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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Tomás responde: Deus teria se encarnado, mesmo se o homem não tivesse pecado?

[sumateologica]
por David

Caravaggio, Adoração dos Pastores

Parece que se o homem não tivesse pecado, mesmo assim Deus teria se encarnado:

  1. Com efeito, se a causa permanece, também permanece o efeito. Ora, como Agostinho diz, “muitas outras coisas devem ser pensadas da encarnação de Cristo”, além da libertação do pecado, da qual se falou. Logo, mesmo que o homem não tivesse pecado, Deus teria e encarnado.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Tomás responde: Foi conveniente que Deus se encarnasse?

[sumateologica]
por David

Ticiano, Kirschen-Madonna (em alemão), cerca de 1516-1518, Kunsthistorisches Museum
 

Parece que não foi conveniente que Deus se encarnasse:

  1. Com efeito, sendo Deus eternamente a própria essência da bondade, o melhor é que ele seja assim como foi eternamente. Ora, Deus, desde toda a eternidade, foi sem nenhuma carne. Logo, é muito conveniente que ele não esteja unido à carne. Logo, não foi conveniente que Deus se encarnasse.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Tomás responde: O furto é pecado mortal?

24 julho, 2014 
Giovanni_Battista_Tiepolo_Raquel_idolos 
Giovanni Battista Tiepolo (1696-1770), Raquel sentada sobre os ídolos
“Labão fora tosquiar o seu rebanho e Raquel roubou os ídolos domésticos que pertenciam a seu pai” (Gn 31, 19)
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Parece que o furto não é pecado mortal:

quinta-feira, 24 de maio de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

Você é curioso? Saiba o que diz São Tomás sobre o assunto

Você é curioso? Saiba o que diz São Tomás sobre o assunto 
Hernán Cosp – 3º Teologia
São Tomás de Aquino, no seu tratado sobre a temperança[1], aborda um assunto ao mesmo tempo, tão interessante e agradável quanto atraente e fascinante: a curiositas. Analisemos o pensamento do doutor angélico a respeito de tal questão.
Em primeiro lugar, São Tomás distingue dois tipos de curiositas. Uma é aquela que diz respeito ao conhecimento intelectual e outra é aquela que toca no conhecimento sensitivo. O Aquinate, com a sua natural clareza e simplicidade, nos mostra que sendo o objeto a conhecer alheio às nossas necessidades espirituais e conveniências terrenas, pode facilmente ser nocivo à alma. Em outras palavras, o afã de conhecimento pelo mero prazer de dilatar nossa inteligência, pode levar à perversão do indivíduo, pois o aparta de seu fim último que é Deus Nosso Senhor.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Tomás responde: O herege, que não crê em um artigo da fé, pode ter fé informe nos outros artigos?

Do blog [sumateologica]


Gustaf Vasakyrkan, “Os santos triunfam sobre a heresia“, Estocolmo
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Parece que o herege, que não crê em um artigo da fé, pode ter fé informe nos outros artigos:

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Tomás responde: todos os pecados são iguais?

[sumateologica]

Hieronymus Bosch (1450-1516), Os sete pecados capitais, Museu do Prado, Madrid
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Parece que todos os pecados são iguais:

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Tomás responde: Os sacramentos são necessários à salvação humana?

[sumateologica]

 
Rogier van der Weyden, Os Sete Sacramentos (1445)
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Parece que os sacramentos não são necessários à salvação humana:
1. Com efeito, o Apóstolo diz: “O exercício corporal é de escassa utilidade”. Ora, os sacramentos implicam um exercício corporal, pois seu significado é expresso por realidades sensíveis acompanhadas de palavras. Logo, os sacramentos não são necessários à salvação humana.
2. Além disso, na Carta aos Coríntios é dito: “A minha graça te basta”. Não bastaria, se os sacramentos fossem necessários à salvação. Logo, os sacramentos não são necessários à salvação humana.
3. Ademais, se a causa é suficiente, nada mais é preciso para produzir o efeito. Ora, a paixão de Cristo é causa suficiente de nossa salvação, pois diz o Apóstolo: “Se, quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com ele pela morte do seu Filho, com muito maior razão, reconciliados, seremos salvos por sua vida”. Logo, não se requerem os sacramentos para a salvação humana.

sábado, 28 de maio de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

Tomás responde: A morte pertence à razão de martírio?

sumateologica

 
Giorgio Vasari (1511-1574), O Martírio de Estêvão (1565)
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Parece que a morte não pertence à razão de martírio:
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