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terça-feira, 9 de julho de 2024

Os católicos deveriam usar os “pronomes preferidos” de alguém?

Usar pronomes preferenciais não é uma concessão inofensiva, mas o primeiro passo em uma cascata de intervenções que tornam alguém paciente de procedimentos médicos “trans” para o resto da vida.

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Por Verônica Burchard e Mike Gutzwiller

 

Você deve ter se perguntado: “Os católicos deveriam usar pronomes?” Pode ser quase impossível não fazê-lo. A resposta simples e óbvia, gramaticalmente falando, é sim, claro que devemos usar pronomes se quisermos que a nossa linguagem seja clara e corresponda à realidade. 

Na língua inglesa, usamos pronomes o tempo todo para evitar que as frases se tornem repetitivas e desajeitadas. Sem pronomes possessivos como “deles”, teríamos que dizer coisas como “John e Mary levaram os livros de John e Mary para o carro de John e Mary”. 

Mas deveríamos usar os “pronomes preferidos” de alguém que não correspondem ao seu sexo? Não. 

A verdade pode ser definida como quando aquilo em que acreditamos corresponde à realidade.  Santo Agostinho  disse que não é preciso defender a verdade, ela pode se defender. A verdade – a realidade – é evidente. As ideologias, por outro lado, não são verdadeiras e, portanto, precisam de afirmação e apoio constantes. 

Esta é uma das razões pelas quais aqueles que pretendem impor uma ideologia sempre visaram o uso da linguagem. As palavras moldam a forma como pensamos. Como observou George Orwell em  1984,  se os ideólogos querem controlar as pessoas, uma forma de o fazer é fazer com que as pessoas não percebam, e até sejam confortadas, pelas contradições absurdas do seu próprio pensamento. Por exemplo, “Liberdade é escravidão” ou “Ignorância é força”. Agora podemos acrescentar a esta lista: “Um homem é uma mulher”. 

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Transexuais e o Batismo

Bautismo 

 

O Dicastério para a Doutrina da Fé respondeu a uma consulta de Mons. José Negri sobre o batismo de transexuais e sobre a possibilidade de que eles possam ser padrinhos do batismo.

Citamos a tradução que foi publicada neste portal e comentamos. Todos os destacados em negrito são nossos.

Um transexual - que também foi submetido a tratamento hormonal e cirurgia de redesignação sexual - pode receber o batismo, nas mesmas condições que outros crentes, se não houver situações em que haja risco de gerar escândalo público ou desorientação entre os fiéis. No caso de crianças ou adolescentes com problemas transgêneros, se estiverem bem preparados e dispostos, podem receber o Batismo.

Então, contradiz o que vem a seguir. É claro que este não é o único requisito, mas que o propósito de viver de acordo com o Evangelho é exigido em adultos.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

“Grito dos Excluídos” da CNBB inclui transexuais, travestis e religão indígena

Logomarca Grito dos Excluídos 2021

 

O grito dos excluídos, manifestação de protesto da CNBB que há 27 anos se contrapõe à celebração do Dia da Pátria no dia 7 de setembro, propõe este ano do juntar-se "ao grito das pessoas transexuais e travestis" e equipara o Reino de Deus à Terra sem males, conceito da religião dos guaranis.

“A proposta do Grito dos Excluídos e Excluídas surgiu em 1994, a partir do processo da 2ª Semana Social Brasileira, da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), cujo tema era Brasil, alternativas e protagonistas, inspirada na Campanha da Fraternidade de 1995, com o lema: A fraternidade e os excluídos. Entre as motivações que levaram à escolha do dia 7 de setembro para a realização do Grito dos/as Excluídos/as estão a de fazer um contraponto ao Grito da Independência”, diz o site oficial do evento.

“O primeiro Grito dos Excluídos/as foi realizado em 7 de setembro de 1995, tendo como lema A vida em primeiro lugar”. “A partir de 1996, o Grito foi assumido pela CNBB que o aprovou em sua Assembleia Geral, como parte do PRNM (Projeto Rumo ao Novo Milênio -doc.  56nº129). A cada ano, se efetiva como uma imensa construção coletiva, antes, durante e após o Sete de Setembro. Mais do que uma articulação, o Grito é um processo, é uma manifestação popular”, prossegue o site.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

A Igreja Anglicana oferece uma imitação de "segundo batismo" para transexuais




Eu tive que chegar lá. Se alguém aceita a premissa de que transexuais são "mulheres presas no corpo de um homem" ou vice-versa, então o primeiro batismo, que foi feito a uma pessoa com sexo errado, é, se não é inválido, incompleto, e quando o transexual "descobre" e proclama sua nova identidade, que é equivalente a um novo nascimento e a Igreja da Inglaterra, sempre moldada às últimas ideologias da moda, está mais do que disposta a instrumentalizar a fé para solenizá-la.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Colégio Pedro II extingue distinção de uniforme escolar por gênero

[odia]


Medida foi elogiada por alunos nas redes sociais. Escola foi a primeira a permitir o uso do nome social por travestis e transexuais

 

Rio - Com o objetivo de manter a identidade e a igualdade de seus alunos, o Colégio Pedro II aboliu a distinção do uniforme escolar por gênero. De acordo com a norma, divulgada nesta segunda-feira, não há mais a especificação sobre o que é uniforme feminino e masculino. Em nota, o reitor Oscar Halac afirmou que "a escola não deve estar desvinculada de seu tempo e momento histórico".

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Crianças são usadas como cobaias, denunciam transexuais arrependidos na CNN




16 Set. 16

ATLANTA, (ACI).- Paul e Maritza, dois transexuais arrependidos, falaram sobre o seu caso no programa “Camilo” da rede CNN (Espanhol) – apresentado pelo jornalista Camilo Egaña– denunciando que a redesignação de sexo de menores “é um experimento” no qual usam as crianças “como cobaias de laboratório”.
“Meus convidados fizeram todo o caminho, todo o círculo, apostaram em ser o que não eram e agora apostaram para voltar ao que eram inicialmente, consideram que a transexualidade é uma doença”, explicou Camilo Egaña no início do programa.

domingo, 8 de março de 2015

“Mudança de sexo”: Impossibilidade biológica Revolta contra Deus

[ipco]
Por Luiz Sérgio Solimeo

O movimento homossexual acrescentou ao seu acrônimo “LGB” o “T” de “transsexual,” numa espécie de “fente comum” de todas as anomalias do comportamento sexual. Por isso o acrônimo vai aumentando sempre mais, por exemplo, “LGBTTQQIAAP” (Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender, Travestite, Queer, Questioning, Intersex, Asexual, Ally, Panssexual).

quarta-feira, 4 de março de 2015

O Papa e o Transexual

[domtotal]

As ações e motivações religiosas inclusivas ganham força na Igreja Católica, apesar de resistências.


O papa recebeu o transexual espanhol Diego Neria.

 
Há algumas semanas, o papa Francisco recebeu em sua casa a visita do transexual espanhol Diego Neria e de sua companheira. Este gesto, surpreendente e ousado, é comparável ao do papa João XXIII recebendo a família Krushev, do governante da então União Soviética, considerada por muitos o Império do Mal. É curioso lembrar que há menos de quatro anos circulou a notícia de que o papa Bento XVI, em sua viagem a Berlim, iria receber os líderes do movimento gay. Foi uma piada de 1º de abril com ampla difusão na Alemanha. Agora, o gesto de Francisco supera a imaginação dos que riam do seu antecessor.
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