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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Aquela reação de Francisco à pergunta sobre a Aids e a camisinha


Se tivesse dito que a distribuição de preservativos, sem campanhas de educação sexual e à fidelidade, não adianta, ele teria sido atacado como aconteceu com Bento XVI. Se tivesse feito aberturas explícitas, teria sido alvejado pelos ambientes jornalístico-eclesiásticos dos "controladores da doutrina" que, todos os dias, tentam colocá-lo em apuros.
A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 01-12-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Preconceito ou proteção?

[revistaforum]

Por Redação 
abril 13, 2014 
 
Preconceito ou proteção?
Há anos, portarias do Ministério da Saúde tratam como “inaptos temporários” à doação de sangue homens que tiveram relações sexuais com outros homens. Para ativistas e defensores da causa LGBT, normas são discriminatórias; para representantes do governo, visam à proteção dos receptores.

Por Anna Beatriz Anjos, na Fórum Semanal
(Foto: Reprodução/Facebook)
“Veja bem, se você estiver internado, vai querer um sangue ruim, de gente promíscua, no seu corpo?”, perguntou a médica do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, ao estudante de jornalismo Leonardo Uller, de 19 anos. Uller tentava doar sangue para ajudar seu tio, que estava internado no mesmo hospital (Foto: Reprodução/Facebook)

No dia 26 de março, o estudante de jornalismo Leonardo Uller, de 19 anos, foi ao Hospital 9 de Julho, na centro de São Paulo, com uma intenção: doar sangue. Seu tio, internado na unidade, havia passado por uma cirurgia e precisava de transfusões. À pedido dos médicos, a família se mobilizou.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Tentativa de Esconder Documentos Vazados sobre Falha de Contraceptivo de Gates/USAID

Do blog [juliosevero]

Lisa Correnti
WASHINGTON DC, EUA, janeiro (C-FAM) Advogados de agências americanas fracassaram numa tentativa inicial de forçar uma organização de defesa dos direitos dos cidadãos a remover documentos vazados do site da organização. Os documentos descrevem estudos que mostram complicações de um contraceptivo de longa duração fortemente apoiado pelas agências e pela Fundação Gates para uso das mulheres africanas.
As agências da ONU são acusadas de tentarem esconder seu conhecimento de estudos que mostram que as mulheres que usam o contraceptivo injetável Depo Provera têm risco mais elevado de contrair HIV.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

AIDS, banalização do sexo e inocência

[blogdafamiliacatolica] 

• Nelson Ribeiro Fragelli 

Revista Catolicismo, Nº 757, janeiro/2013  

De modo geral, a mídia noticia a respeito da epidemia da AIDS com a mesma relutância com que a vítima se declara infectada por esse mal. Seria lógico que uma e outra tivessem interesse em denunciar a doença a fim de contê-la.

Entretanto, de maneira enigmática, ambas não se comportam assim. Quanto à mídia, a notícias alarmantes sucedem-se longos períodos de enganoso silêncio pretextando evitar escândalo. Esse falso recato desmobiliza a opinião, levando-a ao olvido de uma catástrofe que se presente de modo continuo aos espíritos poderia mais eficazmente ser evitada. As vítimas, quanto a elas, hesitam em procurar um médico. Elas se expõem a um mal maior, temerosas de serem reconhecidas como portadoras da doença, de origem frequentemente vexaminosa.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Ministro da saúde da Inglaterra avisa sobre catastrófica epidemia mundial de HIV entre gays

Julio Severo
27 de novembro de 2013
Thaddeus Baklinski
LONDRES, Inglaterra, 25 de novembro de 2013 (LifeSiteNews.com) — O Diretor Nacional de Saúde e Bem-Estar do Reino-Unido adverte que existe uma epidemia de HIV crescente e potencialmente catastrófica entre homens homossexuais em todo o mundo.
Falando na Conferência de Outono da Associação Britânica de HIV no início deste mês, o professor Kevin Fenton disse que a despeito de um crescente número de instrumentos para combater as infecções com HIV, a incidência e predomínio da doença nos MSM (homens que praticam sexo com homens — em inglês Men who have Sex with Men) está aumentando ao invés de diminuir globalmente.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Cigarro seguro?

[ipco]
14 fevereiro 2013


Pe. David Francisquini (*)


Imagem do vírus da AIDS


Por ocasião do carnaval, mais uma vez o governo brasileiro agiu de modo irresponsável ao fazer grande estardalhaço com a difusão milhões de preservativos, sob pretexto de “sexo seguro”, portanto, sem risco das chamadas DST, entre as quais a famigerada AIDS. A propósito, vi recentemente uma comparação que me pareceu bastante esclarecedora.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

“O papa está certo”


Bento XVI disse que distribuição de preservativos não iria frear a epidemia de AIDS do continente africano. Edward Green concorda.


Edward Green
Diretor do Projeto de Pesquisa e Prevenção da Aids da Escola de Saúde Pública de Harvard.
Quando Bento XVI afirmou que a distribuição de camisinhas não resolveria o problema da Aids , muitos disseram que ele estava errado. As evidências mostram o contrário. Estudos importantes, como pesquisas demográficas e de saúde, não conseguiram encontrar uma associação entre uma maior disponibilidade ou o uso de preservativos e menores taxas de infecção pelo HIV na África.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Cientistas apresentam pesquisa sobre novo anel vaginal contra Aids em Washington

[noticias uol]

Oferecer às mulheres ferramentas para se protegerem quando seus parceiros não usam a camisinha é fundamental para combater a pandemia da Aids. Mulheres já representam metade dos 34,2 milhões de pessoas vivendo com HIV em todo o mundo. Na África, esse número chega a 60%.

Mas desenvolver os chamados microbicidas tem sido difícil. Pesquisas anteriores encontraram um gel vaginal anti-Aids experimental que oferecia uma proteção parcial, mas lembrar-se de usá-lo em cada ato sexual seria um obstáculo para algumas mulheres.

A nova tentativa: um anel vaginal que é inserido uma vez por mês e, lentamente, espalha uma droga anti-Aids em todo o tecido ao redor dele. O trabalho marca uma tentativa de “uma nova geração de ferramentas de prevenção direcionadas às mulheres”, observou Carl Dieffenbach, do Instituto Nacional de Saúde dos EUA,  na terça (24) ao anunciar a nova pesquisa na Conferência Internacional de Aids.

sábado, 9 de junho de 2012

Brasil vive "epidemia descontrolada" de Aids, diz presidente do Grupo Pela Vidda



"O Brasil não tem conseguido diminuir a incidência do HIV/Aids", diz George Gouvea, do Pela Vidda  

"O Brasil não tem conseguido diminuir a incidência do HIV/Aids", diz George Gouvea, do Pela Vidda


Presidente do Grupo Pela Vidda, referência no Estado do Rio no atendimento a pessoas com o HIV, o psicanalista George Gouvea vem denunciando as falhas do programa DST/Aids do Ministério da Saúde. Para ele, o Brasil vive uma “epidemia descontrolada”, ao contrário da palavra oficial do Ministério que reafirma controle da doença.

Os números oficiais dão essa certeza ao presidente do Pela Vidda. Nos últimos dez anos, pelo menos 102 mil soropositivos morreram no país e 311 mil novos casos foram notificados (dados consolidados até 2010). Apesar de os números anuais não sofrerem grandes variações (média de 11 mil mortes e 34 mil novos casos por ano), Gouvea critica o uso do termo "estabilidade" para classificar os números no Brasil. "Seria o mesmo que considerar 10 mil mortes de judeus por ano no holocausto um número estável", diz.
Em recente publicação, a Fiocruz, órgão do Governo Federal, pediu uma "correção de rumo" para o programa DST/Aids no país. "Ao contrário do que se tem observado em outros países que também instituíram programas de acesso universal ao tratamento e têm observado queda na incidência de novas infecções, o Brasil não tem conseguido diminuir a incidência do HIV/Aids", aponta o documento.
Para o presidente da ONG, campanhas de prevenção a Aids devem contar com a participação do público-alvo para a obtenção de resultados positivos.“Não tem como eu ir para uma esquina falar com uma travesti sobre prevenção, a travesti vai rir da minha cara e tem toda a razão de fazer isso”. O Grupo Pela Vidda atende cerca de 300 pessoas por mês e realiza assistência jurídica, reuniões de acolhimento e palestras, entre outras atividades.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Homossexuais: maior foco infeccioso da AIDS nos EUA

13 de outubro de 2011


[lumenrationis]

Doente em San Francisco, Califórnia


















De acordo com o oficial U.S. Centers for Disease Control, os homossexuais constituem apenas 2% da população americana, mas só os de sexo masculino são responsáveis por 61% dos novos casos de infecção por HIV em todo o país.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Trinta anos de AIDS: dados e estratégias

Divulgado um informe com o que é preciso saber sobre a doença 

BUENOS AIRES, terça-feira, 28 de junho de 2011 (ZENIT.org) - Por ocasião dos 30 anos da descoberta da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), o médico Martín Patrito, da Associação Argentinos Alerta, revisou três documentos que contêm estatísticas valiosas sobre o avanço da doença no âmbito mundial.
Os documentos são: “Trinta anos de AIDS: as nações em um ponto chave do caminho”, do programa conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/AIDS (UNAIDS); “Estratégia nacional do HIV/AIDS para os Estados Unidos”, 13 de julho de 2010; e a Recomendação 1959 da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa sobre políticas preventivas de saúde dos estados membros do Conselho da Europa.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O que o Papa tem a dizer sobre pessoas com HIV

Segredo para evitar a doença: evitar os comportamentos de risco 

Por Jane Adolphe 
NOVA IORQUE, sexta-feira, 17 de junho de 2011 (ZENIT.org) - A presente opinião é uma resposta a Nancy Goldstein no debate realizado na ONU sobre a redação da Declaração Política sobre o HIV e a aids (cf. Why Won't the Pope Let Women Protect Themselves From HIV?, ou Por que o papa não quer que as mulheres se protejam do HIV?, Guardian,8 de junho).
Goldstein critica Bento XVI (conhecido como Santa Sé no direito internacional) por ter uma delegação composta só de homens, embora a delegação traga três mulheres, duas das quais são professoras de direito. Goldstein insinua também que o papa é anti-mulheres, quando em realidade ele promove com empenho o respeito inerente de mulheres e meninas em documentos fundamentais, catequeses, discursos, mensagens, homilias, conferências e outras atividades. Um dos dicastérios do Vaticano, o Conselho Pontifício para os Leigos, tem inclusive uma seção dedicada à Dignidade e Vocação das Mulheres, na qual se aprofundam ensinamentos com particular atenção à igual dignidade de homens e mulheres.

AIDS: objeções da Santa Sé à declaração da ONU

Ser humano tem mais dignidade do que se reconhece nas Nações Unidas 

NOVA IORQUE, quinta-feira, 16 de junho de 2011 (ZENIT.org) - Sendo a organização responsável por mais de um quarto da atenção mundial oferecida aos portadores de AIDS e aos afetados pela doença, a Igreja fala do assunto com muita experiência.
E o que a Igreja diz – e disse mais uma vez na sede das Nações Unidas na semana passada – é que a pessoa humana tem mais dignidade do que a ONU reconhece atualmente.
Por isso, quando, na última sexta-feira, na sede de Nova Iorque, se aceitou por unanimidade uma declaração política da ONU sobre o HIV/AIDS, a delegação do Vaticano levantou também aspectos sobre os quais não estava de acordo.
Dom Silvano Tomasi, observador permanente da Santa Sé na ONU em Genebra, também havia apresentado objeções alguns dias antes, em uma reunião na Europa, recordando o papel da Igreja Católica na luta contra a AIDS.

domingo, 3 de abril de 2011

Um vigia cego?

Um vigia cego?                                                                                                                
                                                                                                                  
Padre David Francisquini


Lembro-me de ter comentado recentemente com meus leitores a doutrina moral da Santa Igreja Católica sobre o uso dos preservativos, seja como meio de contracepção seja como profilático, sobretudo com o advento letal da AIDS.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Aids no Zimbábue diminui com fidelidade sexual



Reprodução
Assim como em Uganda, onde o uso do programa ABC reduziu significativamente a incidência de AIDS na população no primeiro decênio deste século, o Zimbábue também consegue controlar a pandemia utilizando principalmente a abstinência conjugal e a monogamia (A e B do acrônimo acima). Apesar de organismos mundiais difundirem a ineficácia destas práticas no controle da doença, a experiência destes países tem reiteradas vezes desmentido a propaganda ideológica de ONG’s e afins.

quinta-feira, 24 de março de 2011

“O papa está certo”

REVISTA GALILEU

Bento XVI disse que distribuição de preservativos não iria frear a epidemia de AIDS do continente africano. Edward Green concorda.

por Edward Green
diretor do Projeto de Pesquisa e Prevenção da Aids da Escola de Saúde Pública de Harvard

sábado, 19 de março de 2011

Cura para aids seria para poucos e muito arriscada

 7 de março de 2011



Ano passado, médicos em Berlim ganharam destaque internacional ao divulgar o caso de um paciente que foi declarado curado da aids. Agora, médicos do centro de câncer M. D. Anderson, em Houston, no Estado americano do Texas, pretendem desenvolver um tratamento para tentar curar portadores do HIV e de alguns tipos de câncer baseado no caso alemão. Contudo, o processo só seria aplicado em poucos pacientes, e seria perigoso. As informações são do site Live Science.

quarta-feira, 9 de março de 2011

O "Dia Mundial da AIDS" e a maior mentira do Século

Por iniciativa da Organização das Nações Unidas, todo dia 1 de dezembro é celebrado o "Dia Mundial de luta contra AIDS". O evento, que deveria ser uma ocasião para tomar consciência da ameaça desta epidemia e mover à solidariedade efetiva com aqueles que contraíram o mortal Vírus de Imunodeficiência Humana (HIV); converteu-se em ocasião para difundir duas grandes mentiras que não fizeram mais do que contribuir para propagar ainda mais a doença:
  • Que o mal chamado "sexo seguro" - fundamentalmente o preservativo- previne a doença tanto como a abstinência.
  • Que a AIDS não tem nenhuma relação com padrões de vida moral e que, consequentemente "qualquer um" está igualmente exposto.
A resistência ao "Sexo Seguro"
LIMA, 30 (ACI, Redação Central).- Apesar das intensas campanhas para o uso de preservativos, levadas adiante nos países industrializados, existe uma evidente "impermeabilidade" da população para seu uso, como demostraram, entre outros, Díaz, Chu e colaboradores (1994), em um estudo desenvolvido em 11 estados dos Estados Unidos.
O pesquisadores perguntaram a 497 pessoas com HIV adquirido heterossexualmente, se nos 5 anos prévios ao diagnóstico tinham usado preservativos: 74% das mulheres, não aceitaram ou requereram o uso de preservativo, 68% dos homens, nunca usaram um preservativo.
Este é um de tantos exemplos que revelam que apesar das campanhas mencionadas em sociedades com alto consumo de informação, um grande número de pessoas são indiferentes a elas. Qual é a razão deste paradoxo?
Segundo uma pesquisa realizada por Rasmussen e Knudsen em 1994, as campanhas intensas de uso de preservativos e outros anticoncepcionais podem aumentar o número de mulheres adolescentes sexualmente ativas. Ambos pesquisadores compararam um grupo escolar mediante um questionário idêntico em 1986 e em 1994.
Em 1986, somente 26 por cento das jovens tinham tido relações sexuais na semana prévia ao questionário; em 1994 essa porcentagem subiu para 42 por cento, indicando uma população maior de meninas sexualmente ativas.
Não somente detectaram isso, mas que ainda que tenha aumentado o número de usuários de preservativos, a proporção de relações sexuais sem preservativos mantinha-se constante. Estatisticamente, o número efetivo de pessoas sexualmente ativas não usuárias também tinha aumentado.
O paradoxo é que, entre uma data e outra, as adolescentes eram "mais cultas" sobre o "sexo seguro"... o que não significa que estavam mais interessadas. Em outras palavras, a cultura do "sexo seguro" tinha incrementado o interesse no sexo... e não no "seguro".
Como os anticoncepcionais promovem a AIDS
LIMA, 30 (ACI, Redação Central).- Outra verdade que é ocultada, e que foi cientificamente demonstrada, é que os métodos anticoncepcionais artificiais, especialmente os métodos permanentes, contribuíram para a difusão da epidemia.
Stephen Post, na prestigiosa revista Obstetrics and Gynecology (1994) cita dois estudos em dois grupos de 492 e 657 mulheres, em que se estabeleceu que as mulheres que foram esterilizadas cirurgicamente podem adquirir comportamentos de risco para transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e AIDS.
Com efeito, ao se saberem seguras de não ficar grávidas, o nível de preocupação pelas conseqüências das relações sexuais diminui e com isso, as possibilidades de contágio do HIV ou de qualquer DST aumenta.
Da observação de Post se desprende outro estudo de Humphries e Bauman realizado independentemente no mesmo ano. Neste, os autores demonstraram que usuárias de Norplant - o método anticoncepcional subcutâneo de longa duração - assumiram o mesmo comportamento de risco que as anteriores, com as previsíveis conseqüências nefastas: AIDS e DST.
Por que a AIDS tem rosto de mulher jovem
LIMA, 30 (ACI, Redação Central).- Um fato real que é deliberadamente ignorado
é que cada vez mais existem mais indícios científicos de que o controle químico também contribuiria para que as mulheres jovens contraiam AIDS com mais facilidade.
Estabeleceu-se que as mulheres adolescentes não atingem maturidade da parede vaginal até por volta dos 20 anos, tendo-a por si mais fina. Isto quer dizer que sua barreira anatômica para as DST e AIDS é menor o que uma mulher adulta.
Em maio de 1996 foi reportado que a progesterona afinava o epitélio vaginal das símias rhesus, tornando-as mais vulneráveis à transmissão do SIV (vírus de imunodeficiência símia). Mark Preston e colaboradores apresentaram na XI Conferência Internacional sobre AIDS (Outubro de 1996) um estudo realizado em macacas, em que demonstraram que a progesterona não somente aumenta a transmissão vaginal do SIV, mas que além disso promovia a progressão da doença. Deborah Anderson, pesquisadora de HIV e " saúde reprodutiva" em Boston (Estados Unidos), começou a estudar os efeitos da progesterona em mulheres; depois de conhecer o estudo em macacas.
Seu laboratório analisou ao azar mostras de tecido armazenados, encontrando também estreitamento do epitélio vaginal, ainda que não em níveis encontrados nas macacas. No curso de 1997 o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos teria culminados estudos - ainda não publicados - , para avaliar o estreitamento do epitélio vaginal de mulheres com ciclos menstruais normais e de mulheres sob diversos tipos de regimes hormonais -na maioria por uso de anticoncepcionais.
Também estão sendo realizados estudos epidemiológicos para ver se existem diferenças na infecção por HIV em mulheres que tomam anticoncepcionais hormonais. Nessa linha, Sara Mostad e colaboradores, da Washington State University (Estados Unidos), apresentaram em 1996 na XI Conferência Internacional sobre AIDS, em Vancouver (Canadá), em estudo realizado em um grupo de mulheres portadoras do HIV, em que demonstraram que: As que usavam anticoncepcionais orais tinham níveis de HIV 4,5 vezes mais em suas secreções do colo do útero que as que não usavam esses contraceptivos. As mulheres que usavam progesterona injetável tinham 3,2 vezes mais HIV nessas secreções.
A explicação é que como os anticoncepcionais tendem a modificar a mucosa vaginal, estas mudanças podem atrair células do sistema imunológico, incluindo células infectadas com HIV, segundo referiu a Dra. Overbaugh, uma das colaboradoras da Dra. Mostad. Em agosto de 1992, Vitaya Sridama e colaboradores, apuraram que mulheres que utilizavam Medroxiprogesterona intramuscular - o perigoso anticoncepcional conhecido como Dopoprovera- tinham diminuição de linfócitos CD8, redução que alcançou valores significativos nas mulheres que tinham mais de 10 injeções.
Que importância tem esta mudança? A diminuição dos CD8 (supressor T-cells) é a mudança imunológica encontradas em várias doenças autoimunes, incluindo Lupus Eritematoso Sistêmico, doença da tireóide autoimune e Miastenia Gravis.

A Igreja e a AIDS

Por João Paulo II
Resumo da Alocução de S.S. João Paulo II na IV Conferência Internacional sobre AIDS "Viver, para quê?" Promovida pelo Pontifício Conselho para a Pastoral dos Agentes Sanitários, celebrada na Sala do Sínodo do Vaticano em 13, 14 e 15 de novembro de 1989.
Duplo desafio
As estatísticas comprovam que a juventude é a que está mais afetada pela AIDS. A ameaça que se cerne sobre as jovens gerações deve chamar a atenção e comprometer o esforço de todos, pois, humanamente falando, o futuro do mundo está fundado nos jovens e a experiência ensina que o único modo de prevenir é o de prepará-lo.
A ameaçadora difusão da AIDS lança a todos um duplo desafio, que também a Igreja quer pegar na parte lhe compete: refiro-me à prevenção da doença e à assistência prestada aos que estão afetados por ela. Uma ação realmente eficaz nestes dois campos não poderá se realizar se não se tenta manter o esforço comum na contribuição que deriva de uma visão construtiva da dignidade da pessoa humana e de seu destino transcendente.
As particulares características da aparição e difusão da AIDS assim com a forma de enfrentar a luta contra esta doença, revelam uma preocupante crise de valores. Não estamos longe da verdade se afirmamos que paralelamente à difusão da AIDS, vem se manifestando uma espécie de imunodeficiência no plano dos valores existenciais, que não pode menos que reconhecer-se como uma verdadeira patologia do espírito.
Dois objetivos: informar e educar
Por conseguinte, é preciso em primeiro lugar reafirmar com firmeza que a obra da prevenção, para ser ao mesmo tempo digna da pessoa humana e verdadeiramente eficaz, deve propor-se dois objetivos: informar e educar para a maturidade responsável.
Antes de tudo é necessário que a informação transmitida pelas sedes idôneas seja correta e completa, além de medos infundados, mas também de falsas esperanças. A dignidade pessoal do homem exige, além disso, que o ajude a crescer na maturidade afetiva mediante uma específica ação educativa.
Só com uma informação e uma educação que ajudem a encontrar com clareza e com alegria o valor espiritual do "amor que se doa" como sentido fundamental da existência, é possível que os adolescentes e os jovens tenham a força necessária para superar os comportamentos perigosos. A educação para viver de modo sereno e sério a própria sexualidade e a preparação para o amor responsável e fiel são aspectos essenciais deste caminho para a plena maturidade pessoal. Ao contrário, uma prevenção que nasce, com inspiração egoísta, de considerações incompatíveis com os valores prioritários da vida e do amor, acabaria por ser, além de ilícita, contraditória, apenas rodeando o problema sem resolvê-lo em sua raiz.
Por isso a Igreja, segura intérprete da lei de Deus e "perita em humanidade", empenha-se não só em pronunciar uma série de "nãos" a determinados comportamentos, mas, principalmente a de propor um estilo de vida plenamente significativo para a pessoa. Ela indica com vigor e com gozo um ideal positivo, em cuja perspectiva se compreendem e se aplicam as normas morais de conduta. À luz deste ideal aparece profundamente lesivo da dignidade da pessoa, e por isso moralmente ilícito, propugnar uma prevenção da doença da AIDS baseada no recurso a meios e remédios que violam o sentido autenticamente humano da sexualidade e são um paliativo para aqueles mal-estares profundos onde se encontra comprometida a responsabilidade dos indivíduos e da sociedade. A reta razão não deve admitir que a fragilidade da condição humana, em vez de ser motivo de maior empenho, se traduza em pretexto para um relaxo que abra o caminho à degradação moral.
Compreensão e solidariedade
Em segundo lugar, uma prevenção construtivamente encaminhada a recuperar, principalmente entre as jovens gerações, o sentido pleno da vida e a exultante fascinação da entrega generosa, seguramente favorecerá um maior e mais amplo empenho na assistência aos doentes de AIDS. Estes, ainda na singularidade de sua situação patológica, têm direito, como qualquer outro enfermo, a receber da comunidade a assistência idônea, a compreensão respeitosa e uma plena solidariedade. A Igreja que, a exemplo de seu divino Fundador e Mestre, sempre considerou a assistência a quem sofre como parte fundamental de sua missão, sente-se interpelada em primeira pessoa, neste novo campo do sofrimento humano, pela consciência que tem de que o homem que sofre é um "caminho especial" de seu magistério e ministério.
Aos doentes de AIDS: o consolo da Igreja
Dirijo-me antes de tudo, com aflita solicitude, aos doentes de AIDS. Irmãos em Cristo, conheceis toda a esperança do caminho da cruz, não vos sintais sós. Convosco está a Igreja, sacramento de salvação, para sustentar-vos em vosso difícil caminho. Ela recebe muito de vosso sofrimento, enfrentando na fé; está perto de vos com o consolo da solidariedade ativa de seus membros, a fim de que não percais nunca a esperança. Não vos esqueçais o convite de Jesus: "Vinde a mim os cansados e atribulado, e eu vos serei descanso" (Mt. 11,28). Convosco estão, amadíssimos irmãos, homens da ciência, que se esforçam por conter e por vencer esta grave enfermidade: convosco estão quantos, no exercício da profissão sanitária ou por eleição voluntária, sustentada pelo ideal da solidariedade humana, dedicam-se vos assistir com toda solicitude e com todo tipo de meios.
Vós podeis oferecer em troca algo muito importante à comunidade da qual fazeis parte. O esforço que fazeis para dar um significado a vosso sofrimento é para todos um precioso reclamo aos valores mais altos da vida e uma ajuda talvez determinante para quantos sofrem a tentação da desesperação. Não vos encerreis em vós mesmos; buscai, mais bem, e aceitai o apoio dos irmãos. A oração da Igreja se eleva a cada dia ao Senhor por vós, particularmente pelos que vivem a doença no abandono e na solidão; pelos órfãos, pelos mais fracos, e pelos mais pobres, que o Senhor nos ensinou a considerar os primeiros em seu Reino.
À família: primeira escola de vida
Em seguida, dirijo-me às famílias. No núcleo familiar encontra-se a primeira e de formação dos filhos para responsabilidade pessoal em todos seus aspectos, incluído o que está ligado aos problemas da sexualidade. Vós podeis realizar a primeira e mais eficaz ação preventiva oferecendo a vossos filhos uma reta informação e preparando-os para escolher com responsabilidade os justos comportamentos tanto no âmbito individual como no social.
Depois, enquanto às famílias que vivem em seu interior o drama da AIDS, desejo que sintam dirigida a si a compreensão que o Papa compartilha com elas, consciente da difícil missão a qual estão chamadas. Peço ao Senhor que lhes conceda a generosidade para renunciar a uma tarefa que, perante Deus e perante a sociedade, assumiram a seu tempo como irrenunciável. A perda do calor familiar provoca nos doentes de AIDS a diminuição e até mesmo a extinção daquela imunologia psicológica e espiritual que às vezes se revela no menos importante que a física para sustentar a capacidade de reação do sujeito. Principalmente as famílias nascidas no sinal do matrimônio cristão têm a missão de oferecer um forte testemunho de fé e de amor, sem abandonar seu ente querido, ao contrário, rodeando-o de solícitos cuidados e afetuosa compaixão.
Aos educadores: idônea e séria formação
Aos professores e educadores se dirige meu convite a que se tornem promotores, em estreita união com as famílias, de uma idônea e séria formação dos adolescentes e dos jovens. Procure-se, especialmente nas escolas católicas, uma programação orgânica da educação sanitária na qual, harmonizando os elementos da prevenção com os valores morais, prepare os jovens para um correto estilo de vida, principal garantia para tutelar a própria saúde e a dos demais. A vós, educadores, vos foi confiado a responsabilidade de orientar as jovens gerações a uma autêntica cultura do amor, oferecendo em vós mesmos uma guia e um exemplo de fidelidade aos valores ideais que dão sentido à vida.
Aos jovens: sede de vida e amor
Aos jovens de qualquer idade e condição digo: Agi de modo que vossa sede de vida e de amor seja sede de uma vida digna de viver e de um amor construtivo. A necessária prevenção contra a ameaça da AIDS não há de inspirar-se no medo mas na escolha consciente de um estilo de vida saudável, livre e responsável. Fugi de comportamentos caracterizados pela dissipação, a apatia e o egoísmo. Sede, portanto, protagonistas na construção de uma ordem social justa, sobre a qual se apóie o mundo de vosso futuro. Praticai com generosidade e força de imaginação formas sempre novas de solidariedade. Rechaçai toda forma de marginalização; estai perto dos menos afortunados, dos que sofrem, cultivando a virtude da amizade e da compreensão, rejeitando toda violência convosco mesmo e com os demais. Vossa força há de ser a esperança e vosso ideal, a afirmação universal do amor.
Aos governadores e autoridades: plano global
Aos governadores e aos responsáveis pela administração pública dirijo um urgente chamado a enfrentar com todo empenho os novos problemas gerados pela difusão da AIDS. As dimensões que tem assumido, e que provavelmente assumirá esta enfermidade, assim como sua estreita conexão com alguns comportamentos que incidem nas relações interpessoais e sociais, exigem que os Estados se encarreguem --com valor, com claridade de idéias e com iniciativas corretas-- de todas suas responsabilidades. Em particular, às autoridades sanitárias e sociais compete preparar e realizar um plano global de luta contra a AIDS e as drogas; dentro desta programação deverá ser reconhecida, coordenada e sustentada toda justa iniciativa que os indivíduos, os grupos, as associações, e os diversos organismos ponham em andamento para a prevenção, a cura e a reabilitação. Igualmente a luta contra a AIDS exige a colaboração entre os povos: e posto que a demanda de saúde e de vida é comum a todos os homens, nenhum cálculo político ou econômico há de dividir o esforço dos Estados, chamados juntamente a responder ao desafio da AIDS.
Aos cientistas e pesquisadores: respeito da moralidade
Aos cientistas e aos pesquisadores, com uma felicitação por seu admirável esforço, vai meu convite a incrementar e a coordenar seu trabalho, fonte de esperança para os doentes de AIDS e para toda a humanidade. Como já foi reconhecido, "seria ilusório reivindicar a neutralidade moral da pesquisa científica e de suas aplicações... A causa de seu próprio significado intrínseco, a ciência e a técnica exigem o respeito incondicionado dos critérios fundamentais da moralidade: devem estar a serviço da pessoa humana, de seus direitos inalienáveis e de seu bem verdadeiro e integral segundo o plano e a vontade de " (Instrução Donum Vitae, 2). Hoje faltam ainda vacinas e medicamentos que sejam totalmente eficazes contra o vírus da AIDS; é realmente de desejar que a investigação científica e farmacológica possa alcançar em breve a suspirada meta. À porta de vossa competência e sensibilidade, ilustres cientistas e pesquisadores, está tocando uma humanidade implorante que espera uma resposta de vida, principalmente de vossa entrega e colaboração.
Aos médicos e pessoal sanitário: testemunho de amor
À espera do descobrimento resolutivo, convido os médicos e a todos os agentes sanitários, empenhados neste delicado setor profissional, a traduzir seu serviço em testemunho de amor pronto a socorrer. Estais vivendo individual e coletivamente a parábola do Bom Samaritano. Portanto, vossa solicitude não deve conhecer discriminação alguma. Sabei acolher, interpretar e valorizar a confiança que tem em vós o irmão doente. Buscai sempre, através da assistência, aproximar-vos com discrição e amor àquela misteriosa mas muito humana esfera psíquica e espiritual da qual pode brotar a energia viva e curativa que ajude ao doente a descobrir, inclusive em sua condição, o sentido da vida e o significado de seu sofrimento.
E vós, agentes sanitários voluntários, que cada vez em número maior dedicais competência e disponibilidade aos doentes de AIDS ou estais empenhados na obra de educação preventiva, uni e coordenai vossas forças, atualizar vossa preparação, tornai-vos promotores, inclusive no exterior, de uma ação dirigida a sensibilizar a comunidade social sobre os problemas vinculados à realidade e à ameaça da AIDS. Sede os porta-vozes dos anseios, das necessidades e das expectativas daqueles a quem atendeis.
Aos sacerdotes e religiosos: arautos do Evangelho do sofrimento
Aos irmãos no sacerdócio, aos religiosos e às religiosas, e em primeiro lugar aos que, entre eles, dedicam-se à pastoral sanitária, dirige-se meu mais ardente chamado a fim de que sejam arautos do Evangelho do sofrimento no mundo contemporâneo. A história da ação pastoral sanitária da Igreja abunda em figuras exemplares de sacerdotes, de religiosos e religiosas que na assistência aos que sofrem exaltaram a doutrina e a realidade do amor. Vossa ação, amadíssimos irmãos e irmãs, para ser crível e eficaz, deve estar constantemente sustentada pela fé e alimentada pela oração. Vós que fizeste do seguimento de Cristo o ideal exclusivo de vossa vida, senti-vos chamados a tornar-vos presença de Jesus, médico das almas e dos corpos. Que os doentes a quem assistis advirtam em vós a proximidade de Jesus, e a vigilante e maternal presença da Virgem. Acolhei com generosidade o chamado de vossos Pastores, amai e favorecei o serviço aos doentes, atuai no sinal de abnegação e do amor, "para não desvirtuar a cruz de Cristo" (1 Co. 1,17). Estai perto dos últimos e dos mais abandonados. Praticai a hospitalidade, promovei e sustentai todas as iniciativas que, no serviço a quem sofre, exaltam a grandeza e a dignidade da pessoa humana e de seu destino eterno. Sede testemunhas do amor da Igreja pelos que sofrem e de sua predileção pelos mais provados pelo mal.
A todos os fiéis: mensageiros de esperança
Finalmente, convido a todos os fiéis a elevar sua oração ao Senhor da vida para que ajude a humanidade a tirar proveito inclusive desta nova e ameaçadora calamidade. Queira Deus Iluminar os fiéis sobre o verdadeiro e último "por quê" da existência, a fim de que sejam sempre e em todas as partes mensageiros da existência que não morre. Oxalá o homem de hoje saiba repetir ao Senhor as palavras de Jó: "Sei que és todo- poderoso: nenhum projeto te é irrealizável" (Jó 42,2). Se hoje, frente à ameaça do flagelo da AIDS, estamos ainda em busca do remédio eficaz, confiamos que, com a ajuda de Deus, triunfará finalmente a vida sobre a morte e a alegria sobre o sofrimento. Com este desejo invoco sobre vós e sobre quantos gastam suas energias ao serviço da nobilíssima causa as bênçãos do Deus Onipotente.

sábado, 5 de março de 2011

Jovens representam 40% dos novos infectados pelo HIV

03/03/2011
 
Fonte: CN Notícias com Rádio Vaticano
 
Segundo dados da Organização das Nações Unidas, os jovens de 14 anos representam 40% dos novos infectados e na África Subsariana 90% das novas infecções são atribuídas às crianças.

Tendo em vista esses dados, o Conselho Ecumênico das Igrejas (CEI) na luta contra a Aids publicou um documento nesta quarta-feira, 2, encorajando as Igrejas a perseverarem em seus trabalhos e aderirem ao programa da ONU “Zero discriminação, zero novas infecções pelo HIV e zero mortes relacionadas à Aids”.

Apesar dos avanços na luta contra a Aids, o relatório do Conselho alerta que os novos desafios a serem enfrentados estão relacionados às crianças que nascem com o vírus HIV ao chegarem a maturidade sexual.

Atualmente no mundo existem 33 milhões de pessoas infectadas com o vírus HIV, dessas apenas 10 milhões estão em tratamento.

Desde do surgimento da epidemia há 30 anos atrás, eram estimados 60 milhões de infectados, desses mais de 25 milhões morreram. Até hoje, a Aids deixou 14 milhões de crianças órfãs.

O empenho do Conselho Ecumênico das Igrejas iniciou-se em 1986, quando o secretário geral da pastoral, Emilio Castro, atendeu os apelos lançados pela Organização Mundial da Saúde e as iniciativas das diversas Igrejas.

Os esforços do CEI concentram-se sobretudo na formação das pessoas. Em 1991, foi publicado o primeiro manual lançado pelo Conselho com acompanhamento pastoral. Hoje mais de 50 mil folhetos informativos de formação pastoral foram distribuídos no Nairobi, Lomé, Kinshasa, Harare e Luanda.

O documento do Conselho Ecumênico das Igrejas foi publicado no site www.oikoumene.org e destaca os trabalhos das 349 Igrejas pertencentes a este Conselho no combate contra a Aids na África iniciados em 2002.
 

http://conic.org.br
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