Mostrando postagens com marcador Radicalidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Radicalidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Francisco se recusa a entrar no jogo de radicais islâmicos


"O descontentamento deles para com a descrição de Francisco da violência cometida contra o Pe. Jacques Hamel como sendo “absurda”, o não emprego do termo “martírio” quando o pontífice se referiu à morte de Hamel e a indignação dessas pessoas como atrevimento do papa em sugerir que havia um fundamentalismo e uma violência dentro do cristianismo estão presentes em todos os meios de comunicação social. Francisco, felizmente, vê mais adiante. Ele tem uma estratégia de seis passos para dar à provocação do Estado Islâmico. Esta estratégia é bem pensada e está sendo eficaz – mesmo que alguns católicos de destaque a odeiem", escreve Austen Ivereigh, doutor em filosofia pela Universidade de Oxford, em artigo publicado por Crux, 04-08-2016. A tradução é de Isaque Gomes Correa. 
Eis o artigo.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Governo Norueguês tira 5 filhos de uma família por motivo de “doutrinação cristã”

[ipco]
Por



Na cidade de Naustdal, Noruega, uma família cristã formada pelo romeno Marius Bodnariu e a norueguesa Ruth tiveram seus cinco filhos sequestrados pelo governo, após uma denúncia encaminhada ao serviço social do país, alegando “radicalização e doutrinação cristã”. ¹

Sequestro das crianças

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A radicalidade no seguimento de Jesus

[domtotal]
Por Dom Adelar Baruffi*

Vida virginal, pobre e obediente, que assume a forma que Cristo escolheu para vir a este mundo.


As formas de vida consagrada são várias, como “uma grande árvore, de múltiplos ramos”.


A terceira semana de agosto é dedicada à Vida Consagrada. Neste ano, assume especial importância, pois estamos vivendo o Ano da Vida Consagrada, proclamado pelo Papa Francisco, que se estende até o dia 02 de fevereiro de 2016.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

7 hábitos das pessoas que confiam radicalmente em Deus

Por pildorasdefe.net

Conheça o que elas têm em comum.



Já li muitas biografias e memórias sobre pessoas inspiradoras que depositaram sua confiança radicalmente em Deus. Quando me falo de ser “radical”, não quero dizer de maneira alguma “imprudente”; refiro-me à dificuldade, muito contracorrente na atualidade, de reconhecer Deus absolutamente sobre todas as áreas da nossa vida.
Achei fascinantes os pontos em comum nas vidas de pessoas incríveis, que se entregaram com absoluta confiança ao Senhor, e decidi compartilhar isso com vocês, para que sirvam de inspiração a outros.

1. Aceitaram o sofrimento

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Ser radicalmente de Deus

[padrepauloricardo]

Quando alguém se converte e começa a mudar os próprios hábitos para se conformar à vontade de Deus, o mundo começa a impor-lhe a pecha de “radical”

 

Quando uma pessoa se converte e começa a mudar os próprios hábitos e comportamentos para se conformar à vontade de Deus, o mundo começa a impor-lhe a conhecida pecha de "radical". Experimente deixar de usar determinadas roupas, parar de fazer alguns comentários maldosos, afastar-se da turminha "descolada" do colégio ou começar a usar algum adereço externo que sinalize que você é católico. Imediatamente, o mundo começará a zombar de você.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Para mim, viver é Cristo

[domtotal]
Por Dom Murilo S.R. Krieger*

Talvez sejam necessárias placas com dizeres: 'Precisa-se, com urgência, de novos apóstolos Paulo!'


Nesse dia 25 de janeiro, a Igreja relembrou a conversão do apóstolo Paulo. Se tivesse que escolher um momento da vida de Paulo que melhor traduz seus ideais, eu me voltaria para o dia em que o rei Agripa, que governava parte do território da Palestina, foi, com sua irmã Berenice, a Cesaréia (62 d.C.).

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Freira implora por cristãos estuprados, vendidos e mortos pelo ISIS

[juliosevero]
Por Leo Hohmann

Refugiados vivem 'como animais' em campos de refúgio


É a temporada de "paz na Terra", mas a irmã Hatune Dogan sente um calafrio no seu espírito, que só poderia ser sentido em um tempo de guerra.
Hatune Dogan
A freira cristã ortodoxa o sente a cada nova atrocidade cometida contra as minorias Yazidi e cristãs da Síria e do Iraque. Ela o sente nas igrejas queimadas em todo o Egito e na matança de crianças inocentes no Paquistão.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Cardeal Burke: a Igreja Católica tem sido “muito influenciada pelo feminismo radical”

[bibliacatolica]


Numa longa entrevista, o Cardeal Burke usou linguagem franca para expressar suas graves preocupações sobre o modo como a Igreja Católica tem sido prejudicada pelo feminismo radical. Ele também tratou, com uma franqueza raramente presente nos pastores, da imoralidade sexual e do abuso litúrgico.

sábado, 30 de agosto de 2014

10 coisas que você precisa saber sobre os extremistas do Estado Islâmico

A começar pelo nome do grupo: afinal, é EI, EIIL, EIIS, ISIS, ISIL, Califado…?

EIIL, EIIS, ISIS ou ISIL? Estado Islâmico ou Califado?

O grupo de extremistas islâmicos sunitas que está espalhando o terror por partes da Síria e do Iraque não causou apenas um rastro de morte e destruição, mas também muita confusão na cabeça das pessoas do mundo inteiro.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Saiba quem é o perigoso homem que se proclamou líder de todos os muçulmanos do mundo

[bibliacatolica]


O que é o novo Califado e mais 9 fatos que você precisa conhecer

Um grupo de jihadistas cuja base fica na Síria invadiu recentemente a fronteira e irrompeu com fúria pelo norte do Iraque, arruinando em apenas uma semana os anos de esforços que estavam finalmente conseguindo instaurar na região uma relativa paz e estabilidade.
Quem são essas pessoas e o que elas realmente querem?

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Sequestros e crucifixões de cristãos: crimes que o ecumenismo finge não ver



IPCO 
17 de junho de 2014 
Moças cristãs sequestradas exibidas pelos fiéis seguidores do Alcorão
Moças cristãs sequestradas exibidas pelos fiéis seguidores do Alcorão

O mundo civilizado não saiu ainda do estupor provocado pelo sequestro de quase trezentas moças e meninas cristãs nigerianas pelos muçulmanos fundamentalistas do movimento Boko Haram, noticiaram os grandes órgãos da imprensa mundial como Le Figaro de Paris.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Em GO, pastor que 'cheirou' bíblia diz: 'Se não for radical, não toca o jovem'

Lúcio Barreto fala de foto polêmica e faz críticas ao festival Rock in Rio. Criador do lema 'Loucos por Jesus', ele mistura religião com elementos pop.

Sílvio Túlio Do G1 GO

Pastor Lucinho aparece 'cheirando' Bíblia em convite a culto (Foto: Missão Evangélica Praia da Costa/Divulgação) 
Foto em que Lucinho aparece 'cheirando' uma bíblia (Foto: Missão Evangélica Praia da Costa/Divulgação)
O pastor mineiro Lúcio Barreto, 41 anos, conhecido como Lucinho,  desembarcou em Goiânia na segunda-feira (23) para participar de um congresso evangélico destinado a jovens e adolescentes. Criador do lema "Loucos por Jesus", ele ficou famoso depois que uma foto em que aparece "cheirando" uma bíblia foi divulgada nas redes sociais. Ele justificou a atitude polêmica como uma forma ousada de atingir seu principal público: "Se não for radical, não toca o jovem", disse em entrevista ao G1.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Seguir Jesus... Assumir riscos calculados

ihu - Seguir Jesus é uma escolha cheia de consequências e de compromissos; é uma escolha crucial e, antes de escolher, precisamos sentar e calcular.
A reflexão é de Raymond Gravel, padre da Diocese de Joliette, Canadá, e publicada no sítio Réflexions de Raymond Gravel, comentando as leituras do 23º Domingo do Tempo Comum – Ciclo C do Ano Litúrgico (08 de setembro de 2013). A tradução é de André Langer.
Referências bíblicas:
Primeira leitura: Sb 9,13-18
Segunda leitura: Fm 9b-10.12-17
Evangelho: Lc 14,25-33

Eis o texto.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

''É preciso ir contra a corrente'': Francisco e a cadeira vazia

IHU - "Recordem-se bem: não tenham medo de ir contra a corrente". Quando terminou de ler o Ângelus, Francisco exclamou de improviso: "Sejam corajosos! E assim como nós não queremos comer uma refeição que saiu mal, não levemos conosco os valores avariados que arruínam a vida e tiram a esperança. Avante!". O papa se dirige principalmente aos jovens que, em um mês, ele irá encontrar na Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro – e quem sabe quantos deles estão se manifestando nestes dias no Brasil –, aqueles jovens aos quais ele exortou, mais de uma vez, a "apostar nos grandes ideais".

A reportagem é de Gian Guido Vecchi, publicada no jornal Corriere della Sera, 24-06-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Radical, cara. Radical

Seguir Jesus é antes de tudo comprometer-se com a Igreja, é escolher a porta estreita e desejar com coragem e radicalidade permanecer no caminho estreito, é ouvir e obedecer as Palavras de Jesus quando Ele diz:Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram.
Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram. (Mt 7, 13-14)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Eis porque Bento XVI irá desta vez a Assis. Da crítica de 1986 ao juízo de hoje, Ratisbona e a “Dominus Iesus”.

Tradução: Fratres in Unum
Igreja de São Pedro, Assis, 1986: estátua de Buda sobre as relíquias do mártir Vitorino, morto, 400 anos depois de Cristo, por testemunhar a fé.
Igreja de São Pedro, Assis, 1986: estátua de Buda sobre as relíquias do mártir Vitorino, morto, 400 anos depois de Cristo, por testemunhar a fé.
Joseph Ratzinger, em outubro próximo, irá a Assis, vinte e cinco anos depois do encontro inter-religioso de oração pela paz convocado por Karol Wojtyla. Em 1986, o encontro recebeu diversas críticas, mesmo dentro da Cúria Romana: “Assim se abre o caminho ao indiferentismo e ao relativismo religioso”, era o parecer de muitos, segundo alguns, mesmo o do então prefeito do ex-Santo Ofício. E hoje? Por que Bento XVI vai a Assis? Não é alimentada, desta forma, a idéia de que uma religião valha tanto quanto outra? E depois: é justo dialogar com o islã sem um empenho explícito no reconhecimento da liberdade religiosa aos cristãos nos países muçulmanos?
O historiador Giovanni Maria Vian dirige o Osservatore Romano. Disse ele: “A decisão de ir a Assis é uma consequência lógica da linha que o Papa sempre teve sobre as relações com outras religiões, desde sua eleição: uma relação amigável e ao mesmo tempo a insistência sobre a necessidade de assegurar a todos a oportunidade de ser o que são, em suma, a ‘liberdade religiosa’. Assis, neste sentido, é um evento simbólico, que entretanto abre brechas a interpretações errôneas e esclarecidas com a declaração ‘Dominus Iesus’, de 2000. E em 2002, foi o Cardeal Ratzinger quem acompanhou o Papa na cidade de São Francisco. Em 20 de abril de 2005, um dia após sua eleição, Bento XVI pediu ‘um diálogo aberto e honesto’ com outras culturas e religiões. Em 20 de agosto daquele ano, em Colônia, ele encontrou alguns muçulmanos e pediu a mesma coisa. Disse-lhes: ‘Desejamos buscar a via da reconciliação e aprender a viver respeitando cada um a identidade do outro. A defesa da liberdade religiosa, neste sentido, é um imperativo constante e o respeito pelas minorias um sinal indiscutível de verdadeira civilidade’. Depois de Colônia, em 2006, veio Ratisbona. O centro da ‘lectio’ papal não era o islã, mas a relação entre fé e razão. Na minha opinião, naquela ocasião, o Papa foi instrumentalizado. Sua linha era, pelo contrário, a de sempre: ‘Nemo impediatur, nemo cogatur’, disse Paulo VI sintetizando a ‘Dignitatis Humanae’. Isto é, ‘ninguém seja impedido, ninguém seja constrangido’. Nesse sentido, é importante que todos gozem de uma efetiva liberdade de religião. Mas também é importante o diálogo. Assis é tudo isso”.
A esse respeito, diz Antonio Socci: “Penso que Assis seja, em certo sentido, um cumprimento de Ratisbona, digamos, o outro lado da moeda. Na Alemanha, o Papa disse a verdade: não pode haver fé sem razão. Mas ele o disse estendendo a mão ao islã. Esta mão, no entanto, não foi acolhida. Hoje, em Assis, é isso o que Ratzinger faz. Volta a estender a mão, mas sem negar a verdade”.
Segundo alguns críticos, e não apenas na ala mais conservadora da igreja, a oração em comum pode gerar confusão e arrisca diluir as diferentes identidades, antes de tudo a católica. Vian ainda diz: “Todo encontro entre religiões apresenta riscos. Mas tudo depende de como é concebido e apresentado. Ratzinger, obviamente, sabe o que faz. Não nos esqueçamos que foi ele quem assinou a declaração “Dominus Iesus”, dedicada à unicidade e universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja. Era a doutrina do Vaticano II e de sempre. Uma doutrina inequívoca. Em Assis tudo isso estará bem presente”. Na Cúria, muitos recordam quando Ratzinger foi a Assis em 2002 para uma reedição do encontro de 1986. Acompanhou Wojtyla. Ao retornar, disse a Andrea Riccardi, chefe da Comunidade de Sant’Egidio, que a partir de 86 tinha continuado a convocar anualmente os líderes religiosos: “Estou muito feliz. Tudo aconteceu da maneira certa”. Uma vez em Roma, Ratzinger escreveu suas reflexões para a revista mensal 30Giorni, parecendo uma resposta indireta àquelas críticas. Explicou que Assis foi “um esplêndido sinal de esperança”. Disse que os cristãos “não devem temer” tais encontros, pois Assis não era “uma auto-representação de religiões que seriam intercambiáveis entre si. Não se tratou de afirmar uma igualdade entre as religiões, que não existe. Assis foi, sim, uma expressão de um caminho e de uma busca pela paz, que só o é se unida à justiça”.
Em suma:  Tanto melhor é Assis, contanto que aos bons propósitos acompanhem afirmações dos direitos dos indivíduos. Mesmo a “ausência de guerra”, escreveu o Papa, “pode somente ser um pretexto atrás do qual se escondem a injustiça e a opressão”.
De todo modo, ainda hoje Assis é um tema é muito discutido no Vaticano. Nem todos o digerem, mesmo na Cúria. Fora da cúria, os piores inimigos de Assis são os lefebvristas. Nas últimas horas, Dom Bernard Fellay, chefe da Fraternidade São Pio X, disse: “Me deu um calafrio na espinha quando ouvi que o Papa irá a Assis. Procura-se negar aquilo que ocorreu da primeira vez”. O quê? A acusação é aquela que antes havia feito Marcel Lefebvre. Foi ele, em 1986, dois anos antes da excomunhão papal, que pressionou em uma acusação da qual depois os encontros posteriores procuraram corrigir: o sincretismo.
Foi nesses dias que foi divulgada uma foto que chocou a muitos: uma teca com uma estátua de Buda no altar da igreja de São Pedro, em cima das relíquias do mártir Vitorino, morto, 400 anos depois de Cristo, por testemunhar a sua fé.
Na última terça-feira, no jornal Il Foglio, alguns católicos pediram que o Papa não reacenda, indo a Assis, as confusões sincretistas. Filippo Di Giacomo escreveu no L’Unità e assinou o apelo do Il Foglio. Diz: “É difícil entender por que o Papa vai a Assis. Certamente, há uma estrutura de diálogo oficial na Igreja que sente a necessidade de ser visível por meio da realização de gestos desse tipo. Mas a pergunta de fundo continua sendo uma: para que servem esses encontros? O que deixam? Além do risco de que haja quem, até na Igreja, pense que Deus seja alguém que tem um nome que muda de acordo com a religião que o professa, há um elemento muito concreto que não se deve subestimar: o fato de que encontros como o de Assis mostram aos olhos dos fiéis de outras religiões um catolicismo frágil, gentil, que faz questionar; não é que todo esse florescimento de mártires cristãos é um fruto perverso dessa fase dialogante?”.
Publicado no Il Foglio de quarta-feira, 12 de janeiro de 2011.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...