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sábado, 2 de outubro de 2021

Santo Agostinho e a relação entre fé e razão

Continuamos resgatando a catequese de Bento XVI sobre os Padres Apostólicos da Igreja. Hoje apresentamos a vocês aquela que o Papa Emérito deu em 30 de janeiro de 2008, a terceira centrada na figura de Santo Agostinho de Hipona, um dos santos mais famosos do catolicismo. Nesta catequese, Ratzinger enfoca o tema "determinante" da biografia de Santo Agostinho, o da fé e da razão. Da mão do Papa Emérito, conheceremos um pouco mais sobre este grande santo que, para Bento XVI, é “o maior Pai da Igreja”.

Santo Agostinho a razão da fé Bento XVI 

 

Terceira catequese de Bento XVI sobre Santo Agostinho:

Queridos amigos:

Depois da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, voltamos hoje para falar da grande figura de Santo Agostinho. O meu querido predecessor João Paulo II dedicou-lhe, em 1986, ou seja, no décimo sexto centenário da sua conversão, um longo e denso documento, a Carta Apostólica Augustinum Hipponensem (cf. L'Osservatore Romano, edição em espanhol, 14 de setembro de 1986 , pp. 15-21). O próprio Papa definiu este texto como «um agradecimento a Deus pelo dom que fez à Igreja e, por meio dela, a toda a humanidade, graças a essa admirável conversão» (n. 1).

Sobre o assunto da conversão, falarei em uma audiência futura. É uma questão fundamental, não só para a sua vida pessoal, mas também para a nossa. No Evangelho do domingo passado, o próprio Senhor resumiu sua pregação com a palavra: "Arrependam-se". Seguindo o caminho de Santo Agostinho, poderíamos meditar sobre o que significa esta conversão: é algo definitivo, decisivo, mas a decisão fundamental deve ser desenvolvida, deve ser realizada ao longo de nossas vidas.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Imã na igreja: grave ofensa à fé e à razão

[abim]
Roberto de Mattei (*)



O presidente da Conferência Episcopal Italiana, cardeal Dom Angelo Bagnasco, criticou aqueles católicos que se mostraram perplexos e, em muitos casos, indignados pelo convite feito aos muçulmanos para rezarem nas igrejas italianas no domingo, dia 31 de julho: “Verdadeiramente não compreendo por quê. O motivo não me parece de fato existente”.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Jesus ou Cristo? Diálogos entre história, razão e fé.

[domtotal]
Por Fabrício Veliq*

Para os cristãos não há como falar do Cristo da fé sem falar da pessoa do Jesus que viveu na Galileia


Ao longo da teologia cristã, a história sempre teve um papel importante. O motivo disso, embora pareça óbvio, nem sempre se mostrou tão claro assim. Contudo, se retornarmos à própria história do povo de Israel, veremos que ali já se encontra a base para a preocupação histórica a respeito de Deus. Em todo o relato bíblico, o Deus de Israel foi sempre conhecido como um Deus a partir da história, diferentemente dos outros deuses dos outros povos que viviam nas comunidades vizinhas. Israel, ao se referir ao seu Deus, sempre o fazia em menção às obras realizadas por esse Deus ao longo de sua história como povo.  O Deus de Israel é aquele que os tirou da terra do Egito, da terra de escravidão, e os fez habitar na terra de Canaã; é aquele que chamou a Abraão e o mandou sair da terra de seus pais e ir para uma terra que seria mostrada a ele, e tantos outros exemplos que o texto bíblico nos mostra.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

16 razões incríveis para rezar o terço


Se você está precisando de motivação para rezar o terço, precisa ler isso!

 

Os santos da Igreja são nossos grandes mestres na arte de amar a Deus. Reunimos aqui os motivos que São Luís Maria Grignion de Montfort e o Beato Alano de la Roche nos dão para rezar o terço, com base nos benefícios desta oração.

Segundo São Luís Maria Grignion de Montfort, o terço:

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