Por Néstor Martínez
O Catecismo da Igreja Católica diz:
“1033 A menos que escolhamos livremente amá-lo, não podemos estar unidos a Deus. Mas não podemos amar a Deus se pecarmos gravemente contra Ele, contra o nosso próximo ou contra nós mesmos: “Quem não ama permanece na morte. Quem odeia seu irmão é assassino, e vocês sabem que nenhum assassino tem a vida eterna habitando nele” (1 João 3:14-15). Nosso Senhor nos adverte que seremos separados dEle se não ajudarmos os pobres e vulneráveis, que são seus irmãos e irmãs, em suas graves necessidades (cf. Mateus 25:31-46). Morrer em pecado mortal sem se arrepender e aceitar o amor misericordioso de Deus significa permanecer separado dEle para sempre por nossa própria escolha. Esse estado de autoexclusão definitiva da comunhão com Deus e os bem-aventurados é o que significa a palavra “inferno”.
Este texto do Catecismo é interpretado por alguns no sentido da seguinte tese:
“A danação eterna depende exclusivamente da decisão do pecador de se fechar definitivamente ao perdão divino.”
Esta é a tese que queremos analisar neste post.











