Por Luiz Sérgio Solimeo
Como era de esperar, em sua recente viagem de 2 a 3 de abril a Malta, o Papa Francisco falou aos imigrantes africanos, que veem essa ilha como uma porta de entrada na União Europeia.
O Papa argentino é um dos mais ardentes defensores das contínuas ondas de imigrantes, na sua maioria muçulmanos, que estão conquistando a Europa em uma invasão pacífica.
De fato, em vez de assimilar a cultura e a religião do Velho Continente, eles se fecham em guetos, em muitos dos quais a polícia não ousa entrar, e se comportam como em terra conquistada. O número de mesquitas está aumentando, enquanto igrejas católicas são fechadas ou vendidas para vários propósitos profanos. [1]