Conferência de Dom Lefebvre
Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. (Ef 5, 8-11)
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| Esta belíssima escultura da catedral de S. Nicolau (Praga, República Checa), deve parecer um tanto perturbadora às mentes 'politicamente corretas' dos nossos tempos: mostra 'Sto. Inácio de Loyola subjugando a heresia', sendo que esta tem a face de Martinho Lutero |
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| Beata Maria Serafina Micheli viu Lutero no inferno |
Por Luis Dufaur
Em 1883 a Bem-aventurada Sóror Maria Serafina Micheli (1849-1911),
fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos, passava pela cidade de
Eisleben, na Saxônia, Alemanha.
Eisleben é a cidade natal de Lutero. E, naquele dia comemorava-se o
quarto centenário do nascimento daquele grande fundador da heresia
protestante (10 de novembro de 1483).
Lutero dividiu a Igreja e a Europa. Dessa divisão advieram crudelíssimas guerras de religião que duraram décadas a fio.
A população aguardava o imperador alemão Guilherme I que devia presidir as solenidades.
O encontro aconteceu na Sala Paulo VI da Cidade do Vaticano, onde o Pontífice costuma dar sua catequese, e para esta ocasião foi colocada em um lugar de destaque uma estátua do famoso herege alemão.
Além disso, de um lado do palco de onde Sua Santidade falava, era possível ver um mural com os retratos de Martinho Lutero e do Papa Francisco colocados lado a lado, na mesma altura.
Não é a primeira vez que uma estátua do promotor da derrocada definitiva do Cristianismo aparece no Vaticano. Em 2016, no mesmo local, a Aula Nervi, outra efígie do heresiarca alemão esteve presente num encontro com os luteranos.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere
Quando Deus criou a humanidade, todos estavam chamados a conhecê-lO, amá-lO, fazer a sua vontade e um dia ir para o Céu. Mas, depois da Queda, o gênero humano tornou-se insensato, rebelde e escravo de paixões de toda espécie (cf. Tt 3, 3), e essa situação assim permaneceu até a Encarnação de Cristo. Assumindo a natureza humana em sua totalidade, exceto no pecado, Nosso Senhor abriu novamente as portas do Céu para os homens, tornando-os dignos da filiação divina pelo sacrifício redentor da Cruz.
Jesus mesmo providenciou um “batismo de regeneração e renovação” (cf. Tt 3, 5) para converter cada pecador em filho de Deus, herdeiro da vida eterna. E, em virtude da graça santificante recebida no Batismo, todos podem agora participar da vida sobrenatural, esforçando-se, como pede São Paulo, por se aperfeiçoarem na prática do bem (cf. Tt 3, 8).