim a nossa vida espiritual tem necessidade de ser nutrida com o alimento que Jesus no dá: o seu Corpo e o seu Sangue.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Eu sou o Pão da Vida

Por Cardeal Orani João Tempesta*

Ele é o filho de José; Ele vem do Pai e é o sustento, o alimento da nossa vida, de nossa existência.


Quem se alimenta desse Pão não contrista o Espírito Santo e é bom um para com o outro.


A Liturgia da Palavra do XIX Domingo do Tempo Comum esteve centralizada na leitura do evangelho da multiplicação dos pães. Estamos lendo aos domingos o capítulo 6º do Evangelho de João. Jesus reclama porque os judeus não quiseram compreender o sinal da multiplicação. Claramente, Ele afirma: “Eu sou o pão que desceu do céu! Quem dele comer, nunca morrerá”!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Eis o Cordeiro de Deus

padrepr

Pelo sangue dos cordeiros, os israelitas foram preservados da praga exterminadora. Pelo sangue do Cordeiro, a humanidade foi livre da morte.


Das famosas dez pragas do Egito, a mais importante de todas foi, sem dúvida, a última, não só porque representou o maior de todos os castigos infligidos aos egípcios (cf. Ex 11, 6), mas também porque foi o estopim para a libertação definitiva de todo o povo de Israel. Depois de rãs, mosquitos, tumores e gafanhotos, um anjo exterminador foi enviado às terras do Faraó para matar os primogênitos de todos os egípcios e de todos os seus animais.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

João 6, a Eucaristia e os do Contra

 
Todo “crente” que se preze lê a Bíblia. Em particular, muitos gostam do Novo Testamento e em especial o Evangelho de São João é querido por inúmeras pessoas. Eu também amo a forma como São João expõe o Evangelho do Mestre.

Mas há alguns detalhes que as pessoas passam por alto. Um deles, senão o principal, está diante dos olhos de todos e muitos nem percebem. Falo do texto de João 6. Alguém mais desavisado dirá: “mas o que tem João 6 de especial?”. É aí que está. Estamos diante de um texto deveras especial. Vamos a ele.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Pão de vida

03/08/2012

UNISINOS - A leitura que a Igreja propõe neste domingo é o Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 6, 24-35 que corresponde ao XVIII Domingo do Tempo Comum, ciclo B do Ano Litúrgico. O teólogo espanhol José Antonio Pagola comenta o texto.
Eis o texto.
Por que seguir interessando-nos por Jesus depois de vinte séculos? Que podemos esperar dele? O que se pode trazer a nós, homens e mulheres de nosso tempo? Resolver-nos-á? O evangelho de João fala de um diálogo de grande interesse, que Jesus mantém com uma multidão na beira do lago de Galileia.
No dia anterior eles partilharam com Jesus uma refeição surpreendente e gratuita. Comeram pão até saciar-se. Como vai permitir-lhes ir embora? O que eles procuram é que Jesus repita seu gesto e os alimente de novo gratuitamente. Eles não pensam nada mais.

quarta-feira, 9 de março de 2011

O que era o maná? Foi criado na ocasião ou já existia?

Por João Batista

Você sabe o que era o maná? O Pe. Alex explica o que era o maná, esse alimento misterioso que Deus mandava ao povo hebreu durante os 40 anos que atravessaram o deserto. Melhor do que entender a forma do Maná, é entender que era uma prefiguração do Pão vivo que desceu dos Céus, Jesus na Santíssima Eucaristia.
E é por isso que podemos dizer que a Igreja vive neste mundo se alimentando do Pão vivo que desceu do céu, ou seja, vive em um constante deserto em direção à terra prometida, tal qual o povo hebreu.



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