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terça-feira, 21 de outubro de 2025

São Pio V e o “crime horrendo”: O que um papa santo decretou para os padres sodomitas

James Martin bendiciendo a una pareja del mismo sexo
James Martin abençoando um casal do mesmo sexo

 

 

 

Em meados do século XVI, ao consolidar a reforma tridentina e estabelecer a Missa Romana para sempre, o Papa São Pio V publicou um documento que surpreenderia muitos prelados contemporâneos. Intitulado Horrendum illud scelus — "Aquele Crime Horrível" —, foi promulgado em 30 de agosto de 1568, no terceiro ano de seu pontificado. 

O Papa Dominicano, canonizado por sua santidade e seu zelo na purificação do clero, não falou em abstrato: denunciou o "crime nefasto" da sodomia, cometido tanto por clérigos seculares quanto por clérigos regulares. E o fez com a clareza de quem entende que o sacerdócio não é uma profissão, mas um sinal visível de Cristo. 

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

BATALHA DE LEPANTO — 450 anos da vitória da Cruz contra o Crescente

De suma importância para a Igreja e a civilização, a batalha de Lepanto, vencida no dia 7 de outubro de 1571 pelas esquadras católicas no mar Jônico, decidiu os rumos do Ocidente cristão ameaçado pelas forças maometanas do Império Otomano. Foi a maior batalha naval até então travada na História.

Este quadro do Palácio Ducal de Veneza representa a Batalha de Lepanto. Nele vemos, em destaque nos círculos, de cima para baixo, o Príncipe Marco Antônio Colonna (comandante da esquadra Pontifícia), Dom João d’Áustria (generalíssimo de toda a frota) e Sebastiano Venier (no comando da frota veneziana).

 

Por Oscar Vidal

 

 

Após a conquista de Constantinopla em 1453 pelo Sultão Maomé II, o poderio militar do Império turco-otomano crescia assustadoramente. Em meados do século XVI dominava quase todo o Mediterrâneo. Em 1570 invadiu e capturou a ilha de Chipre, apesar da forte resistência encontrada por parte dos habitantes de Nicósia e Famagusta. Os otomanos passaram a saquear outras ilhas nas águas mediterrâneas, incendiavam igrejas, degolavam sacerdotes, escravizavam cristãos para serem seus remadores em naus de guerra, sequestravam mulheres, inclusive crianças, abusadas em práticas perversas; numerosas outras atrocidades faziam correr torrentes do sangue cristão.

 Em 1571, cumprindo ordens do Sultão Selim II, filho do mítico Solimão I (conhecido como ‘o Magnífico’), as forças maometanas — apesar da derrota no cerco de Malta em 1565 — ainda cobiçavam tomar aquela ilha, que lhes serviria de “trampolim” para a invasão da Europa. Tudo empreendiam para suprimir a Religião Católica, dominar e aniquilar o continente cristão, já muito debilitado por guerras de religião e pelas investidas da Revolução Protestante, deflagrada pelo monge apóstata Lutero em 1517.

 Na perspectiva que chamavam de “o sonho de Osmã”, os otomanos, sonhavam em subjugar a Cristandade europeia, primeiramente dominar a Itália e a França, e logo transformar em mesquitas a Basílica de São Pedro, em Roma, e a Catedral Notre-Dame de Paris.

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