A participação presencial do Papa no Congresso dos Dirigentes das Religiões Mundiais e Tradicionais, que se realiza no Cazaquistão, não pode deixar de suscitar questionamentos e perplexidade. O pretexto é trabalhar pela paz mundial, mas com isso a Igreja participa da nova moralidade civil sincretista, que necessariamente coloca entre parênteses a verdade ou a falsidade das religiões.
Por Stefano Fontana no Nuova Bussola Quotidiana
A viagem de Francisco ao Cazaquistão, de 13 a 17 de setembro, teve ampla cobertura da mídia. O
programa detalhado divulgado pela Santa Sé é conhecido, sabe-se que ele
não se reunirá com o Patriarca Cirilo como especulado anteriormente; em vez disso, sabe-se que pode haver um lugar para ver o presidente chinês Xi Jinping. Acima
de tudo, foi explicado que Francisco participará do 7º Congresso de
Líderes das Religiões Mundiais e Tradicionais a ser realizado em Astana,
o atual Nur Sultan, "como mensageiro da paz" em um momento em que o
mundo está em grande necessidade disso.
As notícias têm insistido muito na importância dessas reuniões religiosas para a paz e a harmonia. Tudo isso é conhecido, mas o significado do encontro de líderes religiosos também se presta a outras avaliações, das quais os meios de comunicação oficiais -quase todos agora- não falam. Vamos ver…




