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sábado, 12 de julho de 2025

“Um sinal de contradição”: a vida além do smartphone – uma entrevista com o Dr. Apresentação de Slides Peter Kwasniewski

Nesta entrevista convincente, o escritor convidado Rob Marco senta-se com o respeitado autor e compositor católico para explorar os desafios do vício em smartphones e como superá-lo. 

Imagem: Vitaly Gariev, Unsplash.com

 

Rob Marco (em inglês)

 

Nota do autor: Recentemente tive a oportunidade de corresponder com o Dr. Peter Kwasniewski sobre o tema do nosso vício social em smartphones. Foi uma conversa fascinante e não acredito que estamos falando disso o suficiente em nossa cultura. Nesta entrevista, o Dr. Kwasniewski dá sua perspectiva e as razões para viver como marido católico, pai e acadêmico sem nunca ter possuído um smartphone, ao mesmo tempo em que fornece sugestões e recursos pragmáticos para escapar desse vício.

O Peter A. Kwasniewski possui um B.A. em Artes Liberais por Thomas Aquinas College e um mestrado e doutorado em Filosofia pela Universidade Católica da América, com especialização no pensamento de St. Thomas Tomás de Aquino. Depois de lecionar no Instituto Teológico Internacional na Áustria, ele ajudou a estabelecer o Wyoming Catholic College em 2006, onde ensinou teologia, filosofia, música e história da arte e dirigiu o coro e a schola até 2018. Hoje, ele é um escritor em tempo integral, editor e palestrante cujo trabalho aparece em muitos sites, especialmente seu Substack, “Tradição e Sanidade”. Ele escreveu ou editou mais de trinta livros e seus escritos foram traduzidos para mais de vinte idiomas. - Dr. Dr. (em inglês). Kwasniewski também é um compositor cuja música coral sagrada foi realizada em todo o mundo.

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quarta-feira, 23 de abril de 2025

O Papa das Ironias

 O reinado do Papa Francisco foi cheio de aparentes incongruências e até contradições.

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Robert B. Greving

 

Muitas palavras poderiam descrever o pontificado de Francisco; para mim, a melhor é irônica. Vindo da Argentina, Jorge Bergoglio era considerado o outsider por excelência que traria outra onda de  aggiornamento  à Igreja; mas, em vez disso, parecia fechado nas ideias obsoletas do liberalismo. Criticava aqueles que considerava "querer voltar", mas essa era exatamente a crítica que muitos de nós tínhamos a ele. Ele simpatizava com todas as tradições religiosas, exceto a da sua própria fé. 

Ele era tolerante com a dissidência dos ensinamentos da Igreja, mas permitia pouca dissidência dos seus, "conquistando" mais bispos, literal ou figurativamente, do que João Paulo II ou Bento XVI. O Papa Bento XVI certa vez lamentou que sua autoridade chegasse até a porta. Para Francisco, a "colegialidade" parecia ir até suas próprias opiniões. 

Ele denunciava frequentemente o clericalismo, mas agia como se a participação na Igreja devesse ser medida pelo papel clerical. Não gostava de batinas, barretes e do título de "monsenhor", mas fazia questão de que todos soubessem quem era o papa. Citava a si mesmo como autoridade, e se "dubias" fossem levantadas, eram respondidas com silêncio. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Bispo Eleganti: Comentários do Papa Francisco sobre outras religiões escondem Jesus e contradizem o Evangelho

Qualquer um que queira incluir a todos ao custo de relegar Cristo a segundo plano como o Filho de Deus não merece o nome de "cristão". Ele não é convencido nem convincente. Ele não é uma testemunha de Cristo. 

Imagem em destaque
Papa Francisco

Acima de tudo, São Paulo enfatiza que a missão não tem nada a ver com manipulação e intimidação, mas é uma demonstração de espírito e força. Em outras palavras: é o Espírito Santo que convence uma consciência da verdade, não o missionário. Esta verdade é Jesus Cristo, que Francisco regularmente deixa de mencionar no contexto inter-religioso.

O diagnóstico também não está correto. O grande perigo na Igreja desde o último Concílio não é o proselitismo repreensível, mas a paralisia quase completa dos esforços missionários, além de reavivamentos isolados, que são uma reação à ausência de missão por 60 anos.

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

O Cardeal Marx contradiz as Escrituras ao afirmar que Jesus ‘não quer proclamar uma doutrina de Deus’

Ao abordar a afirmação mais fundamental do Cardeal Marx de que ‘Jesus obviamente não quer proclamar uma doutrina de Deus,’ um breve olhar aos Evangelhos revela muitas vezes que Cristo ensina alguma verdade sobre Deus, por vezes ao ponto de condenar severamente aqueles que rejeitam a doutrina dele.

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O Cardeal Reinhard Marx oferece a Missa para a 'Comunidade Queer de Munique', 13 de Março de 2022.


Por Louis Knuffke

 

“Jesus… não quer proclamar uma doutrina de Deus,” o Cardeal Reinhard Marx, Arcebispo de Munique e antigo chefe da Conferência Episcopal Alemã, afirmou recentemente. Discordando do Magistério da Igreja e da insistência no seu papel de professora do dogma revelado, o Cardeal Marx também alegou que a exigência da Igreja na adesão dos fiéis aos seus ensinamentos definitivos entra em conflito com tentativas de evangelizar. 

Segundo a agencia de noticias alemã Katholisch.de, o cardeal pensa que “uma das causas da crise da Igreja Católica… encontra-se na sua dogmática.” Na edição de Outubro da revista Herder-Korrespondenz, o Cardeal Marx escreveu: “A crise da Igreja é talvez, por isso, também uma crise de uma instituição que afirmou e ainda afirma que sabe muito sobre Deus e poder comunicar com autoridade a Sua Vontade a todas as pessoas.” 

Marx propôs que, “Só se superarmos uma conversa demasiado superficial, compreensiva e autoconfiante sobre Deus e, ao mesmo tempo, abrirmos a porta à experiência do Deus de Jesus é que o núcleo da fé cristã se revela. Jesus obviamente não quer proclamar uma doutrina de Deus, mas através dos seus exemplos e parábolas do reino de Deus, Ele quer deixar claro o que significa agora a presença de Deus no nosso meio…”

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Supostos erros e contradições dos Papas

[Nota: Esse é um capítulo do livro “Anti-Janus”, escrito pelo Cardeal Joseph Hergenröther em resposta ao livro “The Pope and the Council” de Ignaz von Döllinger, sob o pseudônimo de Janus, um sacerdote cismático que não aceitou o dogma da Infalibilidade Papal.]

 

 

Cardeal Joseph Hergenröther

Tradução: Gustavo Lopes

 

Não é uma tarefa pequena pronunciar-se sobre questões tratadas em muitas centenas de obras eruditas, um julgamento fixo dentro do alcance de algumas linhas. Mas para essa tarefa, Janus reuniu coragem suficiente; ele apresenta, mesmo a partir do século IV, seus argumentos contra a Infalibilidade Papal. Felizes os papas dos primeiros três séculos, dos quais possuímos apenas poucos documentos; pois, a partir da terminologia menos precisa e definida, que já expôs a severas críticas a muitos dos padres pré-Nicenos, esses pontífices dificilmente teriam escapado das mais severas censuras. Vamos agora examinar brevemente o que, por parte dos defensores da Infalibilidade Papal, pode possivelmente ser alegado contra os exemplos aduzidos.

1. “O Papa Júlio I declarou Marcelo de Ancira, um sabeliano confesso, ortodoxo em seu sínodo romano” (p. 68). Não apenas o Papa Júlio fez isso, mas também o Concílio de Sardica. Marcelo esperou em Roma por seus acusadores um ano e três meses.¹ Quando esses não apareceram, e sua confissão de fé pareceu satisfatória, o Papa Júlio o absolveu. Sobre a doutrina de Marcelo, as opiniões ainda divergem. Natalis Alexander, Montfaucon e Möhler defenderam sua ortodoxia; e Hefele observa que é difícil pronunciar um julgamento decisivo sobre ele.² No entanto, deve-se admitir que pesquisas recentes parecem menos favoráveis ​​à sua ortodoxia.³ Mas nenhum infalibilista jamais afirmou, nem um fabilista provou, que a sentença de Júlio foi uma decisão doutrinária, ou que este Papa sancionou qualquer dogma. Em um julgamento sobre as opiniões de um indivíduo, o Papa, não menos que um Concílio Geral, pode, de acordo com os mais rígidos defensores da infalibilidade, cair em um erro de fato (error facti).

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

O Papa quer para esta Quaresma que sejamos mais sinodais

A Santa Sé tornou pública a mensagem do Papa Francisco para esta Quaresma que terá início na próxima quarta-feira, 22 de fevereiro.

mensagem do Papa jejum quaresmal  

 

A mensagem tem como título: 'A ascese quaresmal, um caminho sinodal'. Como se diria coloquialmente, temos o Sínodo 'até na sopa'.

Apesar das grandes tensões, problemas e lutas internas que este Sínodo provocador e confuso está causando, o Papa quis centrar sua mensagem quaresmal no caminho sinodal. Não procure menções de oração, jejum ou esmola neste discurso porque você não as encontrará.

Na mensagem quaresmal, o Pontífice afirma que “nos fará bem refletir sobre esta relação que existe entre a ascese quaresmal e a experiência sinodal”.

O Papa usa seu discurso nesta Quaresma para garantir que "o caminho sinodal esteja enraizado na tradição da Igreja e, ao mesmo tempo, aberto à novidade". Também não perde a oportunidade de sublinhar que “a tradição é fonte de inspiração para procurar novos caminhos, evitando as tentações opostas da imobilidade e da experimentação improvisada”.

domingo, 18 de julho de 2021

Bênçãos aos pares homossexuais nas igrejas e a Missa tradicional: os dois pesos e as duas medidas de Francisco

 


Por Henrique Sebastião (Frat. Laical S. Próspero),
com excertos de Tommaso Scandroglio (La Nuova Bussola Quotidiana)

 

TENTEMOS COMPARAR o fenômeno dentro da Igreja alemã, com reflexos já no Brasil e em diversas partes do mundo, do escândalo das bênçãos de pares homossexuais e o da provável decisão da Santa Sé de travar o direito de celebrar segundo o Vetus Ordo (Missa tridentina).

No primeiro caso, prostitui-se um sacramental; no segundo caso, castra-se um Sacramento. Isto é, no primeiro caso, abusa-se de um sacramental e, no segundo caso, impede-se a participação no Sacramento em sua forma mais plena.

No primeiro caso, temos um nutrido grupo de fiéis e sacerdotes que atuam em nítido contraste com o juízo da Congregação para a Doutrina da Fé, mas, apesar disso, Roma parece até aprovar (quando silencia, finge que o problema não existe, faz 'cara de paisagem' diante de problemas clamorosos como este, que é o típico modus operandi dos revolucionários socialistas enrustidos/infiltrados), uma vez que encontrou-se a escamoteação, denunciada pelo diretor do Instituto João Paulo II, para abençoar os pares: primeiro, um membro desse par; depois, o outro.

quinta-feira, 11 de março de 2021

Ai de vós, hipócritas!

 

 

*Pe. David Francisquini

 

Tantas — e não menos contraditórias — são as afirmações veiculadas pela grande mídia, assim como as medidas levadas a efeito por muitas autoridades públicas, que parecem esconder algo do grande público que, já quase exausto, não vem suportando mais o confinamento a que foi submetido, em razão das próprias divergências sobre a sua eficácia ou não.

Diante do alarmismo em torno do vírus chinês e da multiplicação de lokdowns, constata-se que os números relativos à pobreza têm aumentado de maneira acentuada, dada a desestabilização na economia das nações. Abyssus abyssum invocat, isto é, um abismo atrai outro abismo, proclama um Salmo. Não se pode fazer o mal para que dele provenha um bem.

No caso dos confinamentos não há nada de mensurável e de científico sobre a sua eficácia. O mesmo não se pode afirmar sobre a evidência de a pessoa não ter o que comer, pois o levará à ruína e à morte por inanição, a menos que haja um projeto, um propósito de fazer o mundo atual se resvalar para o abismo com a desgraça alheia.

segunda-feira, 1 de março de 2021

Espanha restringe igrejas, mas libera marchas feministas na Quaresma

Diretor da CitizenGo critica os dois pesos e duas medidas do governo socialista espanhol e qualifica marchas de "irresponsáveis e criminosas"


 

Por Francisco Vêneto

 

Espanha restringe igrejas, mas libera marchas feministas na Quaresma: embora tenha imposto um dos conjuntos de medidas restritivas mais severos do mundo para alegadamente conter a pandemia de covid-19, o país agora vai permitir diversas marchas feministas agendadas para o dia 8 de março, ao mesmo tempo em que manterá sob duras limitações a locomoção de seus cidadãos, sem falar nas inflexíveis reduções de capacidade das igrejas.

Aliás, as restrições impostas às igrejas já vêm sendo mais severas do que as impostas a cinemas e teatros, por exemplo, conforme foi denunciado recentemente pelo bispo de Valladolid, cardeal dom Ricardo Blázquez. Ele declarou na semana passada:

sábado, 20 de fevereiro de 2021

A posição de Biden sobre o aborto contradiz seu catolicismo

Após declarações do presidente Biden de que ele "aceita" os ensinamentos da Igreja sobre o aborto, mas, ao mesmo tempo, se recusa a "impô-los aos outros", Robert P. George e Ramesh Ponnuru publicaram um artigo devastador nas páginas de opinião do Washington Post.


 

Ramesh Ponnuru é membro do American Enterprise Institute e colunista da Bloomberg Opinion. Robert P. George é o Professor McCormick de Jurisprudência da Universidade de Princeton.

Segundo este último, a posição de Biden “é baseada em um mal-entendido - na verdade, uma deturpação - do que realmente são os ensinamentos da Igreja. Este não é um mal-entendido inocente. Biden sabe exatamente o que é esse ensino; ele a está deturpando por razões políticas. Em essência, o apoio de Biden ao aborto virtualmente irrestrito é profundamente injusto. Ao expor todo um grupo de seres humanos inocentes à violência mortal, você está cometendo uma grave injustiça contra eles. A injustiça é agravada pela decisão de Biden de subsidiar aquele massacre com dinheiro do contribuinte”.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

O MAL NÃO PREVALECERÁ


Por Pe. David Francisquini*

 

Enquanto o Supremo Tribunal Federal revoga a prisão de uma enfermeira acusada de realizar centenas de abortos clandestinos, condena o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz [foto acima] que impediu, via judicial, um só aborto.

A enfermeira encontra-se livre por força de liminar concedida pelo relator do caso no STF, Marco Aurélio Melo, por ter um filho portador de transtorno de espectro autista, dependente de seus cuidados. Para o ministro, a prisão que já durava nove meses excedeu o prazo razoável, pois foi presa em flagrante no ano passado, num hotel, em Belo Horizonte, quando se preparava para praticar ali mais um aborto clandestino.

Em sua sentença, o ministro Barroso afirmou que a criminalização do aborto viola os direitos fundamentais das mulheres pobres, já que elas não podem ter acesso às clínicas de luxo… Por sua vez, a ministra Rosa Weber alegou que sendo a sociedade machista, não valoriza e nem reconhece os direitos reprodutivos da mulher… Alexandre de Moraes sentenciou que a soltura da enfermeira para cuidar de um filho menor ressalta que o distanciamento dos fatos a impedirá de atitudes criminosas. (Jornal online: Conexão política, Publicado por Marcos Rocha. Acesso em 17-10-20).

domingo, 16 de agosto de 2020

Contradições flagrantes

 

 

Por Paulo Henrique Américo de Araújo

 

De todos os sublimes episódios da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, um em especial me veio à mente ao observar os absurdos e incongruências em que vai afundando este nosso século.

A cena ocorre durante a Paixão, quando o Redentor se encontrava diante do Sinédrio. Imputando-Lhe os juízes os crimes de sedição e revolta, tentam forçá-Lo a uma confissão. Jesus responde que havia ensinado publicamente, bastando inquirir quem O ouvira pregar no Templo e na sinagoga. Nesse momento, um dos assistentes do conselho dá-Lhe uma bofetada, dizendo: “Assim respondes ao Pontífice?”. E teve de ouvir contrafeito a resposta magnífica, irretorquível: “Se falei mal, diga em quê. Se falei bem, por que me bates?”. Este simples argumento deixou evidenciada a flagrante contradição e injustiça do agressor. Uma denúncia direta, cortante, invencível.

Em alguns acontecimentos recentes registrados pelo noticiário, sigamos o exemplo do Divino Mestre apontando neles a contradição. Mas ressaltemos desde já que a posição contraditória, nesses eventos, não é de uma pessoa em particular, mas sim a do mundo moderno neopaganizado, cujos fundamentos e instituições decadentes nadam invariavelmente nas águas turvas da incoerência.

*   *   *

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Bispos e padres desafiam documento de trabalho do Sínodo da Amazônia por 'contradizer' a fé católica

[lifesitenews]
Por Diane Montagna


Em vista do próximo Sínodo da Amazônia, um grupo internacional de prelados, padres e leigos católicos, que optaram por permanecer anônimos devido a um "clima de intimidação" na Igreja, abordou hoje um breve declaração ao Papa Francisco e aos padres sinodais, identificando quatro áreas do documento de trabalho que, segundo eles, são "contraditórias" à fé católica.
A declaração de 1º de outubro (veja abaixo), emitida por um grupo que se autodenomina Grupo de Trabalho Coetus Internationalis Patrum (Grupo Internacional de Pais), declara:

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O uso véu – Dois milênios de Tradição

[afeexplicada]


O uso véu, no cristianismo (por cristianismo, falo em sentido estrito, ou seja, catolicismo) é um costume muito importante. E não diz respeito somente à lei canônica, mas também a dois milênios de tradição: tanto na tradição do Velho Testamento, como nas admonições do novo Testamento, em que São Paulo escreveu:

domingo, 7 de maio de 2017

Liturgia, entre o sagrado e o profano

[afeexplicada]



Geraldo Trindade
O que é o sagrado dentro do contexto pós-moderno que vivemos? Qual o espaço que ele ocupa dentro do profano da vida? Estas distinções são traiçoeiras e muitas vezes, corre-se o risco de pecar por serem rasas.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O crucifixo comunista: socialismo e catolicismo deixaram de ser “termos contraditórios”?

[ipco]
Por


Crucifixo comunista com a foice e o martelo
Na análise dos fatos presentes, o jornalista católico deve seguir a mesma diretriz dada pelo Papa Leão XIII aos estudiosos da História da Igreja: “Não diga nada falso, não cale nada verdadeiro”[1], pois “Deus não tem necessidade de nossas mentiras“ (Jó 13.7). [2] 

Um crucifixo comunista

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Cristo e cristão, sinais de contradição



No Evangelho, Jesus é apresentado como "sinal de contradição". A compreensão desse termo e de como ele se estende aos seguidores de Jesus é não só interessante, como tem tudo a ver com os cristãos que desejam ser mais parecidos com o Mestre.
Um aspecto igualmente interessante é que a contradição afasta Jesus de muita gente e vice-versa porque "ser do contra", no sentido de significar uma crítica ao modo de pensar e de viver da grande massa, "não dá Ibope". É mais fácil ir na onda do que ser contra! Para entender melhor o tema, conversamos com o teólogo e professor Lino Rampazzo. Veja o que ele diz.

Padre César: Em que sentido Jesus foi "sinal de contradição"?

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Judeus não acreditam em Jesus Cristo

jbpsverdade: Já está mais do que comprovado porque o cristianismo não se coaduna com o judaísmo.
O judaísmo vê Jesus como uma criatura de Deus, ela (judaísmo), não acredita na Trindade e muitos outras coisas diferentes do cristianismo. No vídeo abaixo no tempo 7:07, vejam o que diz apresentador do mesmo. Ele também fala de um "Jesus" romano, ora, o cristianismo nunca menciona e nem mencionou que Jesus Cristo era romano, mas sim Judeu.
O apóstolo João escreve no evangelho:
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito. Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens. 
Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Mas a todos aqueles que o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus,
os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus. (Jo 1, 1-4. 11-13)


terça-feira, 27 de maio de 2014

Chegou o tempo?

[blogdafamiliacatolica]

Pe. David Francisquini (*)


A mídia tem sido pródiga em divulgar declarações do ex-presidente do Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, o cardeal Walter Kasper, de 81 anos. Ele acaba de apresentar mais uma proposta escandalosa: a admissão na comunhão eucarística de divorciados que tenham contraído novas uniões.
O que a doutrina católica ensina a respeito? São Paulo deixa claro: a Escritura, inspirada por Deus, é útil para ensinar, repreender, corrigir e formar na justiça. E a Igreja ensina que o casamento é indissolúvel nas dores e nas alegrias, no luto e nas dificuldades, nas vitórias e nas derrotas, nos reveses e nas bonanças, nas desilusões e nas esperanças.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Um bispo investigado será investigador

ihu - Por decisão do Papa Francisco, o arcebispo de Rosario, José Luis Mollaghan (foto), foi removido do seu cargo, mas ao mesmo tempo foi designado para uma comissão encarregada de examinar recursos apresentados por padres acusados de delitos graves, que funcionará na Congregação para a Doutrina da Fé (ex-Santo Ofício), no Vaticano.
Fonte: http://bit.ly/1odNDyn
A reportagem é publicada no jornal argentino Página/12, 20-05-2014. A tradução é de André Langer.
A medida do Papa foi tomada no momento em que ainda ressoam os ecos de uma investigação de maus tratos. Na semana passada, o bispo Mollaghan afirmou, em relação às investigações, que “o passar do tempo” serviu para demonstrar que “não houve anomalias”. Em fontes eclesiásticas, antes da decisão do Papa que se tornou pública na terça-feira, dia 20, se havia adiantado que buscavam uma “saída honrosa” para Mollaghan, de 68 anos, que foi designado agora para integrar uma comissão vaticana que terá como missão analisar recursos apresentados por membros da Igreja que foram acusados ou condenados por ‘delicta graviora’ (“delitos graves”).
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