A direção da Igreja nunca mudará, mas resistiremos ou atenderemos à sua orientação divina?
Por Greg Schlueter
Ontem, no coração da Igreja Católica, um drama sagrado atingiu seu ápice. O conclave terminou. Fumaça branca subiu. Um novo papa foi escolhido — um momento que remonta a séculos, um momento em que a Igreja se mantém firme, não apenas olhando para o futuro, mas posicionada na encruzilhada da eternidade. Dentro da Capela Sistina, sob o afresco do Juízo Final de Michelangelo, as preces dos cardeais foram atendidas, e a Igreja agora olha para seu novo pastor.
Para o mundo, este momento pode parecer mera pompa. Mas para aqueles com olhos para ver, é o coração pulsante de um mistério maior. Vivemos no vale de Ezequiel — uma geração cercada por ossos secos. E este conclave não é meramente a escolha de um papa; é o som de um chamado que ecoa através dos tempos, chamando a Igreja — e cada um de nós — a se erguer, a respirar, a viver novamente.