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terça-feira, 6 de julho de 2021

Quem subsistirá ao dia da ira?


 

*Por Padre David Francisquini

 

Tratei recentemente da escalada de corrupção moral envolvendo crianças, tendo prometido voltar ao assunto, tamanha a sua gravidade. Infelizmente, se na estrutura familiar ainda perduram alguns valores morais, estes não remontam aos princípios, mas a meros atavismos, muito mais fáceis de serem tragados pela maré montante da Revolução gnóstica e igualitária.

Tornou-se rotina, por exemplo, pessoas provenientes de casamentos desfeitos realizarem uma ou mais uniões, agravando ainda mais a precariedade da estrutura que muitos ainda teimam em chamar de “familiar”, na medida em que trazem filhos de uma união para conviver com outros que não são seus genitores ou irmãos.

Como não perceber que esse arranjo dito familiar resulta da falta de princípios e de convicções religiosas que constituíam até um tempo não muito remoto a salvaguarda do casamento, mas igualmente da instituição da família?

quarta-feira, 24 de março de 2021

Os domingos e festas não são dias quaisquer!

Datas religiosas como a Sexta-feira Santa e Corpus Christi podem até ser feriados civis, mas o repouso que elas pedem não é o da simples ausência de trabalho. Os domingos e festas católicas têm um significado muito mais profundo, que precisa ser conhecido.


 

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

 

O que fazer quando uma autoridade local simplesmente decreta que o feriado da Sexta-feira da Paixão não será mais três dias antes da Páscoa, ou que Corpus Christi não será mais depois da Oitava de Pentecostes, ou que Finados não será mais em novembro, como sempre foi?

Infelizmente, esse quadro está se desenhando em vários lugares Brasil afora, devido ao novo aumento de restrições sociais por conta da pandemia do coronavírus. A ideia, pelo visto, é reforçar o distanciamento social e encher esse período de lockdown — seja o total ou o mitigado — com o máximo possível de feriados, para manter o comércio funcionando sem interrupções no resto do ano. 

Antes de qualquer coisa, a quem porventura, diante desses decretos do Poder Executivo, ainda esteja em dúvida sobre quando celebrar a Paixão de Cristo ou visitar seus entes falecidos no cemitério, sejam suficientes estas palavras de Jesus: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22, 21). Que em estado de calamidade as autoridades civis mexam no ano civil, com seus feriados civis, é perfeitamente compreensível. Agora, o calendário religioso, com suas festividades religiosas, tem outro caráter. Trata-se de celebrações da Igreja, e tão-somente a ela dizem respeito.

sábado, 27 de agosto de 2011

DOMINGO 28 DE AGOSTO Evangelho de Mateus 16,21-27

[IHU]


E Jesus começou a mostrar aos seus discípulos que devia ir a Jerusalém, e sofrer muito da parte dos anciãos, dos chefes dos sacerdotes e dos doutores da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Então Pedro levou Jesus para um lado, e o repreendeu, dizendo: «Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isso nunca te aconteça!».
Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: «Fique longe de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, porque não pensa as coisas de Deus, mas as coisas dos homens!»
Então Jesus disse aos discípulos:
 «Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz, e me siga. Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.  Com efeito, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que um homem pode dar em troca da sua vida?  Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos e então retribuirá a cada um de acordo com a própria conduta.»
(Correspondente ao XXXII Domingo do Tempo Comum, ciclo A do Ano Litúrgico).

domingo, 13 de março de 2011

No domingo, Dia do Senhor

Na pastoral destes últimos anos, o domingo se converteu em um grave problema, não só nos planos religioso e pastoral, mas também no cultural, social, político e econômico. Quando tentam realizar uma aproximação a este tema, não entram em causa somente a vivência da fé e o compromisso propriamente pastoral, mas sim toda a complexidade da malha social. 
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