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quinta-feira, 17 de março de 2011

Rezemos pelo Japão!

De profúndis…
“Do abismo de meu nada chamei, Senhor, por vós. Senhor, escutai a minha oração: dai ouvidos à súplica do vosso servo, porque, se fordes rigoroso com os nossos pecados, quem poderá subsistir? Em vós, porém, está a misericórdia, e é por isso que espero no vosso auxílio” (Tracto da Missa votiva para pedir a remissão dos pecados – Missal Romano ed. típica de 1962).

sábado, 12 de março de 2011

Terremoto do Japão pode ter deslocado eixo da Terra

03 ,12, 2011

 


OS SINAIS DOS TEMPOS NA ÁSIA!

jbpsverdade: Aproveito esta excelênte matéria do Daniel Porfírio para expressar o que trago no meu coração em relação à tragédia que assolou não só o Japão, mas também em vários lugares do mundo. E se eu pudesse falar, gritar pessoalmente eu gritaria o seguinte: CONVERTAM-SE AO DEUS VIVO, CRIADOR DO CÉU E DA TERRA E A SEU FILHO JESUS CRISTO. É triste ver tudo isso acontecer e ainda ter pessoas que não querem se converter ao Único Exclusivo Eterno Senhor e Salvador Jesus Cristo e à sua Igreja. Se a humanidade conseguisse perceber o grande amor de Deus, enviando o Seu Único Filho em resgate por nós que estavamos no cativeiro, entregue ao reino das trevas, não por vontade de Deus, mas pela liberdade que Ele (DEUS) nos deu quando nos criou, e eu entendo que foi justamente nas suas Palavras, isto é, "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança" (Conf. Gêneses 1, 26), isto porque DEUS é livre e quis também que nós fossemos livres ao nos criar. A quem possa lê esta matéria eu imploro a você, CONVERTASSE URGENTEMENTE e que o nosso DEUS nos abençoe e nos guarde pela intercessão da Virgem Maria, ela que pede constantemente "CONVERTAM-SE... CONVERTAM-SE... CONVERTAM-SE!!!


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Milagre em Petrópolis não teria acontecido com o PNDH-3 vigorando

IPCO
20, fevereiro, 2011


Luis Dufaur
O Brasil ainda conta os falecidos nos desabamentos da noite de 11 para 12 de fevereiro passado na região serrana do Estado do Rio. No momento que escrevemos o número chega a 902 e há 400 desaparecidos. Tratou-se da mais mortífera catástrofe natural da história do Brasil desde que há cômputos fiáveis.
Entretanto, uma frágil imagenzinha de gesso de Nossa Senhora das Graças resistiu de modo surpreendente à enxurrada mortífera, sem se mover do oratório onde estava sem nada que a prendesse, segundo informou o site Terra.
Ela não deixou de ser atingida pelas águas lamacentas do rio Santo Antônio que derrubaram e sepultaram casas, que arrastaram carros como se rolhas, árvores e, pior ainda, ceifaram numerosas vidas.
Só no Vale do Cuiabá, Petrópolis, onde se encontra a imagem foram recuperados 72 corpos e 26 pessoas estão na lista de desaparecidos.
A prova que a imagem resistiu de modo incrível esta inscrita nela mesma: ela está cheia de barro quase até a cintura, como também o simples oratoriozinho aberto que a protegia das intempéries.
A enxurrada descontrolada e assassina a envolveu, mas não pôde nada contra Ela.
Dias depois, em torno dEla, registrou o site Terra, postes, móveis, veículos, roupas e a vegetação ainda formavam montanhas de entulho, exalando forte cheiro.
A imagenzinha de Nossa Senhora das Graças miraculosamente preservada sugere uma lição: é só aos pés de Nossa Senhora, agarrados a Ela que encontraremos proteção e segurança, mesmo nas horas em que parece que o perigo vai nos engolir.
A população local está agradecida, rebatizou-a Nossa Senhora do Vale do Cuiabá e a protegeu com uma redoma.
Perigos há muitos e podem nos pegar de surpresa no momento mais inesperado. Com Nossa Senhora não teremos nada a temer.
Mas, sem Ela… ali está o trágico exemplo do Vale do Cuiabá em Petrópolis: quantos dos que água levou rezavam seriamente a Nossa Senhora e procuravam imitar suas virtudes?
Como se apresentaram diante de Deus no dia de seu juízo particular que tudo indica foi esse mesmo momento da catástrofe?
Rezemos pelo repouso eterno de suas almas e nos encomendemos à misericórdia da Mãe de Deus, nosso divino e amado Juiz e Redentor.
Entrementes, uma outra reflexão se impõe: se o PNDH-3 tornar efetivo seu intento de banir os símbolos religiosos dos locais públicos - seria o caso de esta imagenzinha de Nossa Senhora – o que será então do Brasil?
Não podemos desejar nem permitir que o Brasil fique a mercê de enxurradas materiais e morais que até podem ser muito mais devastadoras que as sofridas pela região serrana do Rio de Janeiro, por causa de uma fantasia ideológica de esquerda.
 

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A cidadania planetária do bispo auxiliar de Niterói.


Assembléia Geral da ONU recordando o convênio sobre a diversidade biológica e a convenção marco das nações unidas sobre a mudança climática, declarou 2011 ano internacional dos bosques. É um importante reconhecimento que os bosques e sua ordenação sustentável podem contribuir significativamente para o desenvolvimento equilibrado e harmônico, promovendo a erradicação da pobreza e possibilitando a conservação e o uso responsável de todos os tipos de bosques em benefício das gerações presentes e futuras.
As tragédias climáticas que aconteceram em Petrópolis e Nova Friburgo ceifando um número incontável de vidas e danos irreparáveis tem a ver sim com as alterações climáticas que modificaram o regime pluvial [ndr: há quem apresente uma resposta católica à catástrofe, Excelência]; o volume e concentração das chuvas e a própria constituição dos solos. Neste momento que conjuga o resgate e a restauração dos sobreviventes e se pensa na prevenção de catástrofes é bom não esquecer da urgência de um pacto natural de não agressão ao ambiente e de proteção a todos os ecossistemas, florestas especialmente as mais frágeis. É tempo de lembrar que a terra é nosso corpo e nossa casa, que todas estas tragédias pelas que passamos são também sinais de exaustão; de desequilíbrio, de não saber conviver com o ambiente natural.
Precisamos acolher e cuidar com muita compaixão as vítimas dos soterramentos e deslizamentos, e também, crescermos na nossa consciência de cidadania planetária defendendo os direitos dos bosques, afirmando com convicção que a terra é nosso habitat; que a vida é uma teia que nos une a todas as criaturas, que só estaremos seguros respeitando e reverenciando a criação como um dom sagrado de Deus, que temos que cuidar e defender.
+ Dom Roberto Francisco Ferrería Paz
Bispo Auxiliar de Niterói

Fonte: Arquidiocese de Niterói

http://fratresinunum.com/2011/02/05/a-cidadania-planetaria-do-bispo-auxiliar-de-niteroi/

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Igreja na Itália solidária à Igreja no Rio

20 janeiro 2011 


Como todos sabem, a região serrana do estado do Rio de Janeiro foi recentemente devastada por uma catástrofe natural de proporções arrasadoras.
O que nem todos sabem é que o trabalho de assistência às famílias desabrigadas e desmembradas por ocasião da tragédia está sendo realizado de maneira especial por instituições e organismos ligados à Igreja Católica Apostólica Romana. A Conferência Episcopal Italiana doou um milhão de euros para a diocese de Petrópolis, quantia que será utilizada “para compra de material específico para as famílias, como roupa íntima e de higiene pessoal”, conforme noticiou o próprio site da diocese fluminense. Isso sem falar da ajuda da Cáritas Brasileira e de outras tantas pessoas que, movidas pelo espírito de caridade que brota do exemplo do Evangelho, se solidarizam com as vítimas do acontecido.
Por que mostrar às pessoas estes fatos? Porque a mídia ou está sobremaneira preocupada com o que ocorre na Alemanha ou decidiu omitir a notificação do ato de solidariedade praticado pela Igreja na Itália de propósito. A quantidade de dinheiro enviada pelos bispos da Itália à diocese de Petrópolis é cinco vezes maior que a quantia oferecida pelo governo alemão e, mesmo assim, O Globo preferiu noticiar apenas o segundo fato.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Defesa Civil confirma 710 mortes na região serrana do Rio

 18 janeiro 2011 

O número de pessoas mortas pelas chuvas que atingem a região serrana do Rio de Janeiro desde a última terça-feira voltou a subir. Segundo o último balanço divulgado pela Defesa Civil, às 21h de hoje (18), foram contabilizadas 710 mortes.
A cidade com o maior número de mortos é Nova Friburgo: 335. Teresópolis tem 292 mortes, enquanto Petrópolis contabiliza 62, e Sumidouro, 21.
Ainda de acordo com a Defesa Civil, a chuva deixou 3,6 mil desabrigados e 2,8 mil desalojados em Petrópolis, 960 e 1.280, respectivamente, em Teresópolis, e 3.220 desalojados em Nova Friburgo, além de 1.970 desabrigados.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, decretou estado de calamidade pública em sete cidades, além das cinco em que há registros de mortos. Areal e Bom Jardim estão na nova lista.
Fonte: Band.
* Não esqueçamos de orar pelas vítimas dessa grande catástrofe.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Igreja doa 1 milhão de euros às vítimas das chuvas

janeiro 17, 2011  

Via Diocese de Petrópolis:
A Diocese de Petrópolis recebeu a doação de um milhão de euros da Conferência Episcopal Italiana para ajuda as vitimas e também mais de 10 toneladas de materiais (roupa, alimento, material de higiene pessoal e limpeza, água) vindos de todas as regiões do país. Toda esta doação é para atender as vítimas das chuvas, localizadas em oito paróquias nos municípios de Petrópolis (2 paróquias), Teresópolis (3), Areal (1), São José do Vale do Rio Preto (2).
Há outras notícias… O jornal O Estado de S. Paulo conta que a prefeitura de Teresópolis é acusada, pelo padre Paulo Botas, da igreja do Sagrado Coração de Jesus de Barra do Imbuí, área bastante afetada pelas chuvas, de impedir que as igrejas católicas de Teresópolis recebam doações. Dos 21 abrigos abertos em Teresópolis, metade foi providenciado em igrejas evangélicas.
Incrivelmente a prefeitura da cidade também está polemizando com a Cruz Vermelha, impedindo-a de entregar donativos. Tem gente pra tudo mesmo… Aproveitar o momento pra ganhar prestígio político? Que vergonha.

http://diasimdiatambem.wordpress.com/2011/01/17/igreja-doa-1-milhao-de-euros-as-vitimas-das-chuvas/

Catástrofe no Rio de Janeiro

13 de janeiro de 2011
 
A sequência de fortes chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro causou o que está se tornando uma das maiores tragédias brasileiras: três cidades praticamente em total destruição e outras três fortemente afetadas por deslizamentos de terra, desabamento de encostas, soterramento de bairros e alagamentos. Milhares de pessoas perderam as casas, centenas perderam a vida e várias outras continuam desaparecidas.
Centenas de homens das forças de resgate do governo trabalham, muitas vezes com a ajuda de moradores, incansavelmente na busca de corpos e sobreviventes nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Areal, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. A tragédia é tamanha que hospitais e necrotérios não dão conta de fazer todos os atendimentos e estão lotados.
Por outro lado, os governos federal, estadual e municipal trabalham juntos para pensar em como reconstruir a localidade, ajudar a população atingida e, principalmente, remover esses moradores das áreas de risco – um dos principais motivos dessa grande perda.


Leandro Schuenk procura pertences da família, no mesmo
local onde enterrou os corpos dos pais. Nova Friburgo,
16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Bombeiros continuam o resgate de pessoas soterradas no
bairro Conquista, em Nova Friburgo. 16/01/2011.
Foto: José Patrício/AE

Cabral diz que destinará R$ 30 milhões para Saúde na Região
Serrana. Teresópolis, 16/01/2011. Foto: Fernando Gabeira/AE

Total de mortos na região serrana do Rio chega a 640.
Cemitério Municipal Carlinda Berlin, em Teresópolis,
15/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Em Teresópolis foram 271 o número de vítimas pelo
deslizamento de terra. 15/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Nova Friburgo, 16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Segundo especialistas, a prevenção de enchentes deve
ser como a de erupções vulcânicas e as de terremotos.
Nova Friburgo, 16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Nova Friburgo, 16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Em 2,5 meses, choveu em Nova Friburgo o esperado para
um ano . 16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Sobreviventes de Teresópolis chegam à base de
Operações Aéreas.
16/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE


Nova Friburgo, 15/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Carros foram arrastados mais uma vez com a chuva de
sábado em Nova Friburgo. 15/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Chuva que caiu no sábado, 15, em Nova Friburgo,
deixou moradores novamente preocupados com mais
deslizamentos de terra na cidade.
Foto: José Patrício/AE

Helicóptero da Policia Civil do Rio de Janeiro resgata
sobreviventes da tragédia que assolou a cidade de Teresópolis.
16/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

No bairro Campo do Coelho, em Nova Friburgo,
sobreviventes tentam salvar alguns de seus pertences sob terra.
16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Nova Friburgo, 16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

A falta de coordenação prejudica resgate de vítimas e
também a distribuição de donativos, que ficam à céu aberto.
Teresópolis, 16/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

A chuva não deu trégua durante o fim de semana, em
Nova Friburgo. Casas continuam sendo invadidas pela água.
16/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Angústia: moradores de Nova Friburgo aguardam a chegada de
bombeiros para retirar corpos de casal soterrado. 16/01/2011.
Foto: José Patrício/AE

Nova Friburgo, 15/01/2011. Foto: José Patrício/AE

Cachorro fica ao lado da sepultura de sua dona, Cristina Maria
Cesário Santana, em Teresópolis. 15/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Teresópolis, 15/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Yasmin Ferreira Soares, de 3 anos, é sepultada no Cemitério
Municipal Carlinda Berlin, em Teresópolis. Yasmin foi uma
das 271 vítimas da tragédia que marcou a cidade. 15/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Mãe se despede de sua pequena filha em Teresópolis.
15/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Total de vítimas da tragédia serrana do RJ é de 640 pessoas.
Nova Friburgo, 15/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Tristeza: uma carreta de pescados é utilizada para transportar
cadáveres em Teresópolis. 15/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Militares do Exército colocam 50 corpos de vítimas
desconhecidas em caminhão para enterro no Cemitério
Nova Friburgo. 15/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

A estimativa para a reconstrução da cidade de Teresópolis é de
R$530 milhões. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Desabamentos deixam 13 mil pessoas fora de suas casas.
Em Teresópolis, 960 estão desalojados e 1.280 desabrigados,
de acordo com a Defesa Civil.
14/01/2011. Foto: Felipe Dana/AP

Em Petrópolis, a região mais atingida foi o Vale do Cuiabá, no
distrito de Itaipava. 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Presidente Dilma e governador do Estado do RJ, Sérgio Cabral,
visitam Nova Friburgo. 13/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Itaipava, 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Mulher é resgatada pelos bombeiros. Teresópolis, 14/01/2011.
Foto: Felipe Dana/AP

Desastre em Teresópolis, 14/01/2011. Foto: Felipe Dana/AP

Prefeitura de Teresópolis pagou os funerais das vítimas e
disponibilizou 50 caixões pela manhã. Também providenciou a
abertura de cerca de 180 covas rasas no Cemitério Municipal
Carlinda Berlinda.  13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Apesar de Itaipava também ter sido atingida, a cidade funciona
como central de recebimento e distribuição de donativos às
vítimas. Itaipava, 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Condomínios de classe média-alta, pequenas casas e pousadas
foram invadidos rapidamente pela água dos rios Santo Antônio e
Cuiabá, que subiram até 4 metros acima do nível normal.
13/01/2011.
Foto: Marcos Arcoverde/AE

Distrito de Vieira, em Teresópolis, foi um dos locais mais
castigados pela chuva. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Teresópolis, 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Teresópolis, 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

IML de Teresópolis entrou em colapso após os deslizamentos
de terra. Com capacidade para até 20 corpos por mês, instituto
recebe 175 em três dias. 13/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Nova Friburgo, 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Em Nova Friburgo já chegam a 234 as vítimas letais do
deslizamento de terra. 13/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Itaipava, 13/01/2011. Foto: Marcos Arcoverde/AE

Tragédia no RJ deixa 530 mortos. Teresópolis, 13/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Teresópolis, 14/01/2011. Foto: Felipe Dana/AP

O teleférico de Nova Friburgo, um dos pontos turísticos da cidade,
foi tomado pela terra. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Morro desaba no centro de Nova Friburgo e atinge diversas
casas. Resgate teve dificuldade para chegar ao local.
12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Teresópolis foi o município que registrou o maior
número de mortes: 130. 12/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Nova Friburgo enfrenta o desafio de oferecer assistência
médica aos feridos em deslizamentos de terra, desabamentos
de imóveis e enchentes provocados pela forte chuva que caiu
na madrugada desta quarta-feira, 12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Nova Friburgo ficou praticamente sem comunicação durante
todo o dia de hoje, 12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Três bombeiros que tentavam resgatar moradores de um prédio
que havia desabado foram soterrados, em Nova Friburgo.
12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Excesso de corpos deixa IML de Teresópolis em colapso.
Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Centro de Nova Friburgo fica em meio a lama, 12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Cidade de Teresópolis decretou estado de calamidade.
Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Bombeiro tenta ouvir a voz de possíveis sobreviventes no centro
de Nova Friburgo. 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

De acordo com a polícia, foram identificados 176 corpos em
Teresópolis.
12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

Em Nova Friburgo, um carro de bombeiros foi atingido
por uma avalanche de terra, no centro da cidade. 12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis
foram especialmente atingidas. Teresópolis, 12/01/2011.
Foto: Fábio Motta/AE

Em Teresópolis, onde parte da periferia do município foi devastada,
o número de vítimas chega a 172, segundo informações da prefeitura.
12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

A Praça do Suspiro, em Nova Friburgo, ficou completamente
debaixo de lama com o deslizamento de terra. 12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Nova Friburgo, 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Fortes chuvas levem a cidade de Nova Friburgo ao caos.
12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Presidente Dilma promete ajuda no "resgate e na reconstrução" das
cidades serranas. Nova Friburgo, 12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

"O tempo é curto", afirma comandante dos bombeiros do Rio.
Força de Segurança dará auxilio no resgate das vítimas em Nova
Friburgo e região.
12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

As águas que desceram por Teresópolis atingiram,
consequentemente, São José do Vale do Rio Preto.
Teresópolis, 12/01/2011.
Foto: Fábio Motta/AE

Regiões conhecidas como Caleme, Poço dos Peixes, Posse e
Granja Florestal são as mais atingidas em Teresópolis. 12/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

A área mais afetada foi a periferia da cidade. Teresópolis,
12/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Segundo a Defesa Civil, 17 bairros foram atingidos por enchentes e
deslizamentos em Teresópolis. 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

"É a maior catástrofe da história do município", declarou o
prefeito de Teresópolis, Jorge Mário Sedlacek. 12/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Cabral culpa 'desgraça do populismo' por tragédia na Região
Serrana do RJ. Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

Em Teresópolis, número de mortes é de 175, e 1300 estão
desalojados. 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

Teresópolis, RJ. 12/01/2011. Foto: Wilton Júnior/AE

Até o momento, a tragédia do Rio de Janeiro, em 2011, foi a
quarta maior do país. Teresópolis, 12/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Nova Friburgo, 12/01/2011. Foto: Marcos de Paula/AE

Município de Teresópolis diminuiu burocracia para facilitar a
liberação de corpos e prefeitura assumiu despesas de enterros.
12/01/2011.
Foto: Wilton Júnior/AE

Teresópolis, 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE

Carros foram carregados pela força da terra durante o
desmoronamento de morro en Nova Friburgo. 12/01/2011.
Foto: Marcos de Paula/AE

Teresópolis, RJ. 12/01/2011. Foto: Fábio Motta/AE
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