Da BBC com informação g1
Por Ricardo Senra
Em documento que será apresentado à Corte em dois meses, ONG argumenta que Estado é "responsável pela epidemia de zika"; instituto defendeu aborto para casos de anencefalia, liberado em 2012 por tribunal.
| Debora Diniz afirma que interrupção de gestações seria parte de uma ação maior focada na garantia de direitos das mulheres (Foto: BBC) |
O grupo de advogados, acadêmicos e ativistas que articulou a discussão sobre aborto de fetos anencéfalos no Supremo Tribunal Federal,
acatada em 2012, prepara uma ação similar para pedir à Suprema Corte o
direito ao aborto em gestações de bebês com microcefalia.
À frente da ação, que deve ser entregue aos ministros em até dois meses, está a antropóloga Debora Diniz, do instituto de bioética Anis, que recebeu a BBC Brasil em seu escritório em Brasília. "Somos uma organização que já fez isso antes. E conseguiu. Estamos plenamente inspiradas para repetir, sabendo que vamos enfrentar todas as dificuldades judiciais e burocráticas que enfrentamos da primeira vez."
À frente da ação, que deve ser entregue aos ministros em até dois meses, está a antropóloga Debora Diniz, do instituto de bioética Anis, que recebeu a BBC Brasil em seu escritório em Brasília. "Somos uma organização que já fez isso antes. E conseguiu. Estamos plenamente inspiradas para repetir, sabendo que vamos enfrentar todas as dificuldades judiciais e burocráticas que enfrentamos da primeira vez."


