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terça-feira, 18 de novembro de 2025

Os piores pecados do mundo

As redes sociais são a melhor ferramenta da história da humanidade para desenterrar os pecados de todos os outros.

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Por Anthony Esolen

 

Diretamente da Divisão da Ironia do submundo, um consórcio de demônios, deixando de lado o ódio mútuo para realizar um trabalho de primeira classe, inventou algo chamado "mídia social", repleto de todos os impulsos antissociais que o homem caído nutre. Acima de tudo, pelo que vejo diariamente, eles incentivaram as pessoas a participarem de rodas de calúnias e rancor, onde todos os envolvidos se declaram superiores uns aos outros — não por terem  feito  algo grandioso, mas porque  os outros  são perversos.

“Senhor”, disse o fariseu no templo, “eu te agradeço porque não sou como os outros homens, por exemplo, como este miserável cobrador de contas lá no fundo. Eu não extorco dinheiro dos pobres. Não cometo adultério. Contribuo para a United Way, sou voluntário em todas as campanhas de doação de sangue, tenho as opiniões certas sobre os marginalizados e não tenho vergonha de expressá-las. O senhor devia ter visto como deixei toda a família desconfortável ontem! Ah, mas o senhor viu sim.” 

terça-feira, 6 de maio de 2025

Leia: Os amigos entusiastas do Papa Francisco fazem uma lista dos seus dez pecados

 


FaroDiRoma.it, um site de notícias ardentemente pró-Francisco que se descreve como "o resultado de uma época particular, a de Francisco", publicou no dia 5 de maio o artigo "Uma Igreja entre a confusão e os medos. Os dez 'pecados' do Papa Francisco e o seu legado". O artigo enumera dez razões para a desorientação em que Francisco deixou a Igreja, produzindo mais medo do que renovação.

1. Incoerência entre as palavras e os actos:
- Apesar da sua ênfase na "misericórdia", o Papa Francisco tem sido muitas vezes tudo menos misericordioso para com os seus críticos.
- Um exemplo disso foi a sua decisão de excluir um cardeal [Becciu] do conclave quando estava gravemente doente, privando-o do seu direito de defesa e da presunção de inocência.
- A imagem do Francisco humilde que escolheu viver em Santa Marta choca com a realidade de um andar inteiro reservado para ele e a sua aceitação de presentes que exigiam cada vez mais espaço, contradizendo a sua condenação da acumulação de bens mundanos.

terça-feira, 26 de novembro de 2024

Os sete pecados contra o Espírito Santo: uma tragédia sinodal

Quem realmente quiser ouvir o que o Espírito diz à Igreja não confiará em inspirações espíritas nem em banalidades ideológicas “acordadas”, mas depositará toda a sua confiança, na vida e na morte, somente em Jesus, o Filho do Pai e o Ungido do Espírito Santo.

Os sete pecados contra o Espírito Santo: uma tragédia sinodal


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“Todo aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 2:11). Esta passagem das Escrituras é frequentemente citada para justificar a chamada “Igreja Sinodal”, um conceito que, pelo menos parcialmente, se não completamente, contradiz a compreensão católica da Igreja. Facções com segundas intenções sequestraram o princípio tradicional da sinodalidade, que envolve a colaboração entre bispos (colegialidade) e entre todos os crentes e pastores da Igreja (baseado no sacerdócio comum de todos os baptizados na fé), para promover uma agenda progressista. Ao dar uma volta de 180 graus, procura-se que a doutrina, a liturgia e a moralidade da Igreja Católica sejam compatíveis com uma ideologia neognóstica e “desperta”.

Suas táticas são notavelmente semelhantes às dos antigos gnósticos, sobre os quais Irineu de Lyon, elevado a Doutor da Igreja pelo Papa Francisco, escreveu: “Por meio de suas plausibilidades habilmente construídas, [eles] enganam as mentes dos inexperientes e os levam cativos." "[…] Esses homens falsificam os oráculos de Deus e revelam-se maus intérpretes da boa palavra da revelação. Por meio de palavras ilusórias e plausíveis, eles astuciosamente atraem os simples a investigar [para uma compreensão mais contemporânea]” até que não consigam “distinguir a falsidade da verdade” (Contra as Heresias, Livro I, Prefácio). A revelação divina direta é instrumentalizada para tornar aceitável a auto-relativização da Igreja de Cristo (“todas as religiões são caminhos para Deus”). A comunicação direta entre o Espírito Santo e os participantes do Sínodo é invocada para justificar concessões doutrinárias arbitrárias ("casamento para todos"; leigos no auge do "poder" eclesiástico; a ordenação de diaconisas como troféu na luta pelos direitos da mulher) como resultado de uma percepção superior, capaz de superar qualquer objeção da doutrina católica estabelecida.

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Dos sete pecados capitais aos sete pecados sinodais: um salto (moral) para o vazio

Ontem, no Vaticano, realizou-se um ato penitencial que promete entrar para a história, mas não precisamente pela sua natureza espiritual.

Un cardenal pide perdón durante el acto penitencial celebrado en el Vaticano
Cardeal pede perdão durante ato penitencial realizado no Vaticano


Numa reviravolta inesperada, confessaram o que poderíamos chamar de “os novos pecados sinodais”, um repertório que faria até os teólogos mais experientes coçarem a cabeça, perplexos. Aparentemente, os bons e velhos Sete Pecados Capitais não estão mais em voga; Agora o que resta é pedir perdão por muito mais… questões contemporâneas.  

Um por um, vários cardeais passaram para cantar o 'mea culpa' por estes novos pecados. Cardeais como Gracias, Tucho Fernández, Ouellet, Cerny ou Cristóbal López Romero foram alguns dos que expressaram o seu perdão em nome de todos por terem pecado contra a sinodalidade ou a “Mãe Terra”.  

domingo, 20 de março de 2022

A visão do inferno, Fátima e os pecados da carne

Depois de mostrar o inferno aos três pastorinhos, Nossa Senhora de Fátima disse que “vão mais almas para o inferno por causa dos pecados da carne do que por qualquer outra razão”.

 

 

Por Pete Baklinksi

Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

 

Cem anos atrás, três crianças pastoras em Portugal tiveram uma visão do inferno que as horrorizou tanto a ponto de pensarem que fossem morrer. Viram elas "um grande mar de fogo" onde iam mergulhados "os demônios e as almas" que, em vida, se tinham oposto a Deus e aos seus caminhos. Eles eram "como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas", "que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saíam", "caindo para todos os lados", "entre gritos e gemidos de dor e desespero".

Foi Nossa Senhora de Fátima quem mostrou às crianças a visão aterrorizante do inferno, lugar "para onde vão as almas dos pobres pecadores". Disse-lhes ainda a Virgem que "vão mais almas para o inferno por causa dos pecados da carne do que por qualquer outra razão".

Os cristãos sempre entenderam os pecados da carne como aquelas ações que constituem um mau uso ou um abuso da sexualidade enquanto dom de Deus. As relações sexuais foram criadas por Ele para serem entre um homem e uma mulher, unidos um ao outro no fiel, exclusivo, permanente e fecundo relacionamento do Matrimônio. Pecados contra o dom da sexualidade incluem a contracepção, o adultério, a fornicação, a prostituição, a pornografia, a imodéstia no vestir, a masturbação e a homossexualidade. Alguns pecados da carne às vezes podem dar origem a outros pecados sérios, como o aborto, e levar também à infidelidade, ao fracasso matrimonial e ao divórcio.

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