Por R. Pe. Alejandro Rivero
Colocamos
a continuação a objeção-resposta (A candeia debaixo do alqueire) à
questão da promulgação da nova liturgia que serve de base para a
palestra. Convidamos o leitor a fazer um pequeno esforço de leitura para
seguir a solidíssima argumentação teológica do Pe Calderón. No final de
dita leitura poderá se perceber que a nova liturgia é de fato
PREJUDUCIAL À FÉ em primeiro lugar, e por isso mesmo chega em
muitíssimos casos a ser PECAMINOSA, ILÍCITA, NÃO CATÓLICA E HERÉTICA.
São os mal chamados “abusos litúrgicos”1. Caro leitor se o senhor é
daqueles que abominam da nova liturgia, eis então o fundamento teológico
do que o seu “sensus fidei” lhe diz claramente. Por outro lado se o
caro leitor não gosta da nova liturgia, mas teme a desobediência, eis
então o necessário esclarecimento da inteligência para que a vontade
possa segui-la. A respeito da posição sedevacantista (como se poderá
ouvir no áudio) a explicação deixa claro como não é necessário o
argumento apresentado acima (Sr Jonh Daly) toda vez que qualquer Papa
pode errar se não respeita o marco necessário da sua infalibilidade.
Agora, se o tamanho e gravidade do erro é ou não pecado e se esse pecado
é causa suficiente para ele perder seu cargo é um assunto completamente
distinto sobre o qual nos não disputamos neste artigo/palestra.
.
“A
Nova Missa leva ao pecado contra a fé, e é um dos pecados mais graves,
mais perigosos, porque perder a fé é o afastamento da revelação, o
afastamento de Nosso Senhor Jesus Cristo, o afastamento da Igreja.”
Dom Marcel Lefebvre
“Repitamos, então, nossa conclusão: a reforma litúrgica conciliar não compromete nem minimamente a infalibilidade. Sustentá-lo no terreno da teologia só pode ser feito por insensatez ou por maquiavélica conveniência”
Pe Álvaro Calderon
.