[abim]
O
texto que segue foi extraído de uma conferência de Plinio Corrêa de
Oliveira durante a Semana Santa de 1981 e publicado na edição de março
de 2012 da revista Catolicismo. Ele — como
aconselhava Santo Inácio de Loyola em seus “Exercícios Espirituais” —
faz uma “composição de lugar”. No caso, um lugar sacrossanto: o Sepulcro
de Nosso Senhor Jesus Cristo. O conferencista aconselha e justifica tal
método de meditação. E comenta que se todos os católicos, desde o
princípio do mundo até o fim dos tempos, refletissem sobre o núcleo da
realidade objetiva do grandioso acontecimento da Ressurreição, haveria
unidade de pensamento entre eles. E isto apesar de cada católico poder
individualmente imaginar aspectos diferentes da Ressurreição, ocorrida
três dias após a morte d’Aquele que veio ao mundo para nos salvar.
Vislumbrando no Santo Sepulcro
a arte gótica medieval