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domingo, 19 de outubro de 2025

As Cruzadas e a Guerra Santa

Cerco de Jerusalém em 1099 

 

Lembro-me de que, quando as mensagens de Bin Laden e seus vários representantes começaram a aparecer nos jornais, no contexto da guerra no Afeganistão e, posteriormente, da guerra no Iraque, fiquei surpreso ao ouvir cristãos, ou ocidentais em geral, serem chamados de "cruzados". Isso não é algo exclusivo de alguns radicais no Oriente Médio; muçulmanos espanhóis também frequentemente compartilham esse trauma ancestral. Você pode ler um artigo no WebIslam, um fórum islâmico online espanhol, que interpreta toda a história da Europa como uma consequência (perniciosa) das Cruzadas.

Até aqui, tudo normal. Essa fixação é, na minha opinião, uma manifestação natural e até certo ponto compreensível da memória histórica dos países muçulmanos, que, como costuma acontecer, é mais sinônimo de "ressentimento histórico" por eventos passados.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Recomeçam as Cruzadas?

[ipco]
Por Luis Dufaur


Nos últimos dois anos, cristãos idealistas do Ocidente têm-se alistado voluntariamente nas milícias cristãs que combatem contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria.
Eles mencionam a frustração que lhes causam os governos ocidentais, que nada fazem de eficaz para combater os islamitas ultra-radicais ou prevenir o sofrimento de inocentes cruelmente massacrados.
A crítica bem pode estar se estendendo aos líderes eclesiásticos que, embora falando em nome de Cristo, pregam um ecumenismo e um diálogo imprudente, a ponto de dizer que não se deve combater os bandos islâmicos.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O horror do Estado Islâmico desmascara 4 mitos sobre as Cruzadas

[aleteia]
Pe. Charles Pope 

O mesmo inferno sofrido pelos cristãos de hoje foi sofrido pelos cristãos da Idade Média. E eles reagiram em legítima defesa.

 

Os recentes, constantes e estarrecedores ataques cometidos pelos radicais do Estado Islâmico, entre os quais a decapitação de 21 cristãos egípcios no último fim de semana, têm levado muita gente, no mundo inteiro, a se perguntar: o que é que pode ou deve ser feito, afinal de contas, para dar um basta a essas aberrações?
Vários países já puseram operações militares em andamento. Grande parte das pessoas entrevistadas pela televisão ou que se manifestam nas redes sociais não apenas considera justificada a intervenção militar contra um grupo terrorista capaz de tamanha selvageria; muita gente inclusive pede mais esforços concentrados para eliminar os fanáticos que parecem não conhecer piedade alguma, razão alguma e limite algum.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cruzada pela Família, no Rio de Janeiro, conclama juventude a defender publicamente os 10 mandamentos

[ipco]



A Cruzada pela Família, uma caravana de jovens promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, esteve no Rio de Janeiro, entre os dias 23 e 27 de julho, e divulgou o folheto que conclama a juventude a defender publicamente os dez mandamentos da Lei de Deus.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Cruzada pela Família em Maringá – Movimento homossexual tenta atrapalhar mas não consegue – veja o vídeo

conservador

10 de janeiro de 2013

Edson Oliveira
Paulo H. Américo

Sim, a Cruzada continua. E com todo vigor. Neste mês de janeiro, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está novamente percorrendo o território nacional em defesa dos princípios perenes da civilização cristã. Em Maringá, os jovens caravanistas continuaram a Cruzada pela Família, uma campanha que visa a alertar a opinião pública para os principais adversários da família nos dias de hoje: o aborto, a agenda do movimento homossexual e diversos outros pontos contidos no projeto de novo Código Penal.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Alguns mitos sobre as Cruzadas

bibliacatolica

10 abril 2012 

Alguns mitos sobre as Cruzadas Por Thomas F. Madden

Muitas pessoas, no Oriente e no Ocidente, consideram as Cruzadas uma mancha negra na História da Civilização Ocidental em geral, e da Igreja Católica em particular. Citadas por ambas as partes no conflito entre os Estados Unidos e os terroristas árabes, as Cruzadas voltaram aos noticiários, aos filmes e às séries de televisão. Propalam-se velhos mitos e reacendem-se discussões. Um bom exame da História das Cruzadas é, portanto, indispensável
O Presidente George W. Bush foi infeliz quando chamou a guerra contra o terrorismo de “Cruzada”, tendo recebido inúmeras críticas por empregar uma palavra que seria tão ferina e ofensiva para com os muçulmanos de todo o mundo. No entanto, os próprios árabes também fazem uso desse termo. Osama bin Laden e o Mullah Omar com freqüência chamaram os norte-americanos de “cruzados”, e qualificaram os atuais conflitos como uma “Cruzada contra o Islã”. De fato, as Cruzadas estão bem presentes na memória do mundo muçulmano.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

As Cruzadas foram fruto de um simples interesse material?

17 fevereiro 2012

Las cruzadas Autor: Cesar Vidal
Fonte: http://conoze.com
Tradução: Carlos Martins Nabeto

bibliacatolica - Durante décadas, vários historiadores, especialmente os de orientação marxista, insistiram em apresentar as Cruzadas como um fruto resultante exclusivamente de fatores materiais.
Apenas a cobiça e o desejo de obter terras teriam levado os cruzados a abandonar a Europa ocidental e a dirigir-se para a Terra Santa; porém, apesar da comum aceitação desta ideia, teriam sido as Cruzadas fruto de um simples interesse material?

sábado, 4 de fevereiro de 2012

[Vídeo] Cruzada pela Família em Vitória (ES)

Caravana Cruzada pela Família, promovida pela Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, faz campanha em Vitória (ES).

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

CRUZADA PELA FAMÍLIA — contra o aborto e a ditadura homossexual

[blogdafamiliacatolica]

Paulo Roberto Campos


Uma “Cruzada pela Família” percorre cidades brasileiras. Seu objetivo: proclamar alto e bom som a doutrina católica contra o homossexualismo e contra o aborto; mostrar altaneiramente que não são normais as práticas antinaturais. Em suma, uma Cruzada não para reconquistar o Santo Sepulcro de Nosso Senhor Jesus Cristo, como no século XI, mas para, neste início do século XXI, reconquistar o direito de proclamar o que Ele nos ensinou e condenar o que Ele condenou, resgatando assim os valores familiares para nossa sociedade tão desvirtuada pela corrupção moral generalizada. 

sábado, 10 de dezembro de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS O Fim dos Estados Latinos no Oriente

[arqnet]

O Regresso da Cruzada, de Karl Friedrich Lessing   
1271. Cruzada inglesa dirigida por Eduardo Plantageneta, duque de Guyenne e futuro rei de Inglaterra, que continua a 8.ª Cruzada.  
- Gregório X (1271-1276), cardeal Visconti, é eleito Papa. Terá três objectivos principais: pacificar a Itália, controlar o poder de Carlos de Anjou, rei de Napóles, e o da França e pacificar a Alemanha.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Oitava Cruzada (1270)


Partida de São Luís
Partida de São Luís para a Cruzada
1270, Março. Luís IX, São Luís, decide organizar uma nova cruzada.
1270, 2 de Julho. As tropas francesas deixam Aigues-Mortes.

sábado, 29 de outubro de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Sétima Cruzada (1248-1250-1269)


[arqnet] 
Desembarque de São Luís no Egipto
1244, Dezembro. Luís IX de França, São Luís, decide partir em cruzada.
1245, Junho – Julho. Reunião do Concílio de Lyon, onde a nova cruzada é proclamada.
1248, 25 de Agosto. Os Franceses embarcam para a Cruzada. Chegaram a Chipre a 17 de Setembro, passando aí o Inverno.  
1249, 5 de Junho. Luís IX desembarcam em Damieta, na costa mediterrânica do Egipto.

domingo, 16 de outubro de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Sexta Cruzada (1228-1244)


[arqnet]
 
Frederico II a negociar a restituição de Jerusalém com o sultão do Egipto
 
1225, Novembro. O imperador Frederico II de Hohenstaufen casa com Isabel de Jerusalém. João de Brienne, o sogro, deverá ceder-lhe a coroa.
1227, 28 de Setembro. Gregório IX excomunga Frederico II, que tarda a partir para a  cruzada.
1228, 4 de Maio. Morte de Isabel de Jerusalém. Frederico continua a administrar o reino em nome do seu filho e herdeiro, o futuro Conrado IV.

domingo, 2 de outubro de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Quinta Cruzada (1217-1221)

[arqnet]



Tomada de Damieta
1215. Inocêncio III lança um novo apelo à cruzada durante o sermão de abertura do 4.° Concílio de Latrão. Será dirigida por João de Brienne, rei de Jerusalém e André II, rei da Húngria.
1216, Janeiro. Morte de Inocêncio III.

domingo, 18 de setembro de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Quarta Cruzada (1202 - 1204 - 1212)

Os Cruzados conquistam Constantinopla (1204)


1198. O Papa Inocêncio III proclama a 4.ª cruzada, que será pregada por Foulques de Neuilly e dirigida por Bonifácio I de Montferrat e Balduíno IX de Flandres.
1200, Verão. Os barões reunidos em Compiègne nomeiam seis representantes, entre os quais Godofredo de Villehardouin, para negociar com a República de Veneza o transporte dos cruzados até à Terra Santa.
1201, começos. Tratado entre os cruzados e a República de Veneza, para o transporte de 33.500 combatentes até à Palestina, por 85.000 marcos de prata.
1201, 24 de Maio. Thibaud III de Champagne morre. A 4.ª cruzada perde um dos seus principais chefes.

sábado, 3 de setembro de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Terceira Cruzada (1189 - 1192 - 1197)


©Bibliotheque Nationale de France
Luís VII, rei de França, cerca S. João de Acre.
 
1187. O arcebispo de Tiro prega a Cruzada.
1188. Frederico Barba-Roxa, imperador alemão, Filipe Augusto, rei de França, e Ricardo Coração de Leão, rei de Inglaterra, organizam uma Cruzada a pedido do papa Gregório VIII.
1188, 1 de Janeiro. Saladino abandona o cerco de Tiro, defendido por Conrado de Montferrat, marquês piemontês.
1188. Saladino conquistou todo o território franco, tirando Tripoli, Tiro e Antioquia.
1189. Guy de Lusignan, antigo rei de Jerusalém, preso por Saladino, é liberto e cerca São João de Acre.

sábado, 27 de agosto de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Segunda Cruzada e o aparecimento de Saladino, (1147 - 1149 - 1189)

[arqnet]

O rei de França Luís VII e o imperador Conrado III partem para a Segunda Cruzada.


1145, 14 de Dezembro. O Papa Eugénio III proclama a 2.ª Cruzada.
1146, 31 de Março. Sermão de São Bernardo de Claraval na basílica de Vézelay, a pregar a Cruzada.
1146, 15 de Setembro. O atabaque de Alepo, Zinki é assassinado pelos seus pajens. O reino de Edessa é partilhado pelos seus dois filhos, Ghazi e Nur ed-Din.
1146, 27 de Outubro – 3 Novembro. Jocelino II reocupa Edessa.
1146, 25-27 de Dezembro. São Bernardo de Claraval ordena a Conrado III, imperador alemão, que dirija a cruzada.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS A Primeira Cruzada e os novos estados da Terra Santa, (1096 - 1099 - 1143)

 [arqnet]


Pedro, o Eremita discursa aos cruzados
diante de Jerusalém.
 

1095, começos. Aleixo I Comneno, imperador bizantino, envia uma embaixada ao papa Urbano II, para lhe pedir ajuda.
1095, Primavera. O papa Urbano II inicia a sua viagem a França.
1095, 18 de Novembro. Abertura do Concílio de Clermont.
1095, 26 de Novembro. Urbano II lança o seu apelo à Cruzada.
1096, Abril. Partida da Cruzada popular dirigida por Pedro, o Eremita, e Gautier Sans Avoir. Massacres de judeus na Renânia.
1096, 6 de Julho. Concílio de Nimes: Urbano II confia a Raimundo de Saint-Gilles o comando de uma das expedições à Terra Santa.
1096, 1 de Agosto. A Cruzada popular chega a Constantinopla.
1096, Verão. Partida da Cruzada dos barões (Godofredo de Bulhão; Raimundo IV conde de Toulouse; Boemundo de Tarento; Estêvão conde de Blois; Tancredo de Hauteville e Roberto II conde da Flandres). O imperador alemão, Henrique IV, e o rei de França, Filipe I, estando excomungados, não puderam dirigir a Cruzada.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CRONOLOGIA DAS CRUZADAS. A expansão Árabe antes das Cruzadas (622-1089)

[arqnet]


Peregrinos diante da Igreja do Santo Sepulcro
de Jerusalém, guardada por Sarracenos.

622. Maomé (570-632) é obrigado a sair de Meca, retirando-se para Medina (cidade do Profeta). Começo da Hégira (exílio), ponto de partida do calendário muçulmano (16 de Julho de 622).
630, 1 de Janeiro. Maomé regressa a Meca, após ter derrotado as forças de Meca e os seus aliados. A nova doutrina triunfa na Arábia.
632. Morte de Maomé em Medina. Abu Bakr é escolhido por aclamação como primeiro califa. Os falsos profetas são derrotados, e as tribos rebeldes derrotadas.
634 – 644. O califa Omar, o primeiro a usar o título de Amir al-Mu'minin (príncipe dos Fiéis), transforma o Estado nacional árabe num império teocrático internacional e estabelece uma administração militar. O chefe das tropas de ocupação transforma-se em governador civil, chefe religioso e juiz temporal.
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