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quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Pai, por que você me abandonou

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Por Dardo Juan Calderón

 

É óbvio destacar que a paternidade, essa autoridade que molda a família e daí a sociedade política, é o que fundamentalmente incuba nas mentes e nas almas a maquete do Reino de Deus, da ordem que Deus quer para que o Seu Reino incube em nossas vidas. Por esta razão, a paternidade tem sido objeto do ataque mais amargo que a revolução moderna está a sofrer atualmente. Após desmontar o modelo paterno de organização política, entendem ser necessário destruir completamente a ordem familiar que sem dúvida o gerou. Sempre com o objetivo final (primeiro no tempo) de retirar das almas humanas a ideia de um Deus Pai, contrariando e desvalorizando o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.   

“A primeira ideia de poder que surgiu entre os homens é a do poder paterno e por isso os reis foram feitos segundo o modelo dos pais. Portanto, todos concordam que a obediência que é devida ao poder público se encontra, no Decálogo, apenas no preceito de honrar os pais. A tal ponto que o nome de rei é um dos nomes de um pai e que a bondade é o caráter mais natural dos reis.”   Jacques-Bénigne Bossuet.

domingo, 10 de maio de 2020

A epidemia do ódio à paternidade

A epidemia de odium patrum abala não somente a civilização ocidental, por atacar seus fundamentos, mas também a relação entre a sociedade e Deus, pois Ele é visto ceticamente como mais um exemplo do patriarcado maligno a ser combatido.



Por Casey Chalk Tradução: e adaptação da Equipe CNP

Há uma crise “sistêmica” em nossa cultura: uma aversão crescente não apenas ao patriarcado, mas a todos os elementos da sociedade influenciados pela masculinidade e pela paternidade. Trata-se de um odium patrum — um ódio aos pais hostil e canceroso para a sociedade ocidental.
Não precisamos ir longe para encontrar exemplos de parricídio na cultura americana. Um artigo de julho de 2019 publicado no Washington Post culpou os homens pelo aumento do alcoolismo entre mães, e citou uma que alegou: “O problema de fundo é nossa sociedade patriarcal que não apoia os genitores, especialmente as mães”.
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